Achaval Ferrer Quimera Blend Tinto 2012 411 | Enoteca Brasil
Achaval Ferrer Quimera Blend Tinto 2012 411

Achaval Ferrer Quimera Blend Tinto 2012

Ref.: 411 Compra Segura

Vinho Argentino Achaval Ferrer Quimera Blend Tinto 2012

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Vinho Argentino Achaval Ferrer Quimera Blend Tinto 2012

Assim como o ser mitológico, o Quimera de Achaval-Ferrer é fruto da junção de distintos ingredientes (uvas e vinhedos nesse caso) em busca da utopia da perfeição. “Desenhado” pelo talentoso enólogo italiano Roberto Cipresso e por Santiago Achaval, o Quimera é produzido com uvas de vinhedos antigos de três zonas vitivinícolas de Mendoza (Luján de Cuyo, Valle de Uco/Tupungato e Medrano), cujo rendimento médio é inferior a 800 g. de uva por videira, sendo necessárias duas videiras para se produzir uma única garrafa de Quimera. 

Tinto

Cabernet Franc

Uva da variedade Cabernet Franc

A casta Cabernet Franc já foi uma das principais uvas da região francesa de Bordeaux.

Também conhecida como “bouchet” em Saint-Émilion, a casta é mencionada pela primeira vez na região no século I.

Hoje essa variedade de uva aparece em cortes com a casta Cabernet Sauvignon e a uva Merlot, dando origem ao famoso corte bordalês, muito celebrado na região que lhe conferiu o nome.

O cacho da uva Cabernet Franc possui tamanho pequeno e cor violeta acentuada.

Os bagos da casta são extremamente delicados e com formato redondo. A uva é muito cultivada na França, mas é utilizada na elaboração de vinhos extraordinários no Norte da Itália, no Vale do Maipo localizado no Chile e no Vale dos Vinhedos no Brasil.

A uva Cabernet Franc amadurece cedo, podendo ser cultivada em regiões de clima quente ou frio. A casta com o tempo perdeu muito espaço para as uvas Merlot e Cabernet Sauvignon na elaboração de vinhos tintos, entretanto, o que muitos não sabem, é que foi a casta Cabernet Franc que deu origem a casta Cabernet Sauvignon, já que foi o cruzamento da Franc com a Sauvignon Blanc que originou a conhecida e aclamada uva.

Já na região do Vale do Loire, dá origem a vinhos varietais (tintos e rosés) repletos de aromas de ameixas e amoras, notas herbáceas e até florais, como violeta.

No palato, revela um corpo médio e taninos longos, que indicam boa guarda. Devido a excelente acidez natural encontrada nos vinhos produzidos com a casta Cabernet Franc, os tintos e rosés são ideais para harmonizações com queijo de cabra, queijo feta, cogumelos, quiche de espinafre e ervas aromáticas, como sálvia, tomilho e alecrim.

A casta Cabernet Franc é utilizada na elaboração de tintos fantásticos, entre eles o “Alzero Cabernet Franc IGT 1998” do produtor italiano Giuseppe Quintarelli

Cabernet Sauvignon

Uva da variedade Cabernet Sauvignon

A casta Cabernet Sauvignon (resultado do cruzamento das uvas Cabernet Franc e Sauvignon Blanc) é uma das mais famosas e a mais bem-sucedidas uvas tintas do mundo, originária da região francesa de Bordeaux (como indicam documentos do século XVIII).

Ela compõe vinhos tintos encorpados e concentrados, muitas vezes envelhecidos em carvalho.

Alguns exemplares podem durar muito tempo, e podem também ser elegantes e complexos, enquanto outros são mais intensos e exuberantes.

Hoje, a onipresente uva Cabernet Sauvignon produz ótimos vinhos nas regiões mais diversas: Bordeaux, Itália, Portugal, Espanha, Austrália, Califórnia, Chile, Argentina, Nova Zelândia e África do Sul, entre outras.

Cada uma com seu estilo próprio e suas peculiaridades.

Por ser o componente principal de todos os cinco Premier Grand Cru Classés de Bordeaux, a variedade foi plantada nos quatro cantos do planeta e diversos dos melhores tintos do mundo são elaborados com ela.

A Cabernet Sauvignon é uma uva relativamente fácil de ser cultivada, mas que demanda uma grande insolação para alcançar o pleno amadurecimento.

Essa é uma das razões do porquê na sua região de origem – Bordeaux, na França – ela aparece em quantidade menor que sua companheira Merlot, que por sua vez necessita de menos sol para amadurecer.

Apesar de ser comumente associada aos tintos de Bordeaux, a uva Cabernet Sauvignon se desenvolve particularmente bem apenas na região de Médoc e em alguns outros poucos terroirs de Bordeaux.

Por outro lado, o sol abundante do Novo Mundo, em lugares como a Califórnia e o Chile, permite que a uva Cabernet fique completamente madura e acumule bastante açúcar.

Os cachos são pequenos e os bagos miúdos e de casca espessa.

Os vinhos tintos elaborados com ela são encorpados e concentrados, com taninos potentes e muitas vezes envelhecidos em carvalho, para que o vinho fique mais complexo e macio.

Alguns de seus vinhos podem durar muito tempo, e podem também ser elegantes e complexos, enquanto outros são mais intensos e exuberantes.

Malbec

Uva da variedade Malbec

Também conhecida como Auxerrois ou Côt Noir em sua terra natal, Cahors (região quente localizada no sudoeste da França), a uva Malbec é ainda hoje a grande estrela da região fazendo vinhos tintos interessantes, austeros, escuros, aromáticos e muito agradáveis, normalmente produzidos com corte de sua casta (mínimo 70%), sua prima Tannat e Merlot.

A uva Malbec possui cacho de tamanho médio com bagos em formato de esfera.

A casta apresenta polpa macia e cor preta azulada.

Os vinhos produzidos com a casta Malbec apresentam cor vermelho púrpura, sendo essa extremamente intensa.

A casta foi amplamente utilizada em Bordeaux, onde recebeu o nome de Malbec, até meados do século 20 (perdendo espaço para Merlot e Cabernet Franc).

Hoje, entra em proporções minoritárias em alguns cortes dessa região.

A casta Malbec alcançou sua grande consagração na Argentina, onde produz alguns vinhos tintos excelentes, muito ricos e concentrados, com um caráter macio e cheio de fruta.

Os grandes Malbec argentinos são criação de Nicolás Catena Zapata (produtor da região de Mendonza), que realizou a seleção clonal científica desta variedade nos anos 90, dando origem a exemplares bem mais finos, macios, concentrados, de qualidade muito superior aos rústicos vinhos que antes eram elaborados com ela.

A uva Malbec também pode ser encontrada na Itália, Chile, Austrália e outros países do Novo Mundo.

Os vinhos produzidos com a casta Malbec na Argentina são excelentes para harmonização com cogumelos, carré de cordeiro com crosta de ervas e pato confit.

Já os que contam com produção na terra natal da casta Malbec, Cahors, são ideais para serem degustados e apreciados na companhia de um cassoulet.

Merlot

Uva da variedade Merlot

A palavra “merlot” significa “pequeno merle”, ou melro, em francês, um pequeno pássaro preto comum na Europa.

A origem do nome talvez esteja na comparação da cor preto-azulada das uvas maduras com a cor dessa ave, ou na forma como os melros gostam de comer essas uvas antes da colheita.

Na realidade, os melros são considerados pelos enólogos como uma das pragas da vinha.

Originária da região de Bordeaux, na França, a Merlot é descendente da Cabernet Franc e meia irmã da Carménère e da Cabernet Sauvignon

. Os primeiros registros oficiais são recentes, de 1784 em Bordeaux (Cotes de Libournais).

Na Itália (Vêneto), ela é mencionada apenas em 1855, com o nome de “Bordò”.

Hoje é a uva mais cultivada em Bordeaux e a terceira na França (atrás da Carignan e da Grenache).

Na margem direita de Bordeaux (Saint-Émilion e Pomerol), ela domina amplamente, enquanto na margem oposta ela corresponde no máximo a 25%, com maior destaque na sub-região de Saint-Estephe.

Hoje em dia, é uma das uvas tintas mais cultivadas no mundo, competindo somente com a Cabernet Sauvignon entre as mais conhecidas.

Em Bordeaux, soma 101 mil hectares, contra os 53 mil hectares de Cabernet Sauvignon.

No mundo, já existem mais de 250 mil hectares de vinhedos plantados com esta casta.

Petit Verdot

A uva Petit Verdot é mais uma das castas que compõem o corte bordalês.

Sua origem, embora incerta, é atribuída à região de Bordeaux na França, mas há indícios de que foi trazida pelos romanos do Mediterrâneo.

Normalmente, é utilizada em pequenas doses nos cortes com a uva Cabernet Sauvignon para dar cor e corpo aos vinhos tintos (na região de Médoc se utiliza em torno de 1% a 5%).

Dentre todas as uvas cultivadas na região de Bordeaux, a casta bordalesa Petit Verdot é uma das que mais demora para chegar a fase de maturação, contribuindo com a elaboração de vinhos tintos densos e bastante escuros.

O nome Petit Verdot foi atribuído a casta por conta do pequeno tamanho de seu cacho e por existir em seus bagos frutos de cor escura e outros com tom esverdeado, graças a uma característica bastante predominante da cepa, o amadurecimento tardio.

Sendo uma das castas com maior presença de flavonoides, a uva bordalesa Petit Verdot é uma das que mais trazem benefícios a saúde, contribuindo para o retardamento do envelhecimento e reduzindo os danos causados pelos radicais livres.

Os tintos elaborados com a cepa francesa Petit Verdot vêm ganhando o mundo, sendo bastante apreciados na Austrália, Argentina, Espanha, Portugal, Itália e na região da Califórnia.

A casta Petit Verdot também pode aparecer em vinhos varietais, principalmente australianos e espanhóis da região de Jumilla, originando tintos intensos e vigorosos.

Quando jovens, os vinhos tintos revelam aromas de bananas e madeira, e quando amadurecem, apresentam toques animais.

Os vinhos da cepa francesa Petit Verdot harmonizam de excelente forma com alimentos que possuam bastante presença de proteína.

Entretanto, os excelentes rótulos elaborados com a uva podem ser apreciados e degustados sozinhos, exaltando as características marcantes e únicas que a Petit Verdot concede ao paladar.

2012

Colheita das uvas durante o ano de 2012

750 ml

Tamanho da garrafa 750 ml - Padrão

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