Vinho Francês GSM J.V. Fleury Tinto Blend 2013

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  • País: França
  • Região: Vale do Rhône
  • Safra: 2013
  • Tipo: Tinto
  • Uva: Blend (50% Grenache, 30% Syrah e 20% Mourvèdre)
  • Volume: 750 ml
  • Teor alcoólico: 13.5000%
  • Temperatura de serviço: 16,0ºC a 16,0ºC
  • Combinações enogastronômicas: Pode ser servido como aperitivo ou refeições leves como legumes grelhados, massas com molho vermelho.
  • Validade: Validade indeterminada desde que conservado com a sua vedação original em local seco e fresco ao abrigo da luz, sem trepidações, com temperatura constante, sem odores fortes e preferencialmente na posição horizontal.
  • Vinícola: Vidal-Fleury
  • Vinificação: As uvas passam por maceração durante 2 semanas com temperatura controlada de 30°C. Fermentação malolática completa.
  • Maturação: Maturação sobre as borras em tanques de aço inox. Clarificação natural e delicada filtragem antes do engarrafamento.Ainda descansa em garrafa por mais 3 meses para ser lançado ao mercado.
  • Família: Vinho de Mesa Fino
  • Estilo: Seco
  • Coloração: Tinto
  • Sommelier: Notas de Prova - GSM J.V. FLEURY 2013: Cor vermelho rubi intenso e brilhante. Aroma fresco, floral e frutado. Predomina Grenache, morango e framboesa. Tomilho e pimenta verde provenientes da Syrah e Mourvèdre. Suave, macio e frutado com taninos delicados.

Vidal-Fleury

Essa casa histórica, a mais antiga vinícola do Vale do Rhône em operação ininterrupta, foi fundada em 1781 quando Joseph Vidal adquiriu seus 10 primeiros hectares de vinhedos no distrito de Ampuis, Côte-Rôtie.
A Vidal-Fleury conquistou reputação internacional muito rapidamente e tem como momento marcante de sua história a visita, em 1787, de Thomas Jefferson, o protagonista da Declaração de Independência dos EUA, seu 3º presidente e grande apreciador de bons vinhos.
Na década de 1890, Gustave Vidal, bisneto de Joseph, se casou com uma representante da família Fleury e o nome da casa passou a ser Vidal-Fleury. Nas mãos da família fundadora por mais de dois séculos e sofrendo com a falta de interesse dos sucessores, em 1984 a Vidal-Fleury teve seu controle adquirido pela família Guigal, que trabalhou para reerguer o prestígio da casa. Pode-se dizer que 2008, com a inauguração da sua moderníssima adega e a chegada de uma nova equipe técnica capitaneada pelo competente Guy Sarton de Joncquey, foi o ano do renascimento da Vidal-Fleury. Eu tenho uma previsão a fazer para os próximos anos: prestem atenção à Vidal-Fleury a partir de 2008 ... essa famosa casa, propriedade da família Guigal, parece destinada a virar a página de uma maneira positiva e radical. 

Blend (50% Grenache, 30% Syrah e 20% Mourvèdre)

Grenache é uma das uvas mais plantadas no mundo, alguns dizem ser a primeira de todas! Encontrada em famosos vinhos tintos, a Grenache também produz excelentes rosés, e até vinhos de sobremesa e fortificados. Os vinhedos de Grenache espalhados pelo planeta ocupam mais de 200.000 hectares, no total, mas 80% deles estão na França e na Espanha, maiores cultivadores dessa cepa. A Grenache é brilhante em vinhos varietais suaves, de cor clara e semitranslúcida, ideais para serem consumidos jovens.  A Syrah certamente origina alguns dos mais cultuados e apreciados vinhos do planeta. Os vinhos produzidos com a Syrah são profundos e encorpados, repletos de notas de especiarias e frutas negras maduras. É uma casta que pode originar vinhos com perfis aromáticos distintos, dependendo do tipo de clima onde é cultivada. Nas regiões de clima quente, os vinhos são encorpados, com notas que lembram ameixa e chocolate. Em regiões mais frias, são famosos os Syrahs com notas de pimenta-do-reino e couro. Incrivelmente longevos, os melhores exemplos de vinhospodem evoluir por décadas  na adega. Recentemente diversos países têm produzido vinhos tintos de classe mundial com a Syrah, atestando o grande potencial da casta. Além da França e Austrália, podemos certamente citar Itália, Chile, África do Sul, Estados Unidos e Argentina. Uma das castas melhor adaptadas ao calor, a uva Monastrell contribui com estrutura e notas de amoras maduras nos potentes tintos do Mediterrâneo, principalmente no sul da França, onde é conhecida como Mourvèdre. É umas das castas mais antigas em produção. Segundo algumas teorias, a uva Mourvèdre chegou na Espanha levada pelos fenícios em 500 a.C. A Espanha é o país com a maior área plantada, chegando a mais de 60 mil hectares. Além disso, é bem mais fácil encontrar vinhos varietais elaborados com a casta no país. A uva Monastrell é originária da região de Valência, provavelmente na região de Camp de Morvedre. Segundo registros da época, a casta foi levada para a região de Provence no século XVI e o nome Mourvèdre é uma referência à sua origem, Camp de Morvedre. Uma das assinaturas da casta são os aromas terrosos e o toque animal que ela confere aos vinhos.

Vale do Rhône

O Vale do Rhône se divide em duas regiões com climas, solos, terroirs e castas diversas 

O rio Rhône (ou Ródano, na tradução portuguesa) é um dos mais importantes "rios de vinho" do mundo. Desde seu nascedouro, nos Alpes suíços, até o seu delta, no mar Mediterrâneo, esse grande rio bordeja várias regiões vitivinícolas bastante diversas entre si como, por exemplo, o Valais suíço, famoso por seu Fendant du Valais; a Savóia francesa, que produz em Seyssel leves vinhos espumantes; e, bem mais ao sul, Châteauneuf-du-Pape, notável por seus tintos potentes e encorpados. 

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No entanto, quando falamos em Vale do Rhône (Vallée du Rhône) ou Encostas do Rhône (Côtes du Rhôneentamos nos referindo à sua parte francesa mais famosa, que se inicia ao norte, em Vienne, e termina ao sul, nas proximidades de Avignon. 

Tudo indica que foram os romanos que introduziram a vitivinicultura na região por volta do século I a.C. Em sua História Natural (ano 71 d.C.), o célebre escritor romano Plínio já faz referência e até mesmo elogia os vinhos produzidos perto de Vienne. Hoje, o Vale do Rhône é o segundo mais extenso vinhedo produtor de vinhos finos da França, perdendo apenas para Bordeaux. Região de grandes contrastes, costuma-se dividir o Vale em duas partes que possuem climas, solos, terroirs e castas de uvas diversas: o Vale do Rhône Setentrional e o Vale do Rhône Meridional. 

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