Vinho Chileno Haras de Pirque Reserva Carménère Tinto 2016

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Uma demonstração de personalidade e equilíbrio. Harmonioso e saboroso, este Carménère expressa toda a tipicidade da zona de Pirque.
  • País: Chile
  • Região: Valle de Maipo
  • Safra: 2016
  • Tipo: Tinto
  • Uva: Blend (85% Carménère e 15% Cabernet Sauvignon)
  • Volume: 750 ml
  • Teor alcoólico: 13.0000%
  • Temperatura de serviço: 18,0ºC a 18,0ºC
  • Combinações enogastronômicas: Acompanha pratos como guisados de carne, carnes com sabor forte, funghi e queijos maduros.
  • Validade: Validade indeterminada desde que conservado com a sua vedação original em local seco e fresco ao abrigo da luz, sem trepidações, com temperatura constante, sem odores fortes e preferencialmente na posição horizontal.
  • Vinícola: Haras de Pirque
  • Maturação: 100% do vinho amadurece em barricas de carvalho francês por dez meses.
  • Família: Vinho Fino
  • Estilo: Seco
  • Coloração: Tinto
  • Sommelier: Notas de Prova - Haras de Pirque Caménère Reserva 2016: Vinho de cor vermelho-intenso com reflexos púrpuras. O aroma é complexo, com notas de frutas, especiarias e agradável toque terroso. Em boca é concentrado com taninos macios e suculentos combinados com frutas frescas e muito boa acidez.

Haras de Pirque

A história do grupo começou com um haras, o mais antigo do Chile, comandado pela família Matte. Em 2002, a tradicional e renomada família toscana Antinori (aquela, dos famosos supertoscanos) se juntou ao projeto para reunir haras e vinícola. A Bodega Haras de Pirque foi construída em formato de ferradura e em degraus, o que, com a força da gravidade, melhora os processos de vinificação.

 

Vinícola em formato de ferradura:

O prédio, imponente e majestoso, possui uma linda vista dos vinhedos e das Cordilheiras dos Andes. Trata-se de uma construção em formato de ferradura, relativamente nova (dos anos 2000), com 5.300 m2 e capacidade para 1.5 milhões de litros de vinho, sendo que, por ano, são produzidos 360 mil. Desses, 95% são destinados à exportação.

Blend (85% Carménère e 15% Cabernet Sauvignon)

A uva Carménère é outra variedade originária de Bordeaux. No século XVIII era uma casta comum nos vinhedos do Médoc, mas se tornou uma raridade por lá.  Levada para o Chile no século XIX, durante muito tempo a uva Carménère foi confundida com a casta Merlot. Somente em 1994, nos vinhedos da Viña Carmen na região do Chile, ela foi corretamente identificada pelo ampelógrafo Jean-Michel- Boursiquot (profissional que estuda, identifica e classifica os tipos de uva).  Nos últimos anos tem dado origem a vinhos tintos chilenos interessantes, concentrados, cheios de fruta e com mais estrutura e taninos do que a casta Merlot, transformando-se numa uva emblemática nesse país. A uva Carménère também pode ser encontrada em cortes do norte da Itália.   Os vinhos tintos produzidos com a casta Carménère possuem coloração rubi violácea acentuada. A casta Carménère é muito utilizada na elaboração de vinhos varietais de ótima qualidade, extraindo todo sabor e características marcantes da casta em cada detalhe da confecção dos tintos. A escolha do seu nome está associada a cor da sua pele, um rubi tão forte, que lembra o carmim.  Para explorar e exaltar mais o sabor e a potencialidade dos vinhos tintos produzidos com a uva Carménère no paladar, harmonize com carnes vermelhas com pouca gordura e assados no geral. É essencial evitar que o vinho tinto elaborado com a uva Carménère acompanhe pratos que levem molho de tomate.  Cuidado ao comparar a casta Carménère com a uva Merlot, apesar de serem parecidas visualmente, as duas não tem nada a ver. A uva Carménère faz parte da família dos carmenets (hibride de gros cabernet, fer servadou e cabernet franc)  Com vinhos tintos varietais de ótima qualidade, a casta Carménère é utilizada na elaboração do prestigiado “Carmenere 2007 – Magnum” do produtor Tenuta San Leonardo. O vinho é elaborado com uvas Carménère do vinhedo mais antigo da propriedade, sendo um tinto rico, distinto e com notas de frutas selvagens. O “Carmenere 2007 – Magnum” recebeu 17 pontos de um total de 20 de Jancis Robson que classificou o tinto como um livro-texto da casta Carménére originária de Bordeaux.   A casta Cabernet Sauvignon (resultado do cruzamento das uvas Cabernet Franc e Sauvignon Blanc) é uma das mais famosas e a mais bem-sucedidas uvas tintas do mundo, originária da região francesa de Bordeaux (como indicam documentos do século XVIII). Ela compõe vinhos tintos encorpados e concentrados, muitas vezes envelhecidos em carvalho. Alguns exemplares podem durar muito tempo, e podem também ser elegantes e complexos, enquanto outros são mais intensos e exuberantes. Hoje, a onipresente uva Cabernet Sauvignon produz ótimos vinhos nas regiões mais diversas: Bordeaux, Itália, Portugal, Espanha, Austrália, Califórnia, Chile, Argentina, Nova Zelândia e África do Sul, entre outras. Cada uma com seu estilo próprio e suas peculiaridades. Uma das mais famosas uvas tintas do mundo, a Cabernet Sauvignon resulta do cruzamento entre as uvas Cabernet Franc e Sauvignon Blanc. É originária da região francesa de Bordeaux – as primeiras indicações sobre sua existência remontam ao século XVIII –, e está presente em quase todas as regiões produtoras de vinho, o que demonstra sua incrível habilidade de adaptar-se aos terroirs mais distintos. Por ser o componente principal de todos os cinco Premier Grand Cru Classés de Bordeaux, a variedade foi plantada nos quatro cantos do planeta e diversos dos melhores tintos do mundo são elaborados com ela. Hoje, a onipresente uva Cabernet Sauvignon produz ótimos vinhos nas mais diversas regiões: Bordeaux, Itália, Portugal, Espanha, Austrália, Califórnia, Chile, Argentina, Nova Zelândia e África do Sul, entre outras. Cada um com seu estilo próprio e suas peculiaridades. A Cabernet Sauvignon é uma uva relativamente fácil de ser cultivada, mas que demanda uma grande insolação para alcançar o pleno amadurecimento. Essa é uma das razões do porquê na sua região de origem – Bordeaux, na França – ela aparece em quantidade menor que sua companheira Merlot, que por sua vez necessita de menos sol para amadurecer. Apesar de ser comumente associada aos tintos de Bordeaux, a uva Cabernet Sauvignon se desenvolve particularmente bem apenas na região de Médoc e em alguns outros poucos terroirs de Bordeaux. Por outro lado, o sol abundante do Novo Mundo, em lugares como a Califórnia e o Chile, permite que a uva Cabernet fique completamente madura e acumule bastante açúcar. Os cachos são pequenos e os bagos miúdos e de casca espessa. Os vinhos tintos elaborados com ela são encorpados e concentrados, com taninos potentes e muitas vezes envelhecidos em carvalho, para que o vinho fique mais complexo e macio. Alguns de seus vinhos podem durar muito tempo, e podem também ser elegantes e complexos, enquanto outros são mais intensos e exuberantes.

Valle de Maipo

O Valle de Maipo é a única região vinícola do mundo com vinhedos nos limites urbanos de uma capital de 5,5 milhões de habitantes. O vale abriga o maior número de vinícolas do Chile, muitas delas com uma longa tradição vinícola e caves do século 19. 

Os vinhedos variam desde os sopés dos Andes, onde os melhores Cabernets do país são produzidos, até o planalto central. Seu clima mediterrâneo é estável, com estações bem definidas e baixo risco de chuvas durante o período da colheita, o que garante condições ideais para o plantio de vinhedos e a produção de bons vinhos.

 

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