Vinho Italiano Luccarelli Puglia Rosso safra 2015

Luccarelli Puglia Rosso Tinto 2015

Ref.: 0872 Compra Segura

Vinho Italiano Luccarelli Puglia Rosso tinto safra 2015
Produzido pela vinícola Luccarelli, blend de Primitivo, Negroamaro, Malvasia Nera e Sangiovese.

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Vinho Italiano Luccarelli Puglia Rosso safra 2015

A produção do Lucarelli Puglia Rosso foi inspirada nos três elementos fundamentais para seu produtor: cuidado da terra, cuidado com as uvas e cuidado com o trabalho.

Blend de uvas primitivo, negroamaro, malvasia nera e sangiovese.

Estas preocupações fundamentais refletem na elegância dos aromas e na complexidade da estrutura de um vinho como este.

Aroma de frutas vermelhas, frutas negras, ervas e baunilha.

Taninos suaves, de texturas macias, longo final de boca.

Harmonização: Carnes vermelhas, massas com molhos fortes e queijo curado.

Teor Alcoólico: 12,5%

Tinto

Blend

Malvasia

A uva branca Malvasia tem sua origem na Grécia Antiga, quando já possuía grande relevância para a produção vitivinícola e servia ao consumo de vinhos da elite grega. A variedade ganhou ainda mais notoriedade com a ascensão da região de Bordeaux e com o sucesso dos excelentes vinhos doces produzidos nas Ilhas Canárias, arquipélago espanhol localizado próximo ao Marrocos. A Malvasia é uma uva forte e de bons rendimentos, que dá origem a vinhos renomados e conhecidos em todo o mundo, participando, inclusive, da elaboração de grandes nomes como os Vinhos do Porto, Vinhos Madeira, os Vinhos Frascati e os reputados Chianti. É quase impossível definir um único estilo para os vinhos elaborados a partir da uva Malvasia, e isso se dá devido à amplitude de subvariedades que essa casta apresenta. No entanto, as notas de aromas frequentemente encontradas nos seus vinhos brancos são as de damasco, pêssego e passas brancas. Já nos vinhos tintos, encontram-se notas de chocolate e, com o envelhecimento da Malvasia, os exemplares tendem a apresentar sabores e aromas de nozes. O vinho “15 Years Old Malmsey Rich”, do produtor Blandy’s, é elaborado com a presença da uva Malmsey, subvariedade da casta Malvasia, cultivada em vinhedos da Ilha da Madeira, em Portugal. Ideal para ser degustado com frutas secas, tortas e chocolates amargos, o vinho é envelhecido por 15 anos em casco de carvalho e recebeu 92 pontos da renomada revista Wine Spectator. Existem inúmeras subvariedades da uva Malvasia, os tipos de uvas brancas mais conhecidos são a Malvasia di Candia, Malvasia Bianca di Candia, Malmsey, Verdina, Malvoisier, Luvarella, Malvasia del Lazio e Malvasia Puntinati. Já entre as subvariedades de uva tinta, as mais reputadas são a Malvasia Parda e a Malvasia Nera. Há notáveis diferenças entre as subvariedades desse tipo de uva, entretanto, algumas características essenciais podem ser encontradas em todas elas, como, por exemplo, sua melhor adaptação a climas secos e solos bem drenados, localizados em terrenos inclinados, de forma que favoreçam o escoamento da água, uma vez que em climas úmidos, a Malvasia é mais propensa ao desenvolvimento de doenças fungicas como o oídio e a podridão. A uva Malvasia pode ser encontrada com maior facilidade em vinhedos de regiões da Itália, Espanha e Portugal, entretanto, isso não impede que esse tipo de uva também seja cultivado em diversos outros locais do mundo, da Califórnia à Croácia, passando por Brasil e Austrália.

Negroamaro

Uva de origem incerta, a Negroamaro é cultivada em toda Puglia, especialmente na parte sul. O mais provável é que tenha sido levada para a Itália por colonos gregos, por volta do século 8 a.C., e encontrou o seu habitat ideal nesta região árida e rochosa.O que é certo dizer sobre essa uva é que ela é uma das mais antigas em solo italiano. Atualmente, há cerca de 17.000 hectares plantados com essa tinta por lá.Há quem acredite que parte de seu nome, Negro, seja uma referência óbvia à sua cor muito escura. Já Amaro pode estar relacionado aos seus fortes taninos ou ao fato de que, no passado, o vinho elaborado com essa uva era fermentado com as cascas por um longo tempo, resultando em uma bebida escura e com certo amargor. Avideira Negroamaro tem uma produção abundante, prefere solos calcário-argilosos, mas também se adapta bem a outros tipos de solos e a climas quentes e áridos. É utilizada na elaboração de varietais e blends. Tradicionalmente, é combinada com as uvas Malvasia Nera ou Susumaniello. Nos últimos anos, produtores têm experimentado misturá-la com a Primitivo. Seus exemplares costumam apresentar alto teor de álcool, aromas florais e frutados.

Primitivo

A Primitivo é uma uva muito comum no sul da Itália, mais precisamente na região de Puglia, também conhecida como o salto da bota. Ali, principalmente no IGP de Salento, e especialidade das regiões de Manduria e Gioia del Colle, ela passou de uma casta considerada secundária a uma das mais importantes variedades da região, dando origem a vinhos perfumados e encorpados que estão ganhando o mundo.

Esta uva é perfeita para quem gosta de vinhos de estilo mais carnudo, concentrados e com bastante fruta, mas com acidez mais baixa e taninos leves. Enquanto em climas mais quentes os sabores predominantes são de frutas vermelhas, em regiões de climas mais frios se sobrepõem as frutas pretas e uva passa. Em Manduria, onde os vinhos de Primitivo são mais concentrados, também é comum encontrar a uva em corte com outra cepa regional, a Negroamaro.

Seu nome é uma referência à sua época de colheita. A Primitivo é uma uva precoce, o que significa que é a primeira casta tinta a ser colhida, em meados de agosto, enquanto as outras são colhidas em outubro. E, por isso, costumam ter bastante açúcar residual, o que significa um potencial de produzir vinhos com alto teor alcoólico.

Embora tenham sido encontradas rastros da cepa na Itália pelo menos desde o século XVIII, existem evidências que o vinho Primitivo tenha sido comercializado em Veneza nos anos 1400. No entanto, um estudo genético mostrou que suas raízes são, na verdade, croatas, onde ela é chamada de Tribidrag. E, para a surpresa de muitos enólogos, ela é geneticamente idêntica à outra uva, a Zinfandel, considerada por muito tempo como uma cepa originalmente californiana.

 

 

Sangiovese

Sangiovese é a uva mais cultivada na Itália – ocupa cerca de 10% dos vinhedos do país – principalmente na região da Toscana. Sendo uma uva de fácil cultivo, a Sangiovese possui cachos com grande quantidade de bagos com pele espessa. A casta pode ser vinificada de modo varietal, sendo utilizada na elaboração do grande e cultuado Brunello, ou em corte com outras espécies de uvas, como no caso dos Chianti e Supertoscanos. A casta Sangiovese também é utilizada nos cortes de muitos dos chamados vinhos “supertoscanos” (vinhos mais modernos) e em várias outras regiões italianas, além de ser a uva mais cultivada na Corsica – nessa ilha francesa ela é chamada de Niellccio. Seus vinhos tintos variam enormemente dependendo da denominação – dos mais leves aos mais ricos e intensos, de personalidade bem italiana, sempre com ótima acidez e uma certa “secura”. Alguns, como os Brunello, podem ser bastante encorpados e concentrados.

Italiano

Vinho Italiano

Ficando atrás apenas da França, os vinhos italianos ficam em segundo lugar como os mais produzidos no mundo todo.

Os principais vinhos italianos são conhecidos como cinco b's: Brunello, Brabaresco, Bholgueri, Barbera e Barolo.

Na verdade, os vinhos italianos são muito mais que isso. Possue muitas regiões vinícolas, bem como diversos blend de castas que se traduzem num dos melhores vinhos do mundo.

2015

Colheita das uvas e produção do vinho na safra 2015

750 ml

Tamanho da garrafa 750 ml - Padrão

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