Vinho Italiano Papale Tinto Primitivo Di Manduria 2014

604

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Confira a pontuação

  • Medalha
  • Prata
  • País
  • Itália
  • Vinícola
  • Varvaglione Vigne & Vini 1921
  • Safra
  • 2011
  • Reconhecimento
  • -
  • Concurso
  • Concours Mondial de Bruxelles
  • Ano
  • 2013
  • Medalha
  • Prata
  • País
  • Itália
  • Vinícola
  • Varvaglione Vigne & Vini 1921
  • Safra
  • 2011
  • Reconhecimento
  • -
  • Concurso
  • AWC Vienna
  • Ano
  • 2013
  • Medalha
  • Prata
  • País
  • Itália
  • Vinícola
  • Varvaglione Vigne & Vini 1921
  • Safra
  • 2008
  • Reconhecimento
  • -
  • Concurso
  • AWC Vienna
  • Ano
  • 2011
  • Medalha
  • Ouro
  • País
  • Itália
  • Vinícola
  • Varvaglione Vigne & Vini 1921
  • Safra
  • 2010
  • Reconhecimento
  • -
  • Concurso
  • Berlin Wein Trophy
  • Ano
  • 2013
  • Medalha
  • Prata
  • País
  • Itália
  • Vinícola
  • Varvaglione Vigne & Vini 1921
  • Safra
  • 2011
  • Reconhecimento
  • -
  • Concurso
  • Decanter World Wine Awards
  • Ano
  • 2013
  • Medalha
  • Prata
  • País
  • Itália
  • Vinícola
  • Varvaglione Vigne & Vini 1921
  • Safra
  • 2010
  • Reconhecimento
  • -
  • Concurso
  • Mundus Vini
  • Ano
  • 2012
Em uma versão macia e fácil de ser apreciado, este Primitivo apresenta aroma intenso com notas de ameixa, alcaçuz e nuances de especiarias. Em boca é aveludado, mostrando uma boa integração do carvalho com a fruta. Um verdadeiro achado.
  • País: Itália
  • Região: Manduria
  • Safra: 2014
  • Tipo: Tinto
  • Uva: Primitivo
  • Volume: 750 ml
  • Teor alcoólico: 14.0000%
  • Temperatura de serviço: 16,0ºC a 18,0ºC
  • Combinações enogastronômicas: Costela suína, Escondidinho de carne seca e Risoto de shitake.
  • Validade: Validade indeterminada desde que conservado com a sua vedação original em local seco e fresco ao abrigo da luz, sem trepidações, com temperatura constante, sem odores fortes e preferencialmente na posição horizontal.
  • Vinícola: Varvaglione Vigne & Vini 1921
  • Vinificação: - Seleção final dos cachos; - Desengace das uvas frescas; - Maceração pré-fermentativa a frio; - Uso de leveduras selecionadas; - Fermentação alcoólica com temperatura entre 26ºC e 28ºC; - Prensagem descontínua delicada; - Fermentação malolática; - Maturação de 100% do vinho em barricas de carvalho francês durante 8 meses; - Estabilizações, envase e rotulagem;
  • Maturação: 8 meses de maturação em barricas de carvalho francês e envelhecimento em cave: 6 meses.
  • Família: Vinho Fino
  • Estilo: Meio Seco
  • Coloração: Tinto
  • Sommelier: Notas de prova - Papale Tinto Primitivo Di Manduria 2014: Coloração vermelho rubi com reflexos violáceos. Aroma intenso com notas de ameixa, amora, alcaçuz e nuances de cacau. Em boca é um vinho frutado e persistente.

Varvaglione Vigne & Vini 1921

A terra em que se estabelece é favorecida pelas condições climáticas, sendo esse um dos fatores que faz a Varvaglione Vigne & Vini ter uma assinatura consolidada no mundo do vinho.

Para garantir a evolução constante de seus vinhedos e vinhos, a Varvaglione mantém uma parceria com a Universidade de Udine e de Bolonha, que monitoram sistematicamente suas atividades.

Atualmente, almeja dentro de um ambicioso plano, trazer em suas garrafas o charme da cultura única, que longe do habitual, se concentra principalmente em variedades de uvas indígenas como uma expressão moderna de uma história antiga. A prova do sucesso é a longa e prestigiosa lista de premiações e elogios recebidos ao longo dos anos.

Além disso, obteve também os Certificados de Qualidade, auditados pela BRC Certification body: IFS – International Food Standard, ISO 22000, ISO 22005, ISO 9001 e ISO 14001.

À beira do Salento, no coração de Puglia, em uma área favorecida por condições climáticas ótimas para a videira, a Varvaglione 1921 encontra tradição e tecnologia em sua combinação de distinção e filosofia.

Cosimo e Maria Teresa Varvaglione criaram uma equipe de colaboradores dinâmicos e motivados válidos, dando vida a uma empresa vinícola inspirada na tradição de três gerações da família Varvaglione no setor vitivinícola.

Um bom vinho nasceu em primeiro lugar no campo e atinge seu objetivo de forma ótima apenas se for cuidado constantemente e assiduamente, mesmo na adega.

A adega Varvaglione 1921 campo de cuidados de qualidade de seus vinhos com criteriosa selecção de uvas, uvas da colheita prudente, controle minucioso do processo de vinificação e pesquisa assídua em aperfeiçoar as técnicas de vinificação.

Varvaglione 1921 é hoje uma estrutura totalmente desenvolvida dividida em duas unidades de produção: a fábrica de vinificação e refinação e o local de engarrafamento.

Graças às condições climáticas favoráveis ​​para a videira, Varvaglione 1921 tem o ambicioso projeto de trazer uma garrafa o charme da cultura de uma única área dedicada à produção de vinho, longe do habitual, tem como alvo principalmente as vinhas locais como a expressão moderna de uma história milenar. Isso é demonstrado pela longa e prestigiada lista de prêmios recebidos ao longo dos anos. Um papel fundamental é o do enólogo, que em Varvaglione 1921 identifica-se com seu dono. Então, quem descobre a qualidade do vinho, também tem a certeza de um ponto de referência que é Cosimo Varvaglione.

Na sequência do grande sucesso nas últimas competições internacionais de vinhos, a empresa busca cada vez maior convicção e perseverança na qualidade e autenticidade dos seus vinhos. Varvaglione 1921 se apresenta hoje como uma estrutura complexa dividida em três unidades de produção, distintas, mas firmemente conectadas no processo funcional, começando pela antiga fábrica de vinificação e refinação, continuando o novo local de engarrafamento e armazenamento, terminando com a destilaria.

Primitivo

A Primitivo é uma uva muito comum no sul da Itália, mais precisamente na região de Puglia, também conhecida como o salto da bota. Ali, principalmente no IGP de Salento, e especialidade das regiões de Manduria e Gioia del Colle, ela passou de uma casta considerada secundária a uma das mais importantes variedades da região, dando origem a vinhos perfumados e encorpados que estão ganhando o mundo. A vinícola pugliese San Marzano foi uma das pioneiras no renascimento da Primitivo, em grande parte devido ao vinho San Marzano Sessant’Anni Primitivo di Manduria, que foi responsável por tornar a uva mais famosa e conhecida. Um dos motivos dessa revolução é que a uva é perfeita para quem gosta de vinhos de estilo mais carnudo, concentrados e com bastante fruta, mas com acidez mais baixa e taninos leves. Enquanto em climas mais quentes os sabores predominantes são de frutas vermelhas, em regiões de climas mais frios se sobrepõem as frutas pretas e uva passa. Em Manduria, onde os vinhos de Primitivo são mais concentrados, também é comum encontrar a uva em corte com outra cepa regional, a Negroamaro. Seu nome é uma referência à sua época de colheita. A Primitivo é uma uva precoce, o que significa que é a primeira casta tinta a ser colhida, em meados de agosto, enquanto as outras são colhidas em outubro. E, por isso, costumam ter bastante açúcar residual, o que significa um potencial de produzir vinhos com alto teor alcoólico. Embora tenham sido encontradas rastros da cepa na Itália pelo menos desde o século XVIII, existem evidências que o vinho Primitivo tenha sido comercializado em Veneza nos anos 1400. No entanto, um estudo genético mostrou que suas raízes são, na verdade, croatas, onde ela é chamada de Tribidrag. E, para a surpresa de muitos enólogos, ela é geneticamente idêntica à outra uva, a Zinfandel, considerada por muito tempo como uma cepa originalmente californiana.   Primitivo, Zinfanfel ou Tribidrag?   A história que se tem notícia é, em meados do século XIX, imigrantes europeus trouxeram mudas da uva para os Estados Unidos. E, chegando na Califórnia, ela se desenvolveu surpreendentemente, mostrando uma incrível adaptação natural ao terroir da região. Quando os viticultores perceberam que mais ninguém no mundo plantava essa variedade, pensou-se que a Zinfandel fosse uma uva tipicamente indígena norte-americana. De fato, os vinhedos são os mais antigos do país, principalmente na região de Lodi, alguns deles chegando a mais de 100 anos de idade! Não à toa, seu cultivo rapidamente se espalhou por ter sido a primeira casta replantada após a praga Filoxera chegar à Califórnia. Até então, o vinho tradicional produzido a partir dela era um rústico tinto seco de cor rubi intensa, com frutas marcantes, principalmente de compota de amora, framboesa e ameixa. Foi no ano de 1972, no entanto, que a uva foi utilizada pela primeira vez para fazer um vinho rosé claro, resultado de um processo de vinificação que removia as cascas das uvas antes que elas ficassem em contato com o mosto. Este vinho, produzido até hoje com o nome de White Zinfandel é mais leve e doce do que se espera da casta. Hoje, ela é considerada uma uva extremamente versátil da região americana, sendo utilizada para a produção de variedades muito diferentes de vinhos, do branco ou rosé claro aos tintos no estilo do vinho do Porto. Para se ter uma ideia, apenas 15% dos vinhos de Zinfandel californianos são tintos. Suas principais regiões produtoras nos EUA são as montanhas de Napa, Sonoma, Paso Robles e Sierra Foothills.

Manduria

Pense no mapa da Itália. O salto da famosa bota é Puglia, ou Apulia, de onde vêm os vinhos da denominação de origem controlada Primitivo di Manduria! 

Os vinhos Primitivo di Manduria são produzidos com uvas da variedade Primitivo, e na cidade italiana de Manduria ou em seus arredores, delimitados pelo regulamento da denominação. 

A relação da uva italiana Primitivo com a Zinfandel, típica da Califórnia, foi descoberta por acaso, por um professor americano, em 1967. Após décadas de debate, uma pesquisa genética confirmou que as duas descendem de uma antiga variedade da Croácia, a Crljenak Kastelanski. 

Segundo a história, a Primitivo foi implantada na Itália pelos beneditinos, e recebeu esse nome pelo amadurecimento precoce das suas vinhas. Em Manduria, essa cepa encontrou as condições ideias, e acabou se tornando um dos emblemas do vinho de Puglia no mundo inteiro. 

Para ler mais sobre vinhos italianos, clique aqui. 

De cor vermelho-púrpura, adquirindo reflexos laranjas com o envelhecimento, os tintos Primitivo di Manduria têm aroma sutil, complexo e característico, sabor agradável e encorpado que fica aveludado com o tempo, e um teor alcoólico mínimo de 14°. 

Primitivo di Manduria tem notas de ameixa e especiarias, mas tem um caráter menos frutado que o Zinfandel; tem uma estrutura com características mais europeias, com notas rústicas de terra, chocolate, tabaco e especiarias. 

Para experimentar um tinto Primitivo di Manduria, escolha carnes vermelhas assadas ou grelhadas, sopas cremosas, ou queijos maduros. 

Não bastasse tudo isso, o que pode surpreender a muitos é que, além do tradicional vinho tinto, a denominação Primitivo di Manduria também pode se referir a 3 diferentes vinhos de sobremesa: Dolce Naturale (fortificado doce, com teor 16°), Liquoroso Dolce Naturale (fortificado licoroso de 17,5° de álcool) e Liquoroso Secco (licoroso seco, 18°). Essas três versões, menos conhecidas, devem, obrigatoriamente, envelhecer pelo menos 2 anos antes de serem comercializadas.

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