BOX - Compre 06 unidades do espumante .Nero Brut 750 ML e ganhe 01 unidade do magnun 1,5 L

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Contemporâneo e atemporal! O propósito dos espumantes  .Nero  é manter sua natural delicadeza, refrescância e harmonia, proporcionando prazer inigualável a quem os degusta. Extremamente versáteis, revelando um perlage fino e delicado, além de aromas nitidamente frutados.
  • País: Brasil
  • Região: Vale dos Vinhedos
  • Tipo: Branco
  • Uva: Blend (Chardonnay 60,0%, Pinot Noir 30,0% e Riesling Itálico 10,0%)
  • Volume: 750 ml
  • Teor alcoólico: 12.0000%
  • Temperatura de serviço: 4,0ºC a 6,0ºC
  • Combinações enogastronômicas: Canapés, Mix de folhas verdes e Risoto de aspargos.
  • Vinificação: Elaboração do vinho base. - Seleção final dos cachos; - Prensagem direta das uvas frescas, prensa com atmosfera inerte; - Clarificação do mosto e inóculo de leveduras selecionadas Saccharomyces cerevisiae; - Fermentação alcoólica com temperatura entre 15º e 16ºC; - Assemblage, mescla dos vinhos Chardonnay, Pinot Noir e Riesling Itálico; - Estabilização tartárica e filtração; Tomada de espuma - Método Charmat - Inoculação de leveduras selecionadas; -Segunda fermentação dentro de tanques de alta pressão com temperatura de 12ºC; - Maturação por 6 meses ocorrendo autólise de leveduras; - Filtração e adição do licor de expedição; - Envase, arrolhamento e rotulagem;
  • Estilo: Brut
  • Coloração: Branco
  • Sommelier: Notas de Prova - .Nero Brut : Visão: Coloração amarelo palha com perlage fino e persistente. Olfato: O elegante aroma frutado é dominado por notas de maçã, abacaxi e melão mesclados a delicadas nuances florais. Paladar: O equilíbrio gustativo é o resultado da perfeita harmonia entre as três uvas que o compõem. Notas frutadas preenchem o paladar com uma textura cremosa e viva acidez, tornando-o leve e fresco.
  • Acidez total: Acidez Total: 5,28 g/l de ácido tartárico e Acidez Volátil: 0,15g/l de ácido acético.
  • PH: pH: 3,2
  • Açúcar residual: Açúcares totais em glicose: 12g/l

Blend (Chardonnay 60,0%, Pinot Noir 30,0% e Riesling Itálico 10,0%)

A Chardonnay é a uva branca de maior sucesso em todo o mundo, está para os brancos assim como a Cabernet Sauvignon para os tintos. A casta é originária da Borgonha, onde há vinhos maravilhosos, incrivelmente elegantes e complexos. No Novo Mundo, consagrou-se na Califórnia, Austrália, Chile, Argentina, África do Sul, Nova Zelândia, Brasil e muitos outros locais. Na Europa, também produz grandes vinhos em muitas regiões. Há vários estilos diferentes, alguns mais elegantes, outros mais exuberantes. A casta Chardonnay se presta muito bem ao envelhecimento em carvalho. No entanto, como para qualquer uva de muito sucesso, existem também diversos exemplares de menor qualidade, e é essencial prestar atenção ao nome do produtor.  Certamente a mais famosa e popular das uvas brancas, a Chardonnay é uma casta que pode assumir diversas personalidades, dependendo de onde é cultivada e como é vinificada. Considerada a rainha das uvas brancas, é a matéria-prima dos grandes vinhos brancos franceses da Borgonha – os mais caros e disputados vinhos brancos do planeta. É uma uva neutra e de fácil cultivo, sendo encontrada em praticamente todas as regiões produtoras de vinho ao redor do mundo. A Chardonnay é fruto de um cruzamento natural entre a uva Pinot Noir e a casta Gouais Blanc, e seu nome é o mesmo que o de um vilarejo perto de Uchizy, na região de Mâcon, no sul da Borgonha. A uva é reconhecida desde o século XVI, quando era plantada do extremo sul da Borgonha até Champagne. Os vinhos elaborados com a uva Chardonnay podem ter os mais variados estilos que caracterizam um branco: desde leve e neutro aos mais encorpados e longevos, passando pelos espumantes e até os vinhos de sobremesa. Mesmo os vinhos elaborados na região produtora mais emblemática desta uva – a Borgonha – podem ser completamente distintos. O famoso Chablis, por exemplo, é um branco fresco e mineral, produzido sem influência de barricas de carvalho. Já o encorpado Meursault, é denso e potente, com notas típicas da maturação em barricas. Nos países do Novo Mundo, notadamente mais quentes, os vinhos podem combinar as notas de carvalho com uma acidez mais baixa e notas amanteigadas, em um estilo fácil de beber. Os exemplos mais comerciais desse estilo de Chardonnay geraram nos enófilos menos avisados um preconceito contra a casta. Mas se analisarmos todos os estilos de Chardonnay disponíveis no mercado, concluiremos que há pelo menos um tipo capaz de agradar qualquer amante de vinho. Os vinhos mais simples, como alguns da América do Sul e sul da França, podem ser servidos mais gelados e devem ser consumidos ainda jovens, enquanto os melhores vinhos podem durar décadas e necessitam de uma temperatura mais alta, em torno de 12o C, para mostrarem todas as suas qualidades. O maior exemplo de todos é o grandioso Montrachet, que pode evoluir por décadas... E custar pequenas fortunas! Pinot Noir é uma das uvas mais antigas, com cerca de 20 séculos de existência! A excelente variedade tinta da Borgonha revela características muito próprias e grande personalidade, bem diferente da uva Cabernet Sauvignon, e das castas Merlot e Syrah.  Os bons vinhos de Pinot Noir primam pela elegância, finesse e complexidade, com maravilhosos e sutis aromas. Em nenhum outro lugar ela atinge o nível de qualidade e o estilo de sua terra natal, a Borgonha. Mas hoje há ótimos Pinot Noir também em regiões como a Nova Zelândia e em Oregon, além das áreas mais frias do Chile, África do Sul, Austrália e Argentina, sem contar as experiências de muitos produtores europeus no Norte da Itália, Alemanha e outras regiões. Ela também é uma das principais uvas dos Champagne. A Pinot Noir é uma das castas mais antigas do planeta, com mais de 2 mil anos de história e centenas de clones diferentes. A família de uvas Pinot é descendente da Vitis vinifera silvestris, a uva selvagem, provavelmente “domesticada” para a produção de vinhos. Seu local de origem é incerto, com hipóteses diversas, entre elas, o norte da França, Egito ou Lombardia. Há duas suposições para a origem do nome Pinot. A primeira é uma referência ao cacho, com formato de pinha. A segunda diz que o nome vem da cidade de Pignols em Puy-de-Dôme, na França. A Pinot Noir é considerada uma das uvas mais difíceis de ser cultivada. Além de ser propensa a diversas doenças, ela matura cedo, sofrendo em climas mais quentes. O solo ideal para a casta Pinot é o argilo-calcário conferindo aos vinhos mais taninos. A graça de um bom vinho Pinot Noir está no bouquet repleto de aromas e nas diversas sutilezas e nuances que o vinho é capaz de oferecer. Por não ser tão óbvio, é tido por muitos apreciadores como um vinho para especialistas. Na verdade, é muito fácil se render aos encantos de um bom Pinot Noir, que combina grande elegância e sofisticação com saborosas notas de fruta. É um vinho de taninos suaves e ótima acidez, o que o torna incrivelmente gastronômico. A Pinot Noir é uma das melhores uvas para exemplificar o conceito de terroir. Mesmo com uma assinatura própria, ela dá origem a vinhos bastante distintos dependendo de onde é plantada. Do mesmo modo que é praticamente impossível reproduzir os vinhos da Borgonha, é muito difícil produzir os Pinots de outras partes do mundo. Cada terroir valoriza uma faceta desta fantástica uva. A uva Riesling Itálica é uma variedade relativamente desconhecida e pouco difundida entre todas as castas vitivinícolas. É cultivada em pequenas quantidades no norte da Itália e em alguns países da Europa Central (Eslovênia, República Tcheca, Hungria e, principalmente, na Croácia). No entanto, foi no Brasil que essa variedade se popularizou, sendo uma das viníferas brancas mais importantes do país. Foi difundida especialmente na região da Serra Gaúcha, através de amostras importadas em 1900 pela Estação Agronômica de Porto Alegre, e teve sua produção em ascensão, chegando a mais de 11 mil toneladas de frutos cultivados em 1990. A partir de então, sua produção vem sofrendo constante declínio, e atualmente oscila entre 4 e 8 mil toneladas ao ano. A chegada da uva Riesling Itálica no Brasil está relacionada à imigração italiana na região das Serras Gaúchas no final do século XIX. Foi a primeira casta nobre a ser direcionada na produção de vinhos brancos varietais, sendo utilizada em grande escala graças a sua alta produtividade. Apresenta boa fertilidade e capacidade de brotação, representando uma casta bastante indicada para produção em grande escala. O típico vinho elaborado a partir da Riesling Itálica conta com uma coloração palha e suaves reflexos esverdeados, o que traz a ele visual bastante atrativo. Apresentam aromas e sabores pouco marcantes e intensos, que trazem notas de frutas cítricas, maça e flores brancas. Na boca, revela-se um sabor agradável e delicado, com acidez equilibrada. É um vinho fresco, leve, de teor alcoólico moderado, que não apresenta grande permanência na boca mas encanta com sua sutileza.   Vale ressaltar que a Riesling Itálica também é muito valorizada, aqui no Brasil, na elaboração de deliciosos espumantes, que se destacam pelo seu caráter leve e convidativo, repleto de notas frescas. São extremamente fáceis de gostar e podem ser harmonizados com diversos pratos ou como aperitivo. Uma opção versátil, muito saborosa e com uma ótima relação entre qualidade e preço.

Vale dos Vinhedos

Localizado na Serra Gaúcha e inserido no encontro dos municípios de Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul, o Vale representa o legado histórico, cultural e gastronômico deixado pelos imigrantes italianos que chegaram à região em 1875, em perfeita harmonia com as modernas tecnologias para produção de uva e vinhos finos e infraestrutura turística de alta qualidade. 
 
Com paisagens apaixonantes que apresentam diferentes tonalidades nas quatro estações do ano, o Vale dos Vinhedos encanta também pela hospitalidade de seus moradores e pela qualidade dos serviços e produtos oferecidos. 
 
Pequenas propriedades rurais compartilham o território com vinícolas de diferentes portes, contemplando desde cantinas familiares, boutiques e de garagem, assim como grandes empresas que contam com parcerias internacionais.  
 
Os vinhos do Vale dos Vinhedos apresentam identidade, sendo os únicos no Brasil a deterem Denominação de Origem. A região foi a primeira no país a ser reconhecida como Indicação Geográfica, sendo garantida pela Aprovale a origem dos vinhos finos aqui produzidos.  
 
As vinícolas e atrações situadas no vale estão abertas à visitação ao longo de todo o ano. Assim como podem ser realizadas visitas guiadas, degustações comentadas e jantares harmonizados. Complementando a oferta turística, hotéis, pousadas, restaurantes, bistrôs, ateliês de arte, armazéns de queijos, doces e geleias coloniais e gourmet estão distribuídos ao logo da rota que reserva inúmeras outras atrações aos que ingressam neste vale encantador. 

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