Vinho Português Cartuxa Évora Colheita Branco Blend safra 2016
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Cartuxa Évora Colheita Branco Safra 2016

Ref.: 1100 Compra Segura

Vinho Português Cartuxa Évora Colheita Branco Blend safra 2016
Vinho branco português DOC Alentejo, produzido com as uvas Antão Vaz e Arinto, na renomada Adega Cartuxa.

R$ 164,90 R$ 148,41 Em até 3x de R$ 49,47 sem juros

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Vinho Português Cartuxa Évora Colheita Branco Blend 2016

Vinho branco português da região de évora produzido pela famosa e conceituada vinícola Cartuxa - Fundação Eugenio de Almeida.

Uvas: Antão Vaz, Arinto e Roupeiro

Teor Alcoólico: 13,5%

Harmonização: Saladas, carnes brancas, peixes e frutos do mar

Temperatura de serviço: 12 a 15ºC

Aroma: delicado com notas de frutas cítricas e florais


Branco

Antão Vaz

Uva da variedade Antão Vaz

A uva Antão Vaz é uma das principais variedades brancas de Portugal, onde é cultivada principalmente em torno da região do Alentejo, com clima quente e seco.

Trata-se de uma casta utilizada na produção de excelentes vinhos, que apresentam aromas maduros e sabores de frutas tropicais.

A variedade é utilizada por inúmeros produtores, visto que se adapta e consegue expressar muito bem suas características no terroir de Alentejo.

As bagas da Antão Vaz são bem agrupadas e apresentam pele espessa, aumentando sua resistência contra doenças, bem como em regiões de seca.

Assim como a uva Chardonnay, a Antão Vaz é uma variedade extremamente versátil, dando origem a diferentes estilos de vinho.

O tempo da colheita é um importante fator nesse contexto: se as bagas forem colhidas mais cedo, os vinhos originados apresentarão notas cítricas e boa acidez; se deixadas na videira por mais tempo, dão origem a exemplares com excelente capacidade de envelhecimento.

A maior parte dos vinhos são produzidos para consumo imediato, no entanto, alguns dos melhores vinhos Antão Vaz podem ser envelhecidos durante anos, permitindo que as notas e aromas florais evoluam da melhor maneira, tornando-se exemplares complexos e únicos.

Apesar de serem produzidos, comumente, vinhos varietais a partir da uva Antão Vaz, os mais tradicionais são elaborados em blends, ao lado das uvas locais Arinto e Roupeiro.

Tais variedades são mais utilizadas quando os níveis de acidez dos exemplares estão baixos, dando origem a excelentes vinhos brancos.

A uva Antão Vaz também é permitida na elaboração dos vinhos do Porto brancos, exemplares que não são encontrados com facilidade e em quantidades comerciais fora de Portugal.

Arinto

Uva da variedade Arinto

Uma das mais clássicas castas brancas portuguesas, a Arinto é originária da região de Bucelas, mas seu cultivo se expandiu para diversas áreas, como a Bairrada e Vinho Verde.

Dona de ótima acidez, a uva branca Arinto produz vinhos muito frescos, com atraentes aromas de frutas cítricas.

Os melhores exemplos de vinhos elaborados com a casta ostentam mineralidade e possuem fermentação realizada em baixas temperaturas, o que garante a alta qualidade dos vinhos da uva.

Última moda em Portugal, a uva Arinto é combinada com outra cepa, a Sauvignon Blanc, originando excelentes vinhos.

Sendo considerada uma das melhores variedades portuguesas, a uva Arinto é utilizada na elaboração de rótulos nobres, inclusive os com maior grau de envelhecimento.

Possuindo maturação tardia, a uva é facilmente reconhecida no vinhedo por suas características estruturais.

Com bagos pequenos e cor verde amarelada, a uva Arinto possui difícil vinificação, além de possuir sensibilidade a falta de umidade em solos de cultivo.

Seus vinhos possuem ótima acidez e podem ser achados vinificados no estilo varietal e em corte, com as uvas Chardonnay e a casta Verdelho.

Com complexidade e elegância, acredita-se que a uva Arinto foi levada para a região de Bucelas na época das cruzadas, após o retorno de alguns cavalheiros para a região próxima de Lisboa.

Com folhas grandes e cachos bem compactos, as videiras da casta Arinto não suportam temperaturas muito elevadas, sendo cultivada em áreas onde o calor predomina na parte da tarde, com noites bem frescas e manhãs com leve presença de nevoeiros.

Com excelentes rótulos elaborados e produzidos a partir da sua casta, a uva Arinto possui grande popularidade no mundo do vinho, sendo bastante cultuada e apreciada por admiradores.

Roupeiro

Síria ou Ropeiro é a casta branca mais plantada no Alentejo. Aparece também em muitas outras regiões do país, inclusive sob outros nomes, mas somente Roupeiro, o nome alentejano, e Códega, são sinônimos reconhecidos pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV). Sua distribuição geográfica é bastante singular, pois ela se estende por uma longa e estreita faixa, de norte ao sul do interior do país, abraçando a fronteira espanhola. É plantada, por exemplo, em Trás-os- Montes, Douro, Beiras, Alentejo e Algarve. Quanto mais alta e fria a região do vinhedo onde planta-se Síria, mais delicados, frescos e elegantes são os vinhos que ela produz. Por isso mesmo, a uva tem feito um movimento migratório, nos últimos tempos, deixando as quentes terras do Alentejo em direção, por exemplo, à Beira Interior e ao Dão. Muito produtiva, aliás, a Síria é uma uva de cachos e bagos pequenos, de cor verde amarelada, com a pele medianamente espessa. Os vinhos produzidos à partir da Síria são ideais para serem consumidos jovens, pois a oxidação precoce é uma característica marcante dessa uva. Os aromas que normalmente são associados à Síria são laranja e limão, com notas de pêssego, melão, louro e flores silvestres. 

Português

2016

Colheita das uvas e produção do vinho na safra 2016

750 ml

Tamanho da garrafa 750 ml - Padrão

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