Vinho Português Cartuxa Évora Colheita Branco Blend 2016

1100

Por: R$ 99,90

R$ 99,90 (com 0% no boleto à vista)

em até 1x de R$ 99,90 sem juros no cartão

Frete
Compartilhe:
  • País: Portugal
  • Região: DOC Alentejo
  • Safra: 2016
  • Tipo: Branco
  • Uva: Blend (Antão Vaz e Arinto)
  • Volume: 750 ml
  • Teor alcoólico: 13.5000%
  • Temperatura de serviço: 10,0ºC a 12,0ºC
  • Validade: Validade indeterminada desde que conservado com a sua vedação original em local seco e fresco ao abrigo da luz, sem trepidações, com temperatura constante, sem odores fortes e preferencialmente na posição horizontal.
  • Vinícola: Fundação Eugénio de Almeida - Adega Cartuxa
  • Vinificação: Produzido a partir das castas, Antao Vaz e Arinto, plantadas nas vinhas da Fundação Eugénio de Almeida. Quando as uvas atingem o estado de maturação ideal, são colhidas e transportadas para a adega, onde se inicia o processo tecnologico com desengace total e ligeiro esmagamento. Em seguida, as uvas sao fermentadas em cubas de inox, a temperatura controlada de 16°C. Segue-se estágio sobre borras finas durante nove meses com batonnage regular.
  • Família: Vinho de Mesa Fino
  • Estilo: Seco
  • Coloração: Branco
  • Sommelier: Notas de Prova - Cartuxa Colheita Branco: Vinho de coloração cítrica, amarelo-palha de intensidade média. Possui aroma delicado e fino, com notas de frutas cítricas e flores. Contém sabor médio-corpo, suave, ligeiro acídulo, boa profundidade e harmonia.
  • Acidez total: (g/l) — 5,9
  • PH: 3,24
  • Açúcar residual: Açúcares totais (g/l) — 0,6

Fundação Eugénio de Almeida - Adega Cartuxa

A Fundação Eugénio de Almeida é uma instituição de direito privado e utilidade pública, sediada em Évora. A missão institucional da Fundação concretiza-se nos domínios cultural e educativo, social e assistencial, e espiritual visando o desenvolvimento e elevação da região de Évora. Prosseguindo a exploração da vinha, que desde tempos imemoriais se faz na região, a Fundação Eugénio de Almeida é também herdeira de uma longa história no setor vitivinícola, pois desde o final do Séc. XIX que a cultura da vinha faz parte da tradição produtiva da Casa Agrícola Eugénio de Almeida. 

A iniciativa da plantação dos vinhedos constituíram a origem mais remota dos vinhos da Fundação. Com a expansão e o sucesso progressivos da produção vitivinícola da Instituição, a Adega da Cartuxa, instalada no antigo refeitório da Casa de Repouso dos Jesuítas, foi sendo alvo de melhoramentos. Desses, destaca-se a grande reestruturação que ocorreu entre 1993 e 1995, e que permitiu o reequipamento e a ampliação de todos os setores da adega, aumentando-se de forma considerável seu potencial de vinificação e sua capacidade de armazenagem.

Blend (Antão Vaz e Arinto)

Antão Vaz é a alma dos melhores vinhos brancos do Alentejo. E é tão única, que é das poucas uvas para as quais não se encontram sinônimos. Essa é uma variedade que tem origem na Vidigueira, no sul do Alentejo, e, até bem pouco tempo atrás, estava restrita a essa região. Consistente e produtiva, a vinha da Antão Vaz é bastante resistente à seca e a doenças, e é ideal para o cultivo em clima quente. É uma uva que amadurece de maneira homogênea, facilitando o trabalho do viticultor. Os bagos da Antão Vaz têm casca grossa e são verde amarelados, tornando-se amarelos quando maduros. Os cachos são volumosos e relativamente compactos. Os aromas da Antão Vaz remetem a frutas tropicais maduras, maçã, pera, cascas de tangerina, e minerais. Seus vinhos costumam ser bem estruturados, encorpados, persistentes, e de alta qualidade. Há uma semelhança entre a Antão Vaz, e a Chardonnay: quando as uvas são colhidas no início da estação, os vinhos produzidos costumam ser aromaticamente vibrantes e agradavelmente ácidos, mas se deixada um pouco mais na vinha, atinge altos teores alcoólicos, e pode produzir excelentes vinhos envelhecidos em madeira.   Arinto: uma das mais clássicas castas brancas portuguesas, a Arinto é originária da região de Bucelas, mas seu cultivo se expandiu para diversas áreas, como a Bairrada e Vinho Verde. Dona de ótima acidez, a uva branca Arinto produz vinhos muito frescos, com atraentes aromas de frutas cítricas. Os melhores exemplos de vinhos elaborados com a casta ostentam mineralidade e possuem fermentação realizada em baixas temperaturas, o que garante a alta qualidade dos vinhos da uva. Última moda em Portugal, a uva Arinto é combinada com outra cepa, a Sauvignon Blanc, originando excelentes vinhos. Sendo considerada uma das melhores variedades portuguesas, a uva Arinto é utilizada na elaboração de rótulos nobres, inclusive os com maior grau de envelhecimento. Possuindo maturação tardia, a uva é facilmente reconhecida no vinhedo por suas características estruturais. Com bagos pequenos e cor verde amarelada, a uva Arinto possui difícil vinificação, além de possuir sensibilidade a falta de umidade em solos de cultivo. Seus vinhos possuem ótima acidez e podem ser achados vinificados no estilo varietal e em corte, com as uvas Chardonnay e a casta Verdelho. Com complexidade e elegância, acredita-se que a uva Arinto foi levada para a região de Bucelas na época das cruzadas, após o retorno de alguns cavalheiros para a região próxima de Lisboa. Com folhas grandes e cachos bem compactos, as videiras da casta Arinto não suportam temperaturas muito elevadas, sendo cultivada em áreas onde o calor predomina na parte da tarde, com noites bem frescas e manhãs com leve presença de nevoeiros. Com excelentes rótulos elaborados e produzidos a partir da sua casta, a uva Arinto possui grande popularidade no mundo do vinho, sendo bastante cultuada e apreciada por admiradores.

DOC Alentejo

A região portuguesa de Alentejo apresenta um clima caracterizado pela baixa incidência de chuvas, verões intensos e o inverno pouco rigoroso, que é um dos maiores responsáveis pela qualidade dos vinhos lá produzidos, em geral degustados enquanto jovens.

A tradição vinícola da região de Alentejo existe desde a época do Império Romano. Os solos da região de Alentejo possuem diferentes composições de acordo com o extremo em que se localizam. A maioria apresenta xisto, enquanto outros solos caracterizam-se pela presença de areia.

Outro ponto importante é a baixa altitude em que os vinhedos encontram-se, variando entre 50 e 200 m, característica que cria condições ideais para o cultivo das castas autóctones Trincadeira, Aragonês e Alicante Bouchet. Com mais de 22 mil hectares de vinhedos plantados, a região de Alentejo produz, anualmente, cerca de 88 milhões de litros de vinho, sendo responsável pela maior parte da produção de vinhos de Portugal.

Com mais de três mil horas de sol por ano, solos pobres e apenas 600mm de chuvas anuais, o Alentejo produz vinhos que adquirem harmonia e elegância já no primeiro ano de vida. As diferentes safras mantém um padrão alto e constante dos vinhos ano após ano. Os vinhos alentejanos são muitos sedutores e conquistam os enófilos logo no primeiro gole.

A capital, Évora, é Patrimônio Histórico da Humanidade, tomada pela UNESCO. Do Alentejo também vêm os tapetes de Arraiolos e os belos mármores de Estremoz.

0 AVALIAÇÕES - 0.00 DE 5 ESTRELAS

  • Ótimo:

    0.0%

  • Muito bom:

    0.0%

  • Bom:

    0.0%

  • Não gostei:

    0.0%

  • Péssimo:

    0.0%

Avalie este produto:

Avaliar