Vinho Americano Woodbridge Tinto Cabernet Sauvignon 2014

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  • País: Estados Unidos
  • Região: Califórnia
  • Safra: 2014
  • Tipo: Tinto
  • Uva: Blend (76% Cabernet Sauvignon, 13% Syrah, 5% Petite Sirah, 2% Petit Verdot, 1% Merlot e 3% outras variedades)
  • Volume: 750 ml
  • Teor alcoólico: 13.5000%
  • Temperatura de serviço: 16,0ºC a 18,0ºC
  • Validade: Validade indeterminada desde que conservado com a sua vedação original em local seco e fresco ao abrigo da luz, sem trepidações, com temperatura constante, sem odores fortes e preferencialmente na posição horizontal.
  • Vinícola: Robert Mondavi Winery
  • Família: Vinho de Mesa
  • Estilo: Seco
  • Coloração: Tinto
  • Sommelier: Notas de Prova - Woodbridge Cabernet Sauvignon: Rubi com reflexos violáceos, aromas de frutas vermelhas com algo de especiaria, boca com boa sedosidade, frutado intenso, persistência média, taninos redondos. Com poucas harestas, é mais um vinho correto e fácil de beber. A novidade é que este vem dos Estados Unidos, tido até então como terra de vinhos caros, mesmo os mais básicos.

Robert Mondavi Winery

Robert Mondavi estabeleceu sua vinícola em 1966 com a visão de criar vinhos do Napa Valley que ficariam entre os melhores do mundo. Ele escolheu o vinhedo To Kalon, no coração do Vale do Napa, como sede da vinícola Robert Mondavi. Esta vinícola localizada em Oakville, Califórnia, é conhecida por produzir alguns dos melhores vinhos Cabernet Sauvignon do mundo, bem como por suas uvas Sauvignon Blanc, com as quais o Sr. Mondavi criou seu vinho exclusivo, o Fumé Blanc. O Sr. Mondavi acreditava que os vinhos deveriam refletir suas origens, que eles são o produto do solo, do clima e da cuidadosa administração desses preciosos recursos. Ele também acreditava em combinar as mais novas técnicas e tecnologias com tradições de vinificação consagradas pelo tempo. As equipes de vinificação têm orgulho de cumprir o mandato de seu fundador de sempre se esforçar mais, de perseguir o objetivo de excelência de Robert Mondavi com a mesma paixão e espírito inovador, avançando com programas que quebram barreiras e abram novas fronteiras. Liderando esta iniciativa está Geneviève Janssens, Diretora de Vinificação. Geneviève, cuja relação com a vinícola começou em 1978, foi eleita Enóloga do Ano pela Wine Enthusiast em 2010.

Blend (76% Cabernet Sauvignon, 13% Syrah, 5% Petite Sirah, 2% Petit Verdot, 1% Merlot e 3% outras variedades)

A casta Cabernet Sauvignon (resultado do cruzamento das uvas Cabernet Franc e Sauvignon Blanc) é uma das mais famosas e a mais bem-sucedidas uvas tintas do mundo, originária da região francesa de Bordeaux (como indicam documentos do século XVIII). Ela compõe vinhos tintos encorpados e concentrados, muitas vezes envelhecidos em carvalho. Alguns exemplares podem durar muito tempo, e podem também ser elegantes e complexos, enquanto outros são mais intensos e exuberantes. Hoje, a onipresente uva Cabernet Sauvignon produz ótimos vinhos nas regiões mais diversas: Bordeaux, Itália, Portugal, Espanha, Austrália, Califórnia, Chile, Argentina, Nova Zelândia e África do Sul, entre outras. Cada uma com seu estilo próprio e suas peculiaridades. Uma das mais famosas uvas tintas do mundo, a Cabernet Sauvignon resulta do cruzamento entre as uvas Cabernet Franc e Sauvignon Blanc. É originária da região francesa de Bordeaux – as primeiras indicações sobre sua existência remontam ao século XVIII –, e está presente em quase todas as regiões produtoras de vinho, o que demonstra sua incrível habilidade de adaptar-se aos terroirs mais distintos. A Syrah certamente origina um dos mais cultuados e apreciados vinhos do planeta. Os vinhos produzidos com a Syrah são profundos e encorpados, repleto de notas de especiarias e frutas negras maduras. É uma casta que pode originar vinhos com perfis aromáticos distintos, dependendo do tipo de clima onde é cultivada. Nas regiões de clima quente, os vinhos são encorpados, com notas que lembram ameixa e chocolate. Em regiões mais frias, são famosos os Syrahs com notas de pimenta-do-reino e couro. A uva Petite Sirah, conhecida também como uva Durif, é utilizada na elaboração de vinhos em regiões da Califórnia e Austrália, bem como no Brasil, Israel e México. Reconhecida pela elaboração de bons vinhos varietais, a Petite Sirah também participa da composição de vinhos de corte, sendo que os blends mais comuns se dão com as uvas Zinfandel, Cabernet Sauvignon e Pinot Noir. A uva Petit Verdot é mais uma das castas que compõem o corte bordalês. Sua origem, embora incerta, é atribuída à região de Bordeaux na França, mas há indícios de que foi trazida pelos romanos do Mediterrâneo. Normalmente, é utilizada em pequenas doses nos cortes com a uva Cabernet Sauvignon para dar cor e corpo aos vinhos tintos (na região de Médoc se utiliza em torno de 1% a 5%). Dentre todas as uvas cultivadas na região de Bordeaux, a casta bordalesa Petit Verdot é uma das que mais demora para chegar a fase de maturação, contribuindo com a elaboração de vinhos tintos densos e bastante escuros.  O nome Petit Verdot foi atribuído a casta por conta do pequeno tamanho de seu cacho e por existir em seus bagos frutos de cor escura e outros com tom esverdeado, graças a uma característica bastante predominante da cepa, o amadurecimento tardio.  Os tintos elaborados com a cepa francesa Petit Verdot vêm ganhando o mundo, sendo bastante apreciados na Austrália, Argentina, Espanha, Portugal, Itália e na região da Califórnia. A casta Petit Verdot também pode aparecer em vinhos varietais, principalmente australianos e espanhóis da região de Jumilla, originando tintos intensos e vigorosos. Quando jovens, os vinhos tintos revelam aromas de bananas e madeira, e quando amadurecem, apresentam toques animais. A palavra “merlot” significa “pequeno merle”, ou melro, em francês, um pequeno pássaro preto comum na Europa. A origem do nome talvez esteja na comparação da cor preto-azulada das uvas maduras com a cor dessa ave, ou na forma como os melros gostam de comer essas uvas antes da colheita. Na realidade, os melros são considerados pelos enólogos como uma das pragas da vinha. Originária da região de Bordeaux, na França, a Merlot é descendente da Cabernet Franc e meia irmã da Carménère e da Cabernet Sauvignon. Os primeiros registros oficiais são recentes, de 1784 em Bordeaux (Cotes de Libournais). Na Itália (Vêneto), ela é mencionada apenas em 1855, com o nome de “Bordò”.  Hoje é a uva mais cultivada em Bordeaux e a terceira na França (atrás da Carignan e da Grenache). Na margem direita de Bordeaux (Saint-Émilion e Pomerol), ela domina amplamente, enquanto na margem oposta ela corresponde no máximo a 25%, com maior destaque na sub-região de Saint-Estephe. Hoje em dia, é uma das uvas tintas mais cultivadas no mundo, competindo somente com a Cabernet Sauvignon entre as mais conhecidas. Em Bordeaux, soma 101 mil hectares, contra os 53 mil hectares de Cabernet Sauvignon. No mundo, já existem mais de 250 mil hectares de vinhedos plantados com esta casta.

Califórnia

“Uma das maiores e melhores regiões produtoras de vinhos no Novo Mundo”, assim é tida a Califórnia por especialistas e amantes da bebida dos deuses. Depois dos três países mais tradicionais na vitivinicultura internacional, França, Itália e Espanha, o estado americano é o maior produtor de vinho no mundo, isto é, a quarta potência no que se refere ao cultivo, produção e comercialização da bebida em todo o planeta. Os números são impressionantes: o ensolarado estado da costa oeste norte-americana é responsável por mais de 90% da produção vinícola dos Estados Unidos, e, todo o ano, recebe a visita de cerca de 20 milhões de pessoas em suas principais regiões produtoras, que além de tudo oferecem ótimas alternativas de turismo para os apreciadores do vinho. Mas a importância da Califórnia no universo vinícola não está apenas nesses grandes números; os vinhos californianos são conhecidos, respeitados e prestigiados por serem de extrema qualidade, tintos complexos e encorpados, e brancos deliciosos produzidos a partir de uva bem maduras. O clima mediterrâneo, o frescor do vento constante, o sol imponente que às vezes dá lugar a chuvas bem localizadas, aliado às particularidades privilegiadas do solo em território cortado por pequenos vales dão à região um valor qualitativo muito alto para os vinhos lá produzidos. Napa Valley e Sonoma Valley são as duas principais regiões de produção vinícola na Califórnia, somente nelas existem mais de 800 vinícolas. A região da Napa concentra o maior número de vinícola no mundo, e produz vinhos de categoria elevada; a região de Sonoma, por sua vez, é conhecida por fornecer uvas de grande qualidade para a produção de vinhos em outras regiões. Mendocino, Monterey, Paso Robles, Russian River Valley, Dry Creek Valley, Alexander Valley também são regiões vitivinicultoras bastante conhecidas na Califórnia.

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