Vinho Chileno Montes Alpha Tinto Carmenère 2010

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O Montes Alpha Carménère já desponta como uma das melhores opções desta que é a casta mais emblemática do Chile. Para Parker, trata-se de "uma soberba interpretação desta fantástica uva". Concentrado e exuberante, como os demais vinhos da linha Montes Alpha, mostra camadas de frutas maduras e especiarias, sem com caráter excessivamente vegetal de alguns Carmenère. Vinhedos próprios localizados na região oeste do Vale de Colchaga, mais próxima do litoral e mais fresca. Solos argilosos. Rendimentos limitados (52hl/ha). Colheita manual.
  • País: Chile
  • Região: Valle de Colchagua
  • Safra: 2010
  • Tipo: Tinto
  • Uva: Blend (90% Carménère e 10% Cabernet Sauvignon)
  • Volume: 750 ml
  • Teor alcoólico: 14.5000%
  • Temperatura de serviço: 16,0ºC a 18,0ºC
  • Sugestão de guarda: Mais de 10 anos
  • Combinações enogastronômicas: Por ter uma boa estrutura combina com carnes mais potentes.
  • Validade: Válido por prazo indeterminado desde que conservado deitado em local fresco e escuro.
  • Vinícola: Viña Montes
  • Vinificação: Maceração com controle das temperaturas seguida de uma fermentação com remoagem para uma melhor extração da cor e dos taninos. Fermentação malolática completa.
  • Maturação: O vinho madurou 12 meses em barrica de carvalho francês de primeiro uso. Nenhuma filtração.
  • Família: Vinho de Mesa Fino
  • Estilo: Seco
  • Coloração: Tinto
  • Sommelier: Notas de Prova - Montes Alpha Carménère: De cor rubi profunda e viva. O vinho apresenta a natureza elegante do Carménère, com aromas deliciosos de pimenta do reino e notas de frutas vermelhas, chocolate e baunilha. Na boca, taninos macios e moderados, com o carvalho perfeitamente integrado.

Viña Montes

Viña Montes é um dos maiores nomes do Chile, elaborando fantásticos vinhos tintos e brancos, de muita personalidade e imbatível relação qualidade e preço.

Sua reputação no Brasil e afora é enorme e seus vinhos estão sempre entre os melhores da América do Sul. O produtor foi o pioneiro dos vinhos de alta qualidade no Chile, quase três décadas atrás. Seu vinho mais emblemático, o Montes Alpha Cabernet Sauvignon, foi o primeiro grande vinho tinto chileno, recebendo enorme reconhecimento internacional. Concentrado e elegante, ele foi inspirado nos grandes tintos de Médoc e costuma merecer sempre ótimos prêmios.

Os Montes Alpha Cabernet Sauvignon e Merlot foram recentemente eleitos como “os melhores ‘Bordeaux’ do Chile” pela revista Decanter, para quem são “muito estilosos, o Chile em seu aspecto mais clássico”. A mesma inspiração deu origem ao excelente Montes Alpha “M”, um dos grandes vinhos da América do Sul e o primeiro “superpremium” do país.

O inovador Folly, um Syrah ao nível dos melhores do mundo, é outro de seus vinhos que já nasceram célebres, assim como o Purple Angel, um super Carmenère. Os vinhos da linha Montes, entre os mais acessíveis da bodega, são ricos e saborosos, verdadeiros achados, de qualidade impressionante pelo preço.

O delicioso Cherub, um super-rosé de Syrah, é elaborado com uvas plantadas especialmente para a elaboração do vinho. Fruto da sociedade entre os amigos Douglas Murray e Aurélio Montes — um dos maiores enólogos chilenos — a Viña Montes é uma verdadeira colecionadora de prêmios e altas notas. Em seu guia de vinhos, Hugh Johnson se desmancha em elogios à vinícola e afirma: “the best in Chile”.

Considerado um dos ícones da atividade vinícola, o enólogo Aurélio Montes diz que “80% de um bom vinho vêm dos vinhedos e apenas 20% vêm das adegas”. Dessa maneira, o cuidado com os vinhedos é primordial, permitindo-os produzir vinhos de classe mundial.

Viña Montes foi não só a precursora dos vinhos de alta qualidade no Chile, servindo como um divisor de águas na história da viticultura chilena, como também inaugurou uma profunda transição da 'quantidade' para a 'qualidade' em todo o cenário vinícola do país. Uma curiosidade da vinícola chilena: na sala de barricas, seus vinhos descansam ao som de cantos gregorianos.

Blend (90% Carménère e 10% Cabernet Sauvignon)

A uva Carménère é outra variedade originária de Bordeaux. No século XVIII era uma casta comum nos vinhedos do Médoc, mas se tornou uma raridade por lá.  Levada para o Chile no século XIX, durante muito tempo a uva Carménère foi confundida com a casta Merlot. Somente em 1994, nos vinhedos da Viña Carmen na região do Chile, ela foi corretamente identificada pelo ampelógrafo Jean-Michel- Boursiquot (profissional que estuda, identifica e classifica os tipos de uva).  Nos últimos anos tem dado origem a vinhos tintos chilenos interessantes, concentrados, cheios de fruta e com mais estrutura e taninos do que a casta Merlot, transformando-se numa uva emblemática nesse país. A uva Carménère também pode ser encontrada em cortes do norte da Itália.   Os vinhos tintos produzidos com a casta Carménère possuem coloração rubi violácea acentuada. A casta Carménère é muito utilizada na elaboração de vinhos varietais de ótima qualidade, extraindo todo sabor e características marcantes da casta em cada detalhe da confecção dos tintos. A escolha do seu nome está associada a cor da sua pele, um rubi tão forte, que lembra o carmim.  Para explorar e exaltar mais o sabor e a potencialidade dos vinhos tintos produzidos com a uva Carménère no paladar, harmonize com carnes vermelhas com pouca gordura e assados no geral. É essencial evitar que o vinho tinto elaborado com a uva Carménère acompanhe pratos que levem molho de tomate.  Cuidado ao comparar a casta Carménère com a uva Merlot, apesar de serem parecidas visualmente, as duas não tem nada a ver. A uva Carménère faz parte da família dos carmenets (hibride de gros cabernet, fer servadou e cabernet franc)  Com vinhos tintos varietais de ótima qualidade, a casta Carménère é utilizada na elaboração do prestigiado “Carmenere 2007 – Magnum” do produtor Tenuta San Leonardo. O vinho é elaborado com uvas Carménère do vinhedo mais antigo da propriedade, sendo um tinto rico, distinto e com notas de frutas selvagens. O “Carmenere 2007 – Magnum” recebeu 17 pontos de um total de 20 de Jancis Robson que classificou o tinto como um livro-texto da casta Carménére originária de Bordeaux.   A casta Cabernet Sauvignon (resultado do cruzamento das uvas Cabernet Franc e Sauvignon Blanc) é uma das mais famosas e a mais bem-sucedidas uvas tintas do mundo, originária da região francesa de Bordeaux (como indicam documentos do século XVIII). Ela compõe vinhos tintos encorpados e concentrados, muitas vezes envelhecidos em carvalho. Alguns exemplares podem durar muito tempo, e podem também ser elegantes e complexos, enquanto outros são mais intensos e exuberantes. Hoje, a onipresente uva Cabernet Sauvignon produz ótimos vinhos nas regiões mais diversas: Bordeaux, Itália, Portugal, Espanha, Austrália, Califórnia, Chile, Argentina, Nova Zelândia e África do Sul, entre outras. Cada uma com seu estilo próprio e suas peculiaridades. Uma das mais famosas uvas tintas do mundo, a Cabernet Sauvignon resulta do cruzamento entre as uvas Cabernet Franc e Sauvignon Blanc. É originária da região francesa de Bordeaux – as primeiras indicações sobre sua existência remontam ao século XVIII –, e está presente em quase todas as regiões produtoras de vinho, o que demonstra sua incrível habilidade de adaptar-se aos terroirs mais distintos. Por ser o componente principal de todos os cinco Premier Grand Cru Classés de Bordeaux, a variedade foi plantada nos quatro cantos do planeta e diversos dos melhores tintos do mundo são elaborados com ela. Hoje, a onipresente uva Cabernet Sauvignon produz ótimos vinhos nas mais diversas regiões: Bordeaux, Itália, Portugal, Espanha, Austrália, Califórnia, Chile, Argentina, Nova Zelândia e África do Sul, entre outras. Cada um com seu estilo próprio e suas peculiaridades. A Cabernet Sauvignon é uma uva relativamente fácil de ser cultivada, mas que demanda uma grande insolação para alcançar o pleno amadurecimento. Essa é uma das razões do porquê na sua região de origem – Bordeaux, na França – ela aparece em quantidade menor que sua companheira Merlot, que por sua vez necessita de menos sol para amadurecer. Apesar de ser comumente associada aos tintos de Bordeaux, a uva Cabernet Sauvignon se desenvolve particularmente bem apenas na região de Médoc e em alguns outros poucos terroirs de Bordeaux. Por outro lado, o sol abundante do Novo Mundo, em lugares como a Califórnia e o Chile, permite que a uva Cabernet fique completamente madura e acumule bastante açúcar. Os cachos são pequenos e os bagos miúdos e de casca espessa. Os vinhos tintos elaborados com ela são encorpados e concentrados, com taninos potentes e muitas vezes envelhecidos em carvalho, para que o vinho fique mais complexo e macio. Alguns de seus vinhos podem durar muito tempo, e podem também ser elegantes e complexos, enquanto outros são mais intensos e exuberantes.

Valle de Colchagua

Videiras centenárias e fazendas encantadoras formam a paisagem deste bonito vale ao sul da capital chilena, uma das zonas agrícolas mais promissoras do país.

Os produtores do Valle de Colchagua, interessados em obter vinhos da mais alta qualidade, vêm utilizando sofisticadas técnicas de manuseio dos vinhedos, incluindo o mapeamento por satélite, o plantio em encostas e o uso de clones.

Ao que parece, acertaram. Os rótulos que nascem ali são cada vez mais premiados. O Colchagua, que significa “pequenas lagunas” em mapuche, tem a mais bem organizada rota de vinho do país, que inclui uma divertida excursão com o Tren del Vino, uma locomotiva que faz a delícia dos turistas mais nostálgicos.

COMO CHEGAR

Partindo da capital Santiago, há trens da Ruta Del Vino que chegam até a região pelo menos um sábado por mês. Os trens convencionais da Terrasur levam o turista até a cidade de San Fernando, de onde é possível pegar um táxi até as atrações locais.

ATRAÇÕES

As vinícolas são o principal atrativo da região. Os passeios pelos parreirais são guiados, com degustação inclusa. A estrutura das bodegas inclui restaurante, onde é possível almoçar enquanto se prova os rótulos. A Casa Silva, por exemplo, é totalmente voltada para a atividade familiar, além de ser considerada a mais antiga da região. Um de seus grandes atrativos é a coleção de carros antigos exposta na propriedade.

Na Casa Lapostolle, a chave é a sofisticação, com práticas sustentáveis durante o processo de produção dos vinhos. Há, ainda, outras opções como a Santa Cruz, a Viu Manent e a Caliterra.

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