Vinho Brasileiro Intrépido Tinto Syrah 2013

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  • País: Brasil
  • Região: Serra dos Pireneus
  • Safra: 2013
  • Tipo: Tinto
  • Uva: Syrah / Shiraz
  • Volume: 750 ml
  • Teor alcoólico: 14.5000%
  • Validade: Validade indeterminada desde que conservado com a sua vedação original em local seco e fresco ao abrigo da luz, sem trepidações, com temperatura constante, sem odores fortes e preferencialmente na posição horizontal.
  • Vinícola: Pireneus - Marcelo Souza
  • Família: Vinho Fino
  • Estilo: Seco
  • Coloração: Tinto
  • Sommelier: Notas de Prova - Intrépido Syrah: Apresenta cor vermelho-rubi intensa e aromas de frutas vermelhas e negras mais maduras, bem como notas florais, tostadas e de especiarias picantes, além de toques herbáceos. Em boca, confirma essa fruta mais madura, é estruturado, tem acidez na medida, taninos marcantes, mas de boa qualidade e final persistente e suculento.

Pireneus - Marcelo Souza

Quando se fala de vinho brasileiro logo pensamos no vinhos produzidos no Rio Grande do Sul e no Vale do São Francisco. Porém o vinho produzido em Goiás foi classificado como um dos cinco melhores do Brasil. A qualidade dos vinhos fabricado com uvas plantadas na Serra dos Pireneus surpreendeu os enólogos e apreciadores da bebida. Fruto do trabalho do médico Marcelo de Souza, que encontrou no clima da Serra dos Pireneus o solo ideal para se tornar empreendedor do ramo, em 2008. O resultado chega agora engarrafado em dois novos rótulos, Intrépido e Bandeiras, produzidos na vinícola Pireneus Vinhos e Vinhedos.

Verão quente, seco e com noites frias, clima semelhante às áreas mediterrâneas da região são as condições ideais para a produção de uvas. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) atesta que o estado de Goiás tem condições climáticas propícias à produção de uvas de alta qualidade no período de estiagem e abundância de água para a irrigação dos vinhedos. Outro ponto positivo é que em Goiás não há frio suficiente para induzir a hibernação da videira, o que possibilita duas colheitas ao ano. O vinho Bandeiras (nome inspirado na história de Pirenópolis, fundada por bandeirantes), é fabricado com uva do tipo Barbera, conhecida por sua coloração intensa e robusta. Marcante também pela acidez, que no solo goiano a característica foi controlada com a técnica de maceração à frio antes do processo de fermentação. Mesmo com 15% de teor alcoólico, o Bandeiras não agride o paladar, tem uma identidade marcante e um impacto inicial que vai aos poucos se dirimindo em notas aromáticas sutis, que remetem à ameixa. O Intrépido, feito das uvas Syrah, é submetido ao processo de maceração antes e depois da fermentação. É suave e com notas aromáticas claras, tendo menos efeito adstringente que o Bandeiras.

Syrah / Shiraz

A Syrah certamente origina alguns dos mais cultuados e apreciados vinhos do planeta. Os vinhos produzidos com a Syrah são profundos e encorpados, repletos de notas de especiarias e frutas negras maduras. É uma casta que pode originar vinhos com perfis aromáticos distintos, dependendo do tipo de clima onde é cultivada. Nas regiões de clima quente, os vinhos são encorpados, com notas que lembram ameixa e chocolate. Em regiões mais frias, são famosos os Syrahs com notas de pimenta-do-reino e couro. Incrivelmente longevos, os melhores exemplos de vinhospodem evoluir por décadas  na adega. Historicamente, os vinhos elaborados com a Syrah eram clandestinamente adicionados aos vinhos de Bordeaux para deixá-los mais encorpados e potentes. A origem da casta Syrah era controversa até 1998, quando testes de DNA comprovaram que esta variedade originou-se de um cruzamento entre as uvas Dureza e Mondeuse Blanche. O cruzamento ocorreu naturalmente há centenas de anos, na região dos Alpes do Rhône – até hoje uma referência para os mais aclamados e disputados vinhos elaborados com esta casta. No Norte do Rhône, os cultuados Hermitage e Côte-Rôtie são os mais aristocráticos exemplos de vinhos elaborados com a uva Syrah. Verdadeiros clássicos, esses vinhos geralmente demandam vários anos em garrafa para mostrar todas as suas qualidades. Os Saint-Joseph e os mais populares Crozes-Hermitage são alternativas mais baratas e geralmente menos longevas de vinhos, mas que conseguem mostrar o caráter da uva Syrah cultivada no Norte do Rhône. Fora da sua região de origem, a Austrália é o país mais famoso pelos vinhos elaborados com a Syrah. Ali, ela é chamada de Shiraz e os mais famosos exemplos são bastante concentrados e cheios de fruta. Os melhores vinhos são realmente excelentes, mas o grande sucesso fez surgir alguns rótulos mais comerciais – geralmente um pouco enjoativos, com fruta muito doce e notas exageradas de carvalho. Esses vinhos prejudicaram um pouco a imagem que o vinho australiano gozava até há pouco tempo. Mesmo assim, os melhores Syrahs da Austrália estão entre os grandes vinhos clássicos do Novo Mundo e merecem ser provados. Recentemente diversos países têm produzido vinhos tintos de classe mundial com a Syrah, atestando o grande potencial da casta. Além da França e Austrália, podemos certamente citar Itália, Chile, África do Sul, Estados Unidos e Argentina. Os vinhos produzidos com a casta Syrah são uma excelente opção para acompanhar carne de aves e queijos amarelos, sendo a bebida ideal para ser degustada junto com fondues e soufflés.

Serra dos Pireneus

Serra dos Pireneus é uma cadeia montanhosa localizada em Goiás, entre os municípios de PirenópolisCorumbá de Goiás e Cocalzinho. 

A serra delimita a borda do Planalto Central e divide as bacias Tocantinense e Platina. Seu pico é um dos pontos mais altos do estado, atingindo 1385 m de altitude. 

Localizada a apenas 20 km do centro de Pirenópolis, a imponente serra constitui um divisor continental das bacias dos rios Tocantins e Paraná. De seu alto nascem dezenas de córregos, que de um lado formam o Rio Corumbá e do outro o Rio das Almas. Mais ao norte, o Rio das Almas desemboca no Rio Tocantins, enquanto o Rio Corumbá é afluente do Paranaíba, na bacia Paraná, que faz parte da bacia Platina, a segunda maior bacia hidrográfica do planeta. 

A região serrana compreende áreas de campo sujocampo limpo, campo úmido, floresta de galeria, vereda, cerrado e cerradão (floresta úmida semidecídua). Compreende também as notórias formações rupestres da serra. Os Três Picos e o Morro Cabeludo se destacam entre essas formações, devido aos 1385 m de altitude no topo do Pico dos Pireneus. Nessas formações pré-cambrianas predomina o quartzito micáceo, uma rocha metamórfica de origem sedimentar, importante recurso mineral utilizado na construção civil. Essa rocha também é conhecida como xisto quartzífero ou, mais popularmente, Pedra de Pirenópolis. 

As mais de 26 cachoeiras de águas que nascem na serra constituem um importante atrativo turístico. Apesar de sua importância econômica, o turismo pode estar causando impactos ambientais na região, da mesma forma que a exploração desordenada de seus recursos minerais e a agropecuária.

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