Vinho Argentino Chento Reserva Selection Tinto Malbec 2011

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Confira a pontuação

  • Medalha
  • -
  • País
  • Argentina
  • Vinícola
  • Bodega Cuarto Dominio
  • Safra
  • 2014
  • Reconhecimento
  • 90 pontos
  • Concurso
  • Wine Spectator
  • Ano
  • -
Este vinho é originário do histórico lote familiar de vinhedos na parte mais alta do incrível Vale do Uco. Um Malbec de caráter único que recebeu o nome “Chento”, em homenagem ao guardião dos vinhedos da família. Chento Malbec é um vinho potente, com notas marcantes de frutas negras, taninos suaves e final persistente. Ótima pedida para acompanhar carnes vermelhas e massas molhos com tomate.
  • País: Argentina
  • Região: Mendoza
  • Safra: 2011
  • Tipo: Tinto
  • Uva: Blend (90% Malbec e 10% Cabernet Franc)
  • Volume: 750 ml
  • Teor alcoólico: 14.0000%
  • Temperatura de serviço: 17,0ºC a 17,0ºC
  • Combinações enogastronômicas: Ótima companhia para carnes vermelhas como costela e rosbife, bem como com a culinária indiana, mexicana e italiana com molho vermelho condimentado.
  • Validade: Validade indeterminada desde que conservado com a sua vedação original em local seco e fresco ao abrigo da luz, sem trepidações, com temperatura constante, sem odores fortes e preferencialmente na posição horizontal.
  • Vinícola: Bodega Cuarto Dominio
  • Vinificação: O vinho passa por uma maceração a frio para preservar os aromas primários, seguido de delestages e remontagens diárias. A fermentação ocorre durante 12 dias a temperaturas muito baixas seguido de maceração pós-fermentativa. O vinho permanece de 12 meses em barricas de carvalho francês.
  • Família: Vinho de Mesa Fino
  • Estilo: Seco
  • Coloração: Tinto
  • Sommelier: Notas de Prova - Chento Malbec Reserva Selection 2011: Cor vermelho profundo, com reflexos violáceos. No olfato, apresenta um aroma profundo, com destaque para frutas negras maduras como ameixa, especiarias, chocolate e suaves notas minerais e grafite. Em boca é bem concentrado, com acidez equilibrada e um certo frescor.

Bodega Cuarto Dominio

Javier Catena Pedro é a quarta geração de uma família que produz vinhos em Mendoza há mais de 100 anos. Era 1898 quando seu bisavô vindo da pequena cidade de Tolentino na Itália, chegou a Mendoza e foi tomado pelo esplendor dos Andes, de suas terras e pelas pessoas que o receberam calorosamente. Convencido de que queria seguir seu sonho de produzir vinhos na Argentina, plantou sua primeira parreira de Malbec em 1902. Até aquele momento, a Malbec era apenas uma variedade para blend em Bordeuax, mas seu bisavô acreditava no potencial de um varietal de classe. Seu avô, seguindo com o sonho de seu pai, levou a vinícola da família para o próximo nível, tornando-se um dos maiores proprietários de vinhedos e produtores da Argentina. Durante aquele tempo, Jorge, pai de Javier Catena Pedro, estudou enologia em Mendoza e começou a trabalhar na vinícola da família em meados de 1960. Jorge se especializou na produção de vinhos e viticultura. No final de 1970, acreditava que para produzir os melhores vinhos da Argentina e competir com os grandes vinhos do mundo, ele deveria aprender as mais novas e modernas tecnologias de vinificação. Foi então para Califórnia onde estudou na Universidade da Califórnia em Davis. Depois disso, viajou pela Europa para estudar as técnicas de vinificação francesas e para Austrália diversas vezes. Quando Jorge retornou, continuou trabalhando na vinícola da família, perseguindo o sonho de seu pai. Mas em 2006, decidiu seguir e acreditar no projeto de seu filho Javier. E em 2008 nasceu a Bodega Cuarto Dominio liderada por Javier Catena Pedro.

 

Blend (90% Malbec e 10% Cabernet Franc)

Também conhecida como Auxerrois ou Côt Noir em sua terra natal, Cahors (região quente localizada no sudoeste da França), a uva Malbec é ainda hoje a grande estrela da região fazendo vinhos tintos interessantes, austeros, escuros, aromáticos e muito agradáveis, normalmente produzidos com corte de sua casta (mínimo 70%), sua prima Tannat e Merlot. A uva Malbec possui cacho de tamanho médio com bagos em formato de esfera. A casta apresenta polpa macia e cor preta azulada. Os vinhos produzidos com a casta Malbec apresentam cor vermelho púrpura, sendo essa extremamente intensa. A casta foi amplamente utilizada em Bordeaux, onde recebeu o nome de Malbec, até meados do século 20 (perdendo espaço para Merlot e Cabernet Franc). Hoje, entra em proporções minoritárias em alguns cortes dessa região. A casta Malbec alcançou sua grande consagração na Argentina, onde produz alguns vinhos tintos excelentes, muito ricos e concentrados, com um caráter macio e cheio de fruta. Os grandes Malbec argentinos são criação de Nicolás Catena Zapata (produtor da região de Mendonza), que realizou a seleção clonal científica desta variedade nos anos 90, dando origem a exemplares bem mais finos, macios, concentrados, de qualidade muito superior aos rústicos vinhos que antes eram elaborados com ela. A uva Malbec também pode ser encontrada na Itália, Chile, Austrália e outros países do Novo Mundo. Os vinhos produzidos com a casta Malbec na Argentina são excelentes para harmonização com cogumelos, carré de cordeiro com crosta de ervas e pato confit. Já os que contam com produção na terra natal da casta Malbec, Cahors, são ideais para serem degustados e apreciados na companhia de um cassoulet. Considerado um dos melhores vinhos de Catena Zapata, o grande produtor argentino da região de Mendonza que utiliza com maestria a casta Malbec, o “DV Catena Malbec-Malbec 2012” é uma das estrelas da linha premium do produtor, mostrando grande complexidade. O vinho tinto esbanja uma cativante fruta, com ótima profundidade de sabor. No palato é longo e saboroso, evidenciando e mostrando porque desde o seu lançamento é considerado um dos melhores vinhos tintos produzidos com a casta Malbec da região da Argentina e do produtor Catena Zapata.   A casta Cabernet Franc já foi uma das principais uvas da região francesa de Bordeaux. Também conhecida como “bouchet” em Saint-Émilion, a casta é mencionada pela primeira vez na região no século I. Hoje essa variedade de uva aparece em cortes com a casta Cabernet Sauvignon e a uva Merlot, dando origem ao famoso corte bordalês, muito celebrado na região que lhe conferiu o nome.  O cacho da uva Cabernet Franc possui tamanho pequeno e cor violeta acentuada. Os bagos da casta são extremamente delicados e com formato redondo. A uva é muito cultivada na França, mas é utilizada na elaboração de vinhos extraordinários no Norte da Itália, no Vale do Maipo localizado no Chile e no Vale dos Vinhedos no Brasil.  A uva Cabernet Franc amadurece cedo, podendo ser cultivada em regiões de clima quente ou frio. A casta com o tempo perdeu muito espaço para as uvas Merlot e Cabernet Sauvignon na elaboração de vinhos tintos, entretanto, o que muitos não sabem, é que foi a casta Cabernet Franc que deu origem a casta Cabernet Sauvignon, já que foi o cruzamento da Franc com a Sauvignon Blanc que originou a conhecida e aclamada uva.  Já na região do Vale do Loire, dá origem a vinhos varietais (tintos e rosés) repletos de aromas de ameixas e amoras, notas herbáceas e até florais, como violeta. No palato, revela um corpo médio e taninos longos, que indicam boa guarda.  Devido a excelente acidez natural encontrada nos vinhos produzidos com a casta Cabernet Franc, os tintos e rosés são ideais para harmonizações com queijo de cabra, queijo feta, cogumelos, quiche de espinafre e ervas aromáticas, como sálvia, tomilho e alecrim.  A casta Cabernet Franc é utilizada na elaboração de tintos fantásticos, entre eles o “Alzero Cabernet Franc IGT 1998” do produtor italiano Giuseppe Quintarelli. O vinho único e cativante é considerado uma das obras primas e monumentais do produtor, tendo sido avaliado pelo renomado crítico Robert Parker, que concedeu ao tinto 98 pontos. Com notável densidade de fruta e um agradável frescor no palato, o tinto é elaborado com uvas passificadas, com minúscula produção e sem a existência de similares em todo o mundo.

Mendoza

A região de Mendoza é conhecida como o berço do vinho argentino e possui a fama de produzir o melhor Malbec do mundo. Mendoza é responsável por 70% da produção de vinhos da Argentina, tornando-se uma das áreas vinícolas mais importantes das Américas e, consequentemente, uma das mais importantes do Novo Mundo. 

Entre pequenos produtores e gigantes vitivinícolas, Mendoza possui mais de mil bodegas que utilizam tecnologias avançadas no cultivo, fermentação e comercialização do vinho. Os rótulos mais conhecidos da região argentina são os exemplares do renomado produtor Catena Zapata, conhecido por elaborar vinhos de estrutura e alta complexidade. 

Nos últimos anos, o sucesso dos vinhos argentinos no mundo todo tem sido estrondoso. Seus tintos ricos, macios e concentrados, elaborados em estilo moderno — principalmente com a uva Malbec e Cabernet Sauvignon — estão entre os que mais agradam o paladar contemporâneo, especialmente nos países do Novo Mundo. 

Em geral, são vinhos de excelente relação qualidade e preço, muito sabor e apelo imediato, fáceis de gostar ao primeiro gole. Além de muitos vinhos saborosos e acessíveis, a Argentina produz também alguns grandes vinhos, de estrutura e complexidade, entre os melhores do mundo, como é o caso dos famosos Catena Alta, Catena Zapata ou do raro Nicolás Catena Zapata, que são as principais referências de qualidade em vinhos argentinos hoje em dia. Alguns produtores argentinos também produzem excelentes Chardonnaysintensos, ricos e complexos, entre os melhores do continente americano.  
 
O potencial da Argentina para produzir grandes vinhos é realmente muito grande, tanto pelo clima quanto pelos terroirs privilegiados e pela possibilidade de se plantar em altitude, que vem sendo cada vez mais explorada por Catena. Entre os tintos, os grandes destaques do país são a uva Malbec e a Cabernet Sauvignon, enquanto entre os brancos a Chardonnay predomina, com alguns belíssimos exemplares.  
 
uva Bonarda também é muito plantada e já tem dado vinhos tintos macios e alegres, de muito sabor. Experiências têm sido feitas com inúmeras outras uvas, como SyrahPinot NoirTempranilloMerlot e Sauvignon Blanc, e o futuro promete interessantes surpresas

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