Vinho Chileno Montes Alpha Tinto Syrah 2009

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  • Medalha
  • -
  • País
  • Chile
  • Vinícola
  • Viña Montes
  • Safra
  • 2013
  • Reconhecimento
  • 92 Pontos
  • Concurso
  • Wine Enthusiast
  • Ano
  • -
Este extraordinário tinto é o vinho de menor produção de toda a linha Montes Alpha e acaba de ser indicado pela revista Wine Spectator como um dos vinhos de melhor relação qualidade/preço em todo o mundo. Já foi indicado para a prestigiosa lista dos "100 Melhores Vinhos do Mundo" da publicação. Para a Wine Enthusiast "é consistentemente um vinho que merece notas altíssimas, descrevendo o Syrah como "repleto de aromas de café, framboesas, ameixas e cravo; um vinho profundo e cheio de nuances". Colheita manual nos vinhedos La Finca de Apalta, no Vale de Santa Cruz (Colchagua). Colheita manual com rendimento controlado.
  • País: Chile
  • Região: Valle de Colchagua
  • Safra: 2009
  • Tipo: Tinto
  • Uva: Blend (90% Syrah, 7% Cabernet Sauvignon e 3% Viognier)
  • Volume: 750 ml
  • Teor alcoólico: 14.5000%
  • Temperatura de serviço: 18,0ºC a 20,0ºC
  • Corpo: 5/5
  • Sugestão de guarda: de 5 até 10 anos
  • Combinações enogastronômicas: Carnes e cordeiro.
  • Validade: Válido por prazo indeterminado desde que conservado deitado em local fresco e escuro.
  • Vinícola: Viña Montes
  • Vinificação: As uvas são fermentadas em cubas de aço inoxidável com temperatura controlada. A fermentação malolática ocorre nas cubas.
  • Maturação: 12 meses em barricas de carvalho francês.
  • Família: Vinho de Mesa Fino
  • Estilo: Seco
  • Coloração: Tinto
  • Sommelier: Notas de Prova - Montes Alpha Syrah: De cor rubi intensa, possui um ótimo aroma com notas florais, de tabaco e couro. Forte e encorpado no meio do palato, com taninos suaves e maduros. Um retrogosto muito longo, elegante e satisfatório. Um Syrah magnífico.

Viña Montes

Viña Montes é um dos maiores nomes do Chile, elaborando fantásticos vinhos tintos e brancos, de muita personalidade e imbatível relação qualidade e preço.

Sua reputação no Brasil e afora é enorme e seus vinhos estão sempre entre os melhores da América do Sul. O produtor foi o pioneiro dos vinhos de alta qualidade no Chile, quase três décadas atrás. Seu vinho mais emblemático, o Montes Alpha Cabernet Sauvignon, foi o primeiro grande vinho tinto chileno, recebendo enorme reconhecimento internacional. Concentrado e elegante, ele foi inspirado nos grandes tintos de Médoc e costuma merecer sempre ótimos prêmios.

Os Montes Alpha Cabernet Sauvignon e Merlot foram recentemente eleitos como “os melhores ‘Bordeaux’ do Chile” pela revista Decanter, para quem são “muito estilosos, o Chile em seu aspecto mais clássico”. A mesma inspiração deu origem ao excelente Montes Alpha “M”, um dos grandes vinhos da América do Sul e o primeiro “superpremium” do país.

O inovador Folly, um Syrah ao nível dos melhores do mundo, é outro de seus vinhos que já nasceram célebres, assim como o Purple Angel, um super Carmenère. Os vinhos da linha Montes, entre os mais acessíveis da bodega, são ricos e saborosos, verdadeiros achados, de qualidade impressionante pelo preço.

O delicioso Cherub, um super-rosé de Syrah, é elaborado com uvas plantadas especialmente para a elaboração do vinho. Fruto da sociedade entre os amigos Douglas Murray e Aurélio Montes — um dos maiores enólogos chilenos — a Viña Montes é uma verdadeira colecionadora de prêmios e altas notas. Em seu guia de vinhos, Hugh Johnson se desmancha em elogios à vinícola e afirma: “the best in Chile”.

Considerado um dos ícones da atividade vinícola, o enólogo Aurélio Montes diz que “80% de um bom vinho vêm dos vinhedos e apenas 20% vêm das adegas”. Dessa maneira, o cuidado com os vinhedos é primordial, permitindo-os produzir vinhos de classe mundial.

Viña Montes foi não só a precursora dos vinhos de alta qualidade no Chile, servindo como um divisor de águas na história da viticultura chilena, como também inaugurou uma profunda transição da 'quantidade' para a 'qualidade' em todo o cenário vinícola do país. Uma curiosidade da vinícola chilena: na sala de barricas, seus vinhos descansam ao som de cantos gregorianos.

Blend (90% Syrah, 7% Cabernet Sauvignon e 3% Viognier)

A Syrah certamente origina alguns dos mais cultuados e apreciados vinhos do planeta. Os vinhos produzidos com a Syrah são profundos e encorpados, repletos de notas de especiarias e frutas negras maduras. É uma casta que pode originar vinhos com perfis aromáticos distintos, dependendo do tipo de clima onde é cultivada. Nas regiões de clima quente, os vinhos são encorpados, com notas que lembram ameixa e chocolate. Em regiões mais frias, são famosos os Syrahs com notas de pimenta-do-reino e couro. Incrivelmente longevos, os melhores exemplos de vinhospodem evoluir por décadas  na adega. Historicamente, os vinhos elaborados com a Syrah eram clandestinamente adicionados aos vinhos de Bordeaux para deixá-los mais encorpados e potentes. A origem da casta Syrah era controversa até 1998, quando testes de DNA comprovaram que esta variedade originou-se de um cruzamento entre as uvas Dureza e Mondeuse Blanche. O cruzamento ocorreu naturalmente há centenas de anos, na região dos Alpes do Rhône – até hoje uma referência para os mais aclamados e disputados vinhos elaborados com esta casta. No Norte do Rhône, os cultuados Hermitage e Côte-Rôtie são os mais aristocráticos exemplos de vinhos elaborados com a uva Syrah. Verdadeiros clássicos, esses vinhos geralmente demandam vários anos em garrafa para mostrar todas as suas qualidades. Os Saint-Joseph e os mais populares Crozes-Hermitage são alternativas mais baratas e geralmente menos longevas de vinhos, mas que conseguem mostrar o caráter da uva Syrah cultivada no Norte do Rhône. Fora da sua região de origem, a Austrália é o país mais famoso pelos vinhos elaborados com a Syrah. Ali, ela é chamada de Shiraz e os mais famosos exemplos são bastante concentrados e cheios de fruta. Os melhores vinhos são realmente excelentes, mas o grande sucesso fez surgir alguns rótulos mais comerciais – geralmente um pouco enjoativos, com fruta muito doce e notas exageradas de carvalho. Esses vinhos prejudicaram um pouco a imagem que o vinho australiano gozava até há pouco tempo. Mesmo assim, os melhores Syrahs da Austrália estão entre os grandes vinhos clássicos do Novo Mundo e merecem ser provados. Recentemente diversos países têm produzido vinhos tintos de classe mundial com a Syrah, atestando o grande potencial da casta. Além da França e Austrália, podemos certamente citar Itália, Chile, África do Sul, Estados Unidos e Argentina. Os vinhos produzidos com a casta Syrah são uma excelente opção para acompanhar carne de aves e queijos amarelos, sendo a bebida ideal para ser degustada junto com fondues e soufflés.   A casta Cabernet Sauvignon (resultado do cruzamento das uvas Cabernet Franc e Sauvignon Blanc) é uma das mais famosas e a mais bem-sucedidas uvas tintas do mundo, originária da região francesa de Bordeaux (como indicam documentos do século XVIII). Ela compõe vinhos tintos encorpados e concentrados, muitas vezes envelhecidos em carvalho. Alguns exemplares podem durar muito tempo, e podem também ser elegantes e complexos, enquanto outros são mais intensos e exuberantes. Hoje, a onipresente uva Cabernet Sauvignon produz ótimos vinhos nas regiões mais diversas: Bordeaux, Itália, Portugal, Espanha, Austrália, Califórnia, Chile, Argentina, Nova Zelândia e África do Sul, entre outras. Cada uma com seu estilo próprio e suas peculiaridades. Uma das mais famosas uvas tintas do mundo, a Cabernet Sauvignon resulta do cruzamento entre as uvas Cabernet Franc e Sauvignon Blanc. É originária da região francesa de Bordeaux – as primeiras indicações sobre sua existência remontam ao século XVIII –, e está presente em quase todas as regiões produtoras de vinho, o que demonstra sua incrível habilidade de adaptar-se aos terroirs mais distintos. Por ser o componente principal de todos os cinco Premier Grand Cru Classés de Bordeaux, a variedade foi plantada nos quatro cantos do planeta e diversos dos melhores tintos do mundo são elaborados com ela. Hoje, a onipresente uva Cabernet Sauvignon produz ótimos vinhos nas mais diversas regiões: Bordeaux, Itália, Portugal, Espanha, Austrália, Califórnia, Chile, Argentina, Nova Zelândia e África do Sul, entre outras. Cada um com seu estilo próprio e suas peculiaridades. A Cabernet Sauvignon é uma uva relativamente fácil de ser cultivada, mas que demanda uma grande insolação para alcançar o pleno amadurecimento. Essa é uma das razões do porquê na sua região de origem – Bordeaux, na França – ela aparece em quantidade menor que sua companheira Merlot, que por sua vez necessita de menos sol para amadurecer. Apesar de ser comumente associada aos tintos de Bordeaux, a uva Cabernet Sauvignon se desenvolve particularmente bem apenas na região de Médoc e em alguns outros poucos terroirs de Bordeaux. Por outro lado, o sol abundante do Novo Mundo, em lugares como a Califórnia e o Chile, permite que a uva Cabernet fique completamente madura e acumule bastante açúcar. Os cachos são pequenos e os bagos miúdos e de casca espessa. Os vinhos tintos elaborados com ela são encorpados e concentrados, com taninos potentes e muitas vezes envelhecidos em carvalho, para que o vinho fique mais complexo e macio. Alguns de seus vinhos podem durar muito tempo, e podem também ser elegantes e complexos, enquanto outros são mais intensos e exuberantes.   Bastante aromática, a casta Viognier é característica do Norte do Rhône, onde produz vinhos brancos deliciosos e de grande charme, como os famosos Condrieu. Os vinhos elaborados com a casta Viognier costumam revelar uma cor intensa, alto teor alcoólico e aromas sedutores, associados a damasco, pêssego e flores. A cepa Viognier também é usada em pequena quantidade em cortes com a uva Syrah, conferindo maior finesse aos vinhos tintos da região. Por seu caráter estiloso, também foi bastante plantada no Novo Mundo por produtores que gostam de inovar. Apesar de ser bastante característica do Norte do Rhône, onde é utilizada na elaboração de fantásticos vinhos, a origem da cepa é ainda muito discutida. Acredita-se que a uva Viognier possa ser originária da região de Dalmácia, antiga província romana localizada na Croácia, sendo levada para o Norte do Rhône pelos romanos há pelo menos 2 mil anos atrás. É de conhecimento que a maior parte dos vinhedos que cultivam a uva Viognier encontram-se na França, entretanto, é possível achar vinhas da casta na Itália, Grécia, Austrália, Espanha e Estados Unidos, país esse onde há surgido excelentes cortes da uva com a casta Chardonnay, cepa Colombards e uva Chenin Blanc, demonstrando a enorme demanda que os americanos têm obtido em relação a uva Viognier. Seus vinhos ricos em aromas e sabores são companhias perfeitas para harmonizações com queijos de massa mole (brie e camembert) e pescados. Os altos teores alcoólicos dos rótulos contrastam de excelente forma com pratos da culinária mexicana e chinesa.

Valle de Colchagua

Videiras centenárias e fazendas encantadoras formam a paisagem deste bonito vale ao sul da capital chilena, uma das zonas agrícolas mais promissoras do país.

Os produtores do Valle de Colchagua, interessados em obter vinhos da mais alta qualidade, vêm utilizando sofisticadas técnicas de manuseio dos vinhedos, incluindo o mapeamento por satélite, o plantio em encostas e o uso de clones.

Ao que parece, acertaram. Os rótulos que nascem ali são cada vez mais premiados. O Colchagua, que significa “pequenas lagunas” em mapuche, tem a mais bem organizada rota de vinho do país, que inclui uma divertida excursão com o Tren del Vino, uma locomotiva que faz a delícia dos turistas mais nostálgicos.

COMO CHEGAR

Partindo da capital Santiago, há trens da Ruta Del Vino que chegam até a região pelo menos um sábado por mês. Os trens convencionais da Terrasur levam o turista até a cidade de San Fernando, de onde é possível pegar um táxi até as atrações locais.

ATRAÇÕES

As vinícolas são o principal atrativo da região. Os passeios pelos parreirais são guiados, com degustação inclusa. A estrutura das bodegas inclui restaurante, onde é possível almoçar enquanto se prova os rótulos. A Casa Silva, por exemplo, é totalmente voltada para a atividade familiar, além de ser considerada a mais antiga da região. Um de seus grandes atrativos é a coleção de carros antigos exposta na propriedade.

Na Casa Lapostolle, a chave é a sofisticação, com práticas sustentáveis durante o processo de produção dos vinhos. Há, ainda, outras opções como a Santa Cruz, a Viu Manent e a Caliterra.

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