Vinho Italiano Piccini Memoro Branco Blend
-50%

Piccini Memoro Branco Blend

Ref.: 534 Compra Segura

Vinho Italiano Piccini Memoro Branco Blend
É um branco muito original, elaborado com Viognier da Sicília, Chardonnay do Trentino, Vermentino da Maremma e Pecorino do Marche. Reflete, por isso, o autêntico acento italiano.

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País: Itália

Região: Castellina in Chianti

Tipo: Branco

Uva: Blend (50% Viognier, 20% Chardonnay, 20% Vermentino e 10% Pecorino)

Volume: 750 ml

Teor alcoólico: 14.0000%

Temperatura de serviço: 9,0ºC a 11,0ºC

Combinações enogastronômicas: Combina com aves, peixes, crustáceos e frutos do mar e também pode ser servido como aperitivo.

Validade: Validade indeterminada desde que conservado com a sua vedação original em local seco e fresco ao abrigo da luz, sem trepidações, com temperatura constante, sem odores fortes e preferencialmente na posição horizontal.

Vinícola: Tenute Piccini

Vinificação: A vinificação é tradicional com controle de temperatura. O vinho não passa por madeira para preservar seus aromas primários e o frescor.

Família: Vinho de Mesa Fino

Estilo: Seco

Coloração: Branco

Aroma: pera e mel e tem um toque de pão tostado.

Paladar: elegante, com presença e boa estrutura.
Branco

Chardonnay

Chardonnay é a uva branca de maior sucesso em todo o mundo, está para os brancos assim como a Cabernet Sauvignon para os tintos. A casta é originária da Borgonha, onde há vinhos maravilhosos, incrivelmente elegantes e complexos. No Novo Mundo, consagrou-se na Califórnia, Austrália, Chile, Argentina, África do Sul, Nova Zelândia, Brasil e muitos outros locais. Na Europa, também produz grandes vinhos em muitas regiões. Há vários estilos diferentes, alguns mais elegantes, outros mais exuberantes. A casta Chardonnay se presta muito bem ao envelhecimento em carvalho. No entanto, como para qualquer uva de muito sucesso, existem também diversos exemplares de menor qualidade, e é essencial prestar atenção ao nome do produtor.  Certamente a mais famosa e popular das uvas brancas, a Chardonnay é uma casta que pode assumir diversas personalidades, dependendo de onde é cultivada e como é vinificada. Considerada a rainha das uvas brancas, é a matéria-prima dos grandes vinhos brancos franceses da Borgonha – os mais caros e disputados vinhos brancos do planeta. É uma uva neutra e de fácil cultivo, sendo encontrada em praticamente todas as regiões produtoras de vinho ao redor do mundo. Chardonnay é fruto de um cruzamento natural entre a uva Pinot Noir e a casta Gouais Blanc, e seu nome é o mesmo que o de um vilarejo perto de Uchizy, na região de Mâcon, no sul da Borgonha. A uva é reconhecida desde o século XVI, quando era plantada do extremo sul da Borgonha até Champagne. Os vinhos elaborados com a uva Chardonnay podem ter os mais variados estilos que caracterizam um branco: desde leve e neutro aos mais encorpados e longevos, passando pelos espumantes e até os vinhos de sobremesa. Mesmo os vinhos elaborados na região produtora mais emblemática desta uva – a Borgonha – podem ser completamente distintos. O famoso Chablis, por exemplo, é um branco fresco e mineral, produzido sem influência de barricas de carvalho. Já o encorpado Meursault, é denso e potente, com notas típicas da maturação em barricas. Nos países do Novo Mundo, notadamente mais quentes, os vinhos podem combinar as notas de carvalho com uma acidez mais baixa e notas amanteigadas, em um estilo fácil de beber. Os exemplos mais comerciais desse estilo de Chardonnay geraram nos enófilos menos avisados um preconceito contra a casta. Mas se analisarmos todos os estilos de Chardonnay disponíveis no mercado, concluiremos que há pelo menos um tipo capaz de agradar qualquer amante de vinho. Os vinhos mais simples, como alguns da América do Sul e sul da França, podem ser servidos mais gelados e devem ser consumidos ainda jovens, enquanto os melhores vinhos podem durar décadas e necessitam de uma temperatura mais alta, em torno de 12o C, para mostrarem todas as suas qualidades. O maior exemplo de todos é o grandioso Montrachet, que pode evoluir por décadas... E custar pequenas fortunas! 

Pecorino

A uva branca Pecorino é uma variedade utilizada, principalmente, nas regiões costeiras do leste da Itália – em Marche e Abruzzo. Os vinhos elaborados a partir da uva Pecorino são secos e minerais, com coloração amarelo-palha e um elegante bouquet floral de acácia e jasmim. Trata-se de uma variedade com longa história no mundo do vinho, cultivada na região de Marche durante centenas de anos. No entanto, seus baixos rendimentos tem contribuído para que seja substituída por outras cepas, como a Trebbiano, por exemplo. Durante o século XX, a uva Pecorino estava quase extinta quando, na década de 1980, um produtor local deu início a pesquisas para “restaurar” algumas vinhas esquecidas na região. Desde então, as plantações da variedade têm crescido notavelmente, principalmente na Umbria, Toscana, Abruzzo e Marche. A Pecorino é responsável por adicionar notável acidez nos exemplares, além de um elevado teor de açúcar, duas características que a tornam popular entre os produtores e enólogos. O açúcar natural da variedade se traduz, razoavelmente, em álcool, contudo, a acidez ajuda a equilibrar estes pontos, dando origem a vinhos nítidos e frescos. Além disso, a uva Pecorino se adapta melhor quando cultivada em regiões com elevadas altitudes, onde existe boa incidência solar nas vinhas, bem como ventos que ajudam a resfria-las. A denominação de origem Offida é a D.O.C. chave da uva Pecorino, bem como é a única denominação onde é permitido a elaboração de vinhos varietais a partir da casta. No entanto, vários vinhos Percorino têm sido produzidos e rotulados sob denominações regionais (I.G.T.s) em Marche e Abruzzo. A uva Pecorino também é permitida na composição dos tradicionais vinhos Falerio dei Colli Ascolani, localizada na região vinícola de Marcha, ao lado das castas Trebbiano e Passerina.

Vermentino

Cultivada principalmente na Itália e França, onde é também conhecida como Rolle, a uva Vermentino gera vinhos brancos que surpreendem por sua riqueza aromática e diferentes estilos. Se por um lado, Itália e França dominam seu cultivo, com grande importância para as ilhas da Córsega e Sardenha, em que é a principal uva branca, a origem da Vermentino é indefinida. Há grande possibilidade de ela ser italiana, da Liguria. Lá, após um estudo de DNA de uvas nos anos 90, descobriu-se que a Vermentino era a variedade localmente chamada de Pigato. Alguns defendem que sua origem seria espanhola e que teria chegado à França e à Itália depois. Outros dizem que ela veio da Anatólia, na Turquia.

Viognier

Bastante aromática, a casta Viognier é característica do Norte do Rhône, onde produz vinhos brancos deliciosos e de grande charme, como os famosos Condrieu. Os vinhos elaborados com a casta Viognier costumam revelar uma cor intensa, alto teor alcoólico e aromas sedutores, associados a damasco, pêssego e flores. A cepa Viognier também é usada em pequena quantidade em cortes com a uva Syrah, conferindo maior finesse aos vinhos tintos da região. Por seu caráter estiloso, também foi bastante plantada no Novo Mundo por produtores que gostam de inovar. Apesar de ser bastante característica do Norte do Rhône, onde é utilizada na elaboração de fantásticos vinhos, a origem da cepa é ainda muito discutida. Acredita-se que a uva Viognier possa ser originária da região de Dalmácia, antiga província romana localizada na Croácia, sendo levada para o Norte do Rhône pelos romanos há pelo menos 2 mil anos atrás. É de conhecimento que a maior parte dos vinhedos que cultivam a uva Viognier encontram-se na França, entretanto, é possível achar vinhas da casta na Itália, Grécia, Austrália, Espanha e Estados Unidos, país esse onde há surgido excelentes cortes da uva com a casta Chardonnay, cepa Colombards e uva Chenin Blanc, demonstrando a enorme demanda que os americanos têm obtido em relação a uva Viognier. Seus vinhos ricos em aromas e sabores são companhias perfeitas para harmonizações com queijos de massa mole (brie e camembert) e pescados. Os altos teores alcoólicos dos rótulos contrastam de excelente forma com pratos da culinária mexicana e chinesa.

Italiano

Vinho Italiano

Ficando atrás apenas da França, os vinhos italianos ficam em segundo lugar como os mais produzidos no mundo todo.

Os principais vinhos italianos são conhecidos como cinco b's: Brunello, Brabaresco, Bholgueri, Barbera e Barolo.

Na verdade, os vinhos italianos são muito mais que isso. Possue muitas regiões vinícolas, bem como diversos blend de castas que se traduzem num dos melhores vinhos do mundo.

Não safrado

750 ml

Tamanho da garrafa 750 ml - Padrão

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