Vinho Espanhol Cune Crianza Tinto Blend 2009

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  • País: Espanha
  • Região: Rioja
  • Safra: 2009
  • Tipo: Tinto
  • Uva: Blend (80% Tempranillo e 10% Mazuelo e 10% Garnacha)
  • Volume: 750 ml
  • Teor alcoólico: 13.5000%
  • Temperatura de serviço: 18,0ºC a 20,0ºC
  • Corpo: 3/5
  • Sugestão de guarda: de 5 até 10 anos.
  • Combinações enogastronômicas: Carnes grelhadas e massas.
  • Validade: Validade indeterminada desde que conservado com a sua vedação original em local seco e fresco ao abrigo da luz, sem trepidações, com temperatura constante, sem odores fortes e preferencialmente na posição horizontal.
  • Vinícola: CVNE
  • Vinificação: Fermentação a frio em tanques de aço inoxidável, com controle de temperatura.
  • Maturação: Permanece por 12 meses em barricas de carvalho americano.
  • Família: Vinho de Mesa Fino
  • Estilo: Seco
  • Coloração: Tinto
  • Sommelier: Notas de Prova - Cune Rioja: Tem uma cor granada brilhante e no nariz é muito intenso, com aromas de frutas vermelhas e alcaçuz com o toque do carvalho americano ao fundo. Na boca é redondo e equilibrado, e podemos apreciar todos os aromas bem integrados.

CVNE

A vinícola CVNE é considerada um dos tesouros mais bem escondidos da Espanha, em Rioja. A história da CVNE se confunde com a dos grandes vinhos de Bordeaux, quando a praga filoxera atacou os vinhedos da França no século XIX. Desde os Crianza aos Gran Reservas, estes são vinhos que honram a tradição riojana, com perfeito equilíbrio entre o fruto e o carvalho. Constam de todas as relações dos melhores produtores espanhóis. Desde o ano de sua fundação, em 1879, a vinícola familiar CVNE conseguiu combinar o estilo tradicional com os últimos avanços tecnológicos. O famoso arquiteto Pihlippe Mazières projetou em 2004 uma nova e impressionante vinícola. CVNE ganhou reconhecimento internacional por elaborar diferentes estilos de vinho, que englobam desde vinhos de mesa fáceis de beber até vinhos com uma excelente capacidade de envelhecimento. De grande prestígio, os Imperial - Reserva e Gran Reserva - são produzidos apenas quando a safra é espetacular na Rioja Alta. Um destaque especial é o Imperial Gran Reserva 2004, cujo nome Imperial faz referência ao volume - Imperial Pint (568 ml) - que o vinho era originalmente engarrafado a pedido da nobreza inglesa e já foi nomeado o vinho de topo na edição “Top 100” de 2013 da Wine Spectator. Os consagrados Viña Real seguem um estilo mais moderno e são elaborados com uvas da conceituada região de Rioja Alavesa, no País Basco. O produtor também é proprietário dos reputados Viñedos del Contino, um verdadeiro château riojano. Jancis Robinson participou de uma grande prova com vinhos de CVNE, incluindo alguns históricos, como o mítico Imperial Gran Reserva 1928, que recebeu 18/20 pontos, atestando o impressionante potencial de envelhecimento dos vinhos. O Imperial Gran Reserva da safra de 1996 foi comparado a um adolescente pela jornalista, com muitos anos de vida pela frente. No geral, Jancis disse que a prova foi “de abrir os olhos”, com alguns vinhos “realmente grandiosos”. A revista Wine Enthusiast também não poupou elogios para os vinhos de CVNE, classificando o maravilhoso vinho Imperial Reserva com nada menos do que 91 pontos.

Blend (80% Tempranillo e 10% Mazuelo e 10% Garnacha)

  Grande uva ibérica, a casta Tempranillo gera vinhos tintos maravilhosos na Espanha, onde aparece também como Tinto Fino e Tinta del Pais. É a principal responsável pelos grandes rótulos da Rioja, Ribera del Duero e Toro, entre outras regiões. Seu nome Tempranillo faz referência ao seu brotamento precoce, amadurecimento rápido e crescimento curto. Traduzida do espanhol, sua denominação foi inspirada na palavra cedo (temprano). A casta Tempranillo possui cachos médios de tamanho compacto, com bagos de coloração negra brilhante e de formato cilíndrico. A uva se adapta bem a climas frios, sendo melhor cultivada em solos argilosos ou rochosos. Sendo versátil, a casta Tempranillo pode ser utilizada na vinificação sozinha (varietal) ou em corte, compondo tintos de ótima qualidade com Syrah, Garnacha, Cabernet Sauvignon ou Mazuelo. Em Portugal, onde atende pelo nome de Tinta Roriz no Douro e Aragonez no Alentejo, essa uva também é bastante requisitada, compondo ótimos vinhos. Produz tintos encorpados e de boa estrutura, muito saborosos, perfeitos para o envelhecimento em carvalho, com coloração intensa, aromas marcantes e um retrogosto bastante longo. Garnacha é uma das uvas mais plantadas no mundo, alguns dizem ser a primeira de todas! Encontrada em famosos vinhos tintos, a Grenache também produz excelentes rosés, e até vinhos de sobremesa e fortificados. Os vinhedos de Grenache espalhados pelo planeta ocupam mais de 200.000 hectares, no total, mas 80% deles estão na França e na Espanha, maiores cultivadores dessa cepa. A Grenache é brilhante em vinhos varietais suaves, de cor clara e semitranslúcida, ideais para serem consumidos jovens. Garnacha é uma das uvas mais plantadas no mundo, alguns dizem ser a primeira de todas! Encontrada em famosos vinhos tintos, a Grenache também produz excelentes rosés, e até vinhos de sobremesa e fortificados. Os vinhedos de Grenache espalhados pelo planeta ocupam mais de 200.000 hectares, no total, mas 80% deles estão na França e na Espanha, maiores cultivadores dessa cepa. A Grenache é brilhante em vinhos varietais suaves, de cor clara e semitranslúcida, ideais para serem consumidos jovens. A uva Mazuelo, conhecida popularmente como Carignan ou Cariñena, é uma variedade tinta nativa de Aragon, no norte da Espanha. Trata-se de uma casta encontrada em vinhos produzidos no Mediterrâneo, especialmente, em Languedoc-Roussillon e no nordeste espanhol. As vinhas da Mazuelo se adaptam melhor em regiões com climas quentes e secos, expressando altos taninos, elevados níveis de acidez e boa coloração. Estas características a tornam uma excelente variedade para complementar vinhos tintos que apresentam abundância de aromas e sabores, mas pouco corpo e baixa profundidade de cor. Raramente encontram-se vinhos varietais elaborados com a Mazuelo, no entanto, os melhores exemplos exibem características de frutas pretas e escuras, bem como alguns sabores picantes e salgados. Trata-se de uma variedade que encontra diferentes nomes dependendo da região onde é cultivada. Poucos destes sinônimos encontram-se nos rótulos dos vinhos, onde os exemplares são rotulados como nome Carignan ou Mazuelo, nos vinhos de Rioja.  

Rioja

Rioja é a mais famosa e tradicional região vinícola da Espanha, produzindo vinhos tintos e brancos entre os melhores do país. O estilo riojano é bastante característico, em geral, bastante marcado pelo carvalho. Os melhores produtores buscam um equilíbrio perfeito entre a fruta e a madeira, produzindo vinhos de enorme classe, elegância e complexidade, entre os melhores do mundo. 

Localizada ao norte da Península Ibérica, a região de Rioja desfruta de uma posição geográfica privilegiada frente às demais áreas vinícolas da Espanha. Rioja é protegida pela Serra da Cantabria dos ventos e chuvas provenientes do Atlântico, além de sofrer menos com os extremos de temperatura comuns a outras regiões espanholas. 

A região divide-se em três sub-regiões vitivinícolas com características distintas: Rioja Baja, Rioja Alavesa e Rioja Alta, área onde são produzidos os melhores vinhos de Rioja. Dentre os 300 milhões de litros de vinho produzidos por ano na região, 90% correspondem a tintos, mas também há ótimos exemplares brancos e rosés sendo produzidos em Rioja. 

Conhecida mundialmente por seus maravilhosos vinhos tintos, a região é tida por muitos especialistas como uma das cinco regiões vinícolas mais importantes do mundo, sendo chamada inclusive de “Bordeaux da Espanha”. Rioja foi a primeira região da Espanha a receber sua Denominação de Origem (DO) e, após alguns anos, esta denominação foi alterada para Denominacíon de Origen Calificada (DOCa), demonstrando a enorme qualidade que seus vinhos apresentam. 

A melhor uva tinta de Rioja é a Tempranillo, que atua com o mesmo peso das principais uvas tintas do mundo, como a Cabernet Sauvignon e a Nebbiolo. Os vinhos de Rioja são envelhecidos em tonéis de carvalho americano, atravessando um lento processo de evolução, micro-oxigenação e estabilização, o que lhes garante uma característica notoriamente distinta. 

No passado os vinhos eram envelhecidos em tonéis por muitos anos, tornando-se exemplares de cor clara, perfumados, de corpo médio e mais delicados que potentes. Com o novo processo de envelhecimento, os vinhos têm hoje uma cor mais escura, um bouquet menos marcado pelo carvalho, são mais concentrados e potentes. Os melhores encontram-se entre os mais apreciados vinhos tintos do mundo. 

Os vinhos brancos do Rioja, produzidos com a uva Viura, também participam de um longo envelhecimento nos tonéis de carvalho. Os exemplares mais modernos, que permanecem por menos tempo, adquirem um caráter leve e frutado. 

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