Vinho Argentino Astica Tinto Merlot/Malbec 2016

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Com aroma de frutas frescas como cereja, framboesa, morango e amora, esse vinho possui um paladar macio, fresco, com notas frutadas e de especiarias. Produzido em Mendoza, pela Bodegas Trapiche, o nome Astica traz um conceito regional, pois na linguagem indígena dos Andes significa "flor". Esse assemblage fácil de beber e de harmonizar, traz a expressão argentina de duas variedades francesas.
  • País: Argentina
  • Região: Mendoza
  • Safra: 2016
  • Tipo: Tinto
  • Uva: Blend (Merlot e Malbec)
  • Volume: 750 ml
  • Teor alcoólico: 12.0000%
  • Temperatura de serviço: 15,0ºC a 17,0ºC
  • Combinações enogastronômicas: Churrasco, empanadas de carne, lasanha à bolonhesa, escondidinho de carne, quiche de bacon, queijos como minas padrão, coalho, emmental e estepe.
  • Validade: Validade indeterminada desde que conservado com a sua vedação original em local seco e fresco ao abrigo da luz, sem trepidações, com temperatura constante, sem odores fortes e preferencialmente na posição horizontal.
  • Vinícola: Bodegas Trapiche
  • Família: Vinho de Mesa Fino
  • Estilo: Meio Seco
  • Coloração: Tinto
  • Sommelier: Notas de Prova - Trapiche Astica Merlot Malbec: Cor rubi. Aroma de frutas vermelhas frescas, frutas negras frescas. O sabor é frutado, com taninos macios, acidez agradável e bom corpo.

Bodegas Trapiche

Bodegas Trapiche nascido em 1883. Sua história remonta a uma pequena vinha chamado El Trapiche, na cidade de Godoy Cruz, onde começou a produção de vinhos finos. 

Com mais de 130 anos de experiência, Trapiche é reconhecida como uma marca pioneira em áreas como: a introdução de videiras francesas, a produção de vinhos varietais, barris de carvalho importados da França e da utilização de 

tanques de aço inoxidável. 

Fiel à sua história, Trapiche hoje continua todos os dias em busca de novas e melhores práticas. 

equipe de enólogos responde ao Director do Vinicultura, Daniel PiSuas práticas de melhorar continuamente, trocando experiências e conhecimentos com os produtores de vinho de outros países produtores de vinho (França, EUA, Austrália, Nova Zelândia). 

Blend (Merlot e Malbec)

A palavra “merlot” significa “pequeno merle”, ou melro, em francês, um pequeno pássaro preto comum na Europa. A origem do nome talvez esteja na comparação da cor preto-azulada das uvas maduras com a cor dessa ave, ou na forma como os melros gostam de comer essas uvas antes da colheita. Na realidade, os melros são considerados pelos enólogos como uma das pragas da vinha.  Originária da região de Bordeaux, na França, a Merlot é descendente da Cabernet Franc e meia irmã da Carménère e da Cabernet Sauvignon. Os primeiros registros oficiais são recentes, de 1784 em Bordeaux (Cotes de Libournais). Na Itália (Vêneto), ela é mencionada apenas em 1855, com o nome de “Bordò”.  Hoje é a uva mais cultivada em Bordeaux e a terceira na França (atrás da Carignan e da Grenache). Na margem direita de Bordeaux (Saint-Émilion e Pomerol), ela domina amplamente, enquanto na margem oposta ela corresponde no máximo a 25%, com maior destaque na sub-região de Saint-Estephe. Hoje em dia, é uma das uvas tintas mais cultivadas no mundo, competindo somente com a Cabernet Sauvignon entre as mais conhecidas. Em Bordeaux, soma 101 mil hectares, contra os 53 mil hectares de Cabernet Sauvignon. No mundo, já existem mais de 250 mil hectares de vinhedos plantados com esta casta.   Também conhecida como Auxerrois ou Côt Noir em sua terra natal, Cahors (região quente localizada no sudoeste da França), a uva Malbec é ainda hoje a grande estrela da região fazendo vinhos tintos interessantes, austeros, escuros, aromáticos e muito agradáveis, normalmente produzidos com corte de sua casta (mínimo 70%), sua prima Tannat e Merlot. A uva Malbec possui cacho de tamanho médio com bagos em formato de esfera. A casta apresenta polpa macia e cor preta azulada. Os vinhos produzidos com a casta Malbec apresentam cor vermelho púrpura, sendo essa extremamente intensa. A casta foi amplamente utilizada em Bordeaux, onde recebeu o nome de Malbec, até meados do século 20 (perdendo espaço para Merlot e Cabernet Franc). Hoje, entra em proporções minoritárias em alguns cortes dessa região. A casta Malbec alcançou sua grande consagração na Argentina, onde produz alguns vinhos tintos excelentes, muito ricos e concentrados, com um caráter macio e cheio de fruta. Os grandes Malbec argentinos são criação de Nicolás Catena Zapata (produtor da região de Mendonza), que realizou a seleção clonal científica desta variedade nos anos 90, dando origem a exemplares bem mais finos, macios, concentrados, de qualidade muito superior aos rústicos vinhos que antes eram elaborados com ela. A uva Malbec também pode ser encontrada na Itália, Chile, Austrália e outros países do Novo Mundo. Os vinhos produzidos com a casta Malbec na Argentina são excelentes para harmonização com cogumelos, carré de cordeiro com crosta de ervas e pato confit. Já os que contam com produção na terra natal da casta Malbec, Cahors, são ideais para serem degustados e apreciados na companhia de um cassoulet. Considerado um dos melhores vinhos de Catena Zapata, o grande produtor argentino da região de Mendonza que utiliza com maestria a casta Malbec, o “DV Catena Malbec-Malbec 2012” é uma das estrelas da linha premium do produtor, mostrando grande complexidade. O vinho tinto esbanja uma cativante fruta, com ótima profundidade de sabor. No palato é longo e saboroso, evidenciando e mostrando porque desde o seu lançamento é considerado um dos melhores vinhos tintos produzidos com a casta Malbec da região da Argentina e do produtor Catena Zapata.

Mendoza

A região de Mendoza é conhecida como o berço do vinho argentino e possui a fama de produzir o melhor Malbec do mundo. Mendoza é responsável por 70% da produção de vinhos da Argentina, tornando-se uma das áreas vinícolas mais importantes das Américas e, consequentemente, uma das mais importantes do Novo Mundo. 

Entre pequenos produtores e gigantes vitivinícolas, Mendoza possui mais de mil bodegas que utilizam tecnologias avançadas no cultivo, fermentação e comercialização do vinho. Os rótulos mais conhecidos da região argentina são os exemplares do renomado produtor Catena Zapata, conhecido por elaborar vinhos de estrutura e alta complexidade. 

Nos últimos anos, o sucesso dos vinhos argentinos no mundo todo tem sido estrondoso. Seus tintos ricos, macios e concentrados, elaborados em estilo moderno — principalmente com a uva Malbec e Cabernet Sauvignon — estão entre os que mais agradam o paladar contemporâneo, especialmente nos países do Novo Mundo. 

Em geral, são vinhos de excelente relação qualidade e preço, muito sabor e apelo imediato, fáceis de gostar ao primeiro gole. Além de muitos vinhos saborosos e acessíveis, a Argentina produz também alguns grandes vinhos, de estrutura e complexidade, entre os melhores do mundo, como é o caso dos famosos Catena Alta, Catena Zapata ou do raro Nicolás Catena Zapata, que são as principais referências de qualidade em vinhos argentinos hoje em dia. Alguns produtores argentinos também produzem excelentes Chardonnaysintensos, ricos e complexos, entre os melhores do continente americano.  
 
O potencial da Argentina para produzir grandes vinhos é realmente muito grande, tanto pelo clima quanto pelos terroirs privilegiados e pela possibilidade de se plantar em altitude, que vem sendo cada vez mais explorada por Catena. Entre os tintos, os grandes destaques do país são a uva Malbec e a Cabernet Sauvignon, enquanto entre os brancos a Chardonnay predomina, com alguns belíssimos exemplares.  
 
uva Bonarda também é muito plantada e já tem dado vinhos tintos macios e alegres, de muito sabor. Experiências têm sido feitas com inúmeras outras uvas, como SyrahPinot NoirTempranilloMerlot e Sauvignon Blanc, e o futuro promete interessantes surpresas

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