Vinho Americano Woodbridge Zinfandel 2014

2028

Por: R$ 57,90

R$ 55,01 (com 5% no boleto à vista)

em até 1x de R$ 57,90 sem juros no cartão

Produto indisponível
Avise-me quando chegar
Compartilhe:
  • País: Estados Unidos
  • Região: Califórnia
  • Safra: 2014
  • Tipo: Tinto
  • Uva: Blend (78% Zinfandel, 11% Petite Sirah, 3,5% Tannat, 3,5% Alicante Bouschet, 2,5% Carignan e 1,5% Barbera.)
  • Volume: 750 ml
  • Teor alcoólico: 13.5000%
  • Temperatura de serviço: 16,0ºC a 18,0ºC
  • Validade: Validade indeterminada desde que conservado com a sua vedação original em local seco e fresco ao abrigo da luz, sem trepidações, com temperatura constante, sem odores fortes e preferencialmente na posição horizontal.
  • Vinícola: Robert Mondavi Winery
  • Família: Vinho de Mesa
  • Estilo: Seco
  • Coloração: Tinto
  • Sommelier: Notas de Prova - Woodbridge Zinfandel: Vermelho rubi intenso com tons violáceos. Exuberante aroma de frutas como ameixa e amora, toques de chá, pimenta do reino e canela. Ao paladar, revela-se de corpo médio, macio e com final de boca bastante frutado e refrescante.

Robert Mondavi Winery

Robert Mondavi estabeleceu sua vinícola em 1966 com a visão de criar vinhos do Napa Valley que ficariam entre os melhores do mundo. Ele escolheu o vinhedo To Kalon, no coração do Vale do Napa, como sede da vinícola Robert Mondavi. Esta vinícola localizada em Oakville, Califórnia, é conhecida por produzir alguns dos melhores vinhos Cabernet Sauvignon do mundo, bem como por suas uvas Sauvignon Blanc, com as quais o Sr. Mondavi criou seu vinho exclusivo, o Fumé Blanc. O Sr. Mondavi acreditava que os vinhos deveriam refletir suas origens, que eles são o produto do solo, do clima e da cuidadosa administração desses preciosos recursos. Ele também acreditava em combinar as mais novas técnicas e tecnologias com tradições de vinificação consagradas pelo tempo. As equipes de vinificação têm orgulho de cumprir o mandato de seu fundador de sempre se esforçar mais, de perseguir o objetivo de excelência de Robert Mondavi com a mesma paixão e espírito inovador, avançando com programas que quebram barreiras e abram novas fronteiras. Liderando esta iniciativa está Geneviève Janssens, Diretora de Vinificação. Geneviève, cuja relação com a vinícola começou em 1978, foi eleita Enóloga do Ano pela Wine Enthusiast em 2010.

Blend (78% Zinfandel, 11% Petite Sirah, 3,5% Tannat, 3,5% Alicante Bouschet, 2,5% Carignan e 1,5% Barbera.)

Curiosamente, a famosa casta Zinfandel da Califórnia é a mesma uva Primitivo do Sul da Itália, muito cultivada na região da Puglia. Seu nome Primitivo se deve ao fato de esta uva ter uma maturação precoce – sendo uma das primeiras a ser colhida. Durante muito tempo, a uva Primitivo foi usada para compor cortes de vinhos na região do norte da Itália, mas vem sofrendo um verdadeiro renascimento na Puglia, produzindo tintos escuros, concentrados e muito saborosos. A casta foi trazida da Europa em meados do século XIX para o Novo Mundo e se adaptou extremamente bem ao clima e solo característico dos Estados Unidos, especificamente na região da Califórnia. Através de alguns testes científicos realizados por estudiosos, descobriu-se que a uva Zinfandel possui origem croata, tendo equivalência genética com a casta Primitivo, característica da Itália. Tendo se adaptado ao clima e solo dos Estados Unidos, a casta possui 90% de sua produção mundial no país norte americano, sendo 11% somente na Califórnia, região em que a uva se tornou extremamente emblemática, produzindo vinhos excelentes.

A uva Petite Sirah, conhecida também como uva Durif, é utilizada na elaboração de vinhos em regiões da Califórnia e Austrália, bem como no Brasil, Israel e México. Reconhecida pela elaboração de bons vinhos varietais, a Petite Sirah também participa da composição de vinhos de corte, sendo que os blends mais comuns se dão com as uvas Zinfandel, Cabernet Sauvignon e Pinot Noir.

Como seu próprio nome indica, a Tannat é uma uva com grande quantidade de taninos, sendo uma das castas com maior carga tânica de todo o mundo, ao lado da uva Baga. Originária da região de Madiran, no sudoeste da França, ela resulta em vinhos tintos duros que precisam de anos para amaciar. Ao ser levada por colonizadores bascos para a região do Uruguai, adaptou-se muito bem ao clima mais quente do que o presente no sudoeste francês, tornando-se a uva emblemática desse país do Cone Sul. Hoje ocupa 1/3 dos vinhedos do Uruguai – um volume duas vezes maior do que em sua terra natal na região de Madiran, no sudoeste da França. Recentemente foi descoberto por meios de pesquisas realizadas por médicos, que a casta Tannat é rica em revesratrol, substância muito encontrada em vinhos tintos que é extremamente benéfica para a saúde, auxiliando na redução do mau colesterol e no combate ao câncer.

Criada em laboratório pelo Francês Henri Bouschet, no final de 1800, na região de Languedoc-Roussillon, a uva Alicante Bouschet é a união das castas Petit Bouschet e Grenache. Apesar de ter sido criada na França, esse tipo de uva é majoritariamente cultivado em Portugal, e os vinhos tintos que usam a Alicante Bouschet são rótulos frutados de bom equilíbrio. A casta proporciona enorme capacidade de envelhecimento para os exemplares, de forma que os vinhos se tornem profundos, aromáticos e que se assemelhem a canela e pimenta.

Muito comum no sul da França, país onde já foi a principal casta, e com forte presença também na Espanha e na Itália, a Carignan é uma das uvas que tem ganhado muitos entusiastas no novo mundo vinícola, especialmente no Chile, onde esta variedade tinta, cada vez mais tem originado vinhos de qualidade elevada e reconhecida internacionalmente. Esta casta teve um momento de muita glória no passado, e, apesar, de ter perdido espaço para outras tintas, nos últimos anos tem mostrado seu valor para aqueles que buscam vinhos com tipicidade, que são os que trazem as características da região (clima, solo, água, etc) impressas no sabor (terroir). A origem exata da Carignan é indefinida, mas como ela é muito comum na Espanha e no sul da França desde tempos imemoriais, estes dois países tem o crédito da casta. No novo mundo, aonde chegou logo na primeira metade do século XIX, ela é cultivada na Califórnia, na Argentina e no Chile.

A casta Barbera é uma das melhores uvas da Itália (a segunda mais plantada depois da uva Sangiovese). Nativa do Piemonte, região noroeste da Itália, a casta Barbera era uma espécie de “patinho feio” até ser domada por alguns talentosos produtores de vinhos por meio do envelhecimento em carvalho e outras técnicas. A casta Barbera é muito utilizada na elaboração de vinhos de corte, junto com as uvas Nebbiolo ou Sangiovese, mas pode ser encontrada também em vinhos varietais de qualidade, principalmente na Itália, sua região de origem.  Com pouco tanino e rica acidez, a casta possui denominações diferenciadas no mundo, sendo conhecida como Barbera del Monferrato, Barbera Grossa, Barbera Forte, Barbera Sarda e Barbera Vera. Levada com os imigrantes italianos para o Novo Mundo, a casta Barbera se adaptou bem ao clima quente da Califórnia, que se tornou uma das regiões com maior quantidade de vinhedos da casta e, uma das maiores produtoras dos vinhos elaborados a partir da uva, ficando ao lado da Itália, região de origem da Barbera.

Califórnia

“Uma das maiores e melhores regiões produtoras de vinhos no Novo Mundo”, assim é tida a Califórnia por especialistas e amantes da bebida dos deuses. Depois dos três países mais tradicionais na vitivinicultura internacional, França, Itália e Espanha, o estado americano é o maior produtor de vinho no mundo, isto é, a quarta potência no que se refere ao cultivo, produção e comercialização da bebida em todo o planeta. Os números são impressionantes: o ensolarado estado da costa oeste norte-americana é responsável por mais de 90% da produção vinícola dos Estados Unidos, e, todo o ano, recebe a visita de cerca de 20 milhões de pessoas em suas principais regiões produtoras, que além de tudo oferecem ótimas alternativas de turismo para os apreciadores do vinho. Mas a importância da Califórnia no universo vinícola não está apenas nesses grandes números; os vinhos californianos são conhecidos, respeitados e prestigiados por serem de extrema qualidade, tintos complexos e encorpados, e brancos deliciosos produzidos a partir de uva bem maduras. O clima mediterrâneo, o frescor do vento constante, o sol imponente que às vezes dá lugar a chuvas bem localizadas, aliado às particularidades privilegiadas do solo em território cortado por pequenos vales dão à região um valor qualitativo muito alto para os vinhos lá produzidos. Napa Valley e Sonoma Valley são as duas principais regiões de produção vinícola na Califórnia, somente nelas existem mais de 800 vinícolas. A região da Napa concentra o maior número de vinícola no mundo, e produz vinhos de categoria elevada; a região de Sonoma, por sua vez, é conhecida por fornecer uvas de grande qualidade para a produção de vinhos em outras regiões. Mendocino, Monterey, Paso Robles, Russian River Valley, Dry Creek Valley, Alexander Valley também são regiões vitivinicultoras bastante conhecidas na Califórnia.

0 AVALIAÇÕES - 0.00 DE 5 ESTRELAS

  • Ótimo:

    0.0%

  • Muito bom:

    0.0%

  • Bom:

    0.0%

  • Não gostei:

    0.0%

  • Péssimo:

    0.0%

Avalie este produto:

Avaliar