Vinho Italiano Villa Antinori Tinto Blend 2013

881

Por: R$ 149,90

R$ 142,41 (com 5% no boleto à vista)

em até 1x de R$ 149,90 sem juros no cartão

Frete
Compartilhe:
  • País: Itália
  • Região: Toscana
  • Safra: 2013
  • Tipo: Tinto
  • Uva: Blend (55% Sangiovese, 25% Cabernet Sauvignon, 15% Merlot, 5% Syrah)
  • Volume: 750 ml
  • Teor alcoólico: 13.5000%
  • Temperatura de serviço: 16,0ºC a 18,0ºC
  • Validade: Validade indeterminada desde que conservado com a sua vedação original em local seco e fresco ao abrigo da luz, sem trepidações, com temperatura constante, sem odores fortes e preferencialmente na posição horizontal.
  • Vinícola: Antinori
  • Maturação: 12 meses em barricas de carvalho francês, americano e húngaro e 8 meses em garrafa.
  • Família: Vinho Fino
  • Estilo: Seco
  • Coloração: Tinto
  • Sommelier: Notas de Prova - Villa Antinori Tinto 2013: Vermelho-rubi profundo. Aroma de frutas do bosque como mirtilo e amora, com leve toque de baunilha. Na boca apresenta bom corpo, taninos macios e notas de frutas do bosque maduras.

Antinori

A família Antinori tem estado envolvida na produção de vinho há mais de seis séculos, desde então, em 1385, Giovanni di Piero Antinori entrou como um membro, a "Arte Fiorentina", a Associação de Produtores de vinho da cidade de Florença. Durante todo esse longo período, com vinte e seis gerações, a família sempre gerenciou diretamente esse trabalho com decisões corajosas e, às vezes, inovadoras, mas sempre mantendo, inalterado, um respeito fundamental pela tradição e pelo território em que operou.

Hoje a empresa é dirigida por Albiera Antinori com o apoio de suas irmãs Allegra e Alessia, diretamente envolvidas no negócio. Marquês Piero é agora o presidente honorário da empresa. Tradição, paixão e intuição foram os três princípios que levaram a firma Marquis Antinori a se tornar líder em vinhos italianos.

Toda e qualquer safra, toda e qualquer área separada, toda e qualquer ideia a ser colocada em prática é um novo começo, uma nova busca por padrões de qualidade mais elevados. Como o Marquês Piero Antinori gosta de repetir: “raízes antigas desempenham um papel importante em nosso trabalho. Mas nunca foi um limite para o nosso espírito inovador ”. As propriedades da Toscana e Umbria, o patrimônio histórico da família, foram unidas, ao longo do tempo, por investimentos em outros territórios com um importante potencial para o vinho de alto nível tanto na Itália como no exterior, em locais onde seria possível começar a trabalhar por um maior prestígio e maior consciência da capacidade da família de produzir um excelente vinho.

A firma Marchesi Antinori expressa sua paixão pela viticultura por uma busca constante pelas menores áreas de melhoria da qualidade. Por esta razão, experimentos contínuos avançam tanto nos vinhedos quanto nas adegas, buscando novos clones de castas locais e internacionais, experimentando técnicas de cultivo, altitudes de vinhedos, práticas de fermentação a temperaturas, métodos de fermentação modernos e tradicionais, diferentes tipos de carvalho. envelhecimento e tamanhos e idade diferentes para os barris e barris, e diferentes tempos de envelhecimento antes de sua liberação comercial para os vinhos engarrafados também.

“Demonstramos, ao longo dos anos, que na Toscana e na Umbria havia a possibilidade de produzir excelentes vinhos, amplamente reconhecidos em nível internacional, que mostravam classe e raça, mantendo seu caráter original. Nossa biblioteca contém muitos livros, mas para nós não é rica o suficiente. Temos uma missão que ainda não foi totalmente levada a cabo, o que nos leva a expressar o vasto potencial das nossas vinhas e a reconciliar as novas descobertas ainda por fazer e o património do sabor da Toscana. Um patrimônio que inclui tradição, cultura, agricultura, arte e literatura e que representam a identidade da firma Marchesi Antinori, cujos pontos fortes são o fato de ser toscano ou, se preferir, nosso caráter fundamentalmente toscano ”, diz Piero Antinori.

A família Antinori faz parte, desde a sua fundação, da PFV, a “Premium Familiae Vini”, uma associação informal de vinícolas que pertence às famílias. A PFV ultrapassa as fronteiras geográficas e sustenta um princípio unificador comum: o da propriedade das vinhas e a produção de vinho como atividade familiar para manter e refinar - como um grande vinho - ao longo do tempo.

Blend (55% Sangiovese, 25% Cabernet Sauvignon, 15% Merlot, 5% Syrah)

Sangiovese é a uva mais cultivada na Itália – ocupa cerca de 10% dos vinhedos do país – principalmente na região da Toscana. Existem dois clones dessa variedade: Sangiovese Gosso (chamado também Prugnolo Gentile e Brunello, sendo uma exclusividade de Montalcino, onde entra na elaboração do cultuado Brunello de Montalcino) e Sangiovese Piccolo, presente nas demais denominações,como Chianti Classico, Nobile di Montepulciano e Morellino di Scansano. Sendo uma uva de fácil cultivo, a Sangiovese possui cachos com grande quantidade de bagos com pele espessa. A casta pode ser vinificada de modo varietal, sendo utilizada na elaboração do grande e cultuado Brunello, ou em corte com outras espécies de uvas, como no caso dos Chianti e Supertoscanos. A casta Sangiovese também é utilizada nos cortes de muitos dos chamados vinhos “supertoscanos” (vinhos mais modernos) e em várias outras regiões italianas, além de ser a uva mais cultivada na Corsica – nessa ilha francesa ela é chamada de Niellccio.  Seus vinhos tintos variam enormemente dependendo da denominação – dos mais leves aos mais ricos e intensos, de personalidade bem italiana, sempre com ótima acidez e uma certa “secura”. Alguns, como os Brunello, podem ser bastante encorpados e concentrados.  Os vinhos produzidos com a casta Sangiovese são perfeitos para serem degustados e apreciados na hora da refeição. Os tintos menos encorpados devem acompanhar comidas mais leves da tradicional culinária italiana, como massa acompanhada de molho a bolonhesa e pizza. Os que apresentarem características mais encorpadas são ideais para serem apreciados na companhia de pratos com sabores mais intensos e marcantes, como risotos fortes e queijos consistentes que elevem o paladar ao máximo grau quando combinado com a ótima acidez presente nos vinhos da uva Sangiovese.   A casta Cabernet Sauvignon (resultado do cruzamento das uvas Cabernet Franc e Sauvignon Blanc) é uma das mais famosas e a mais bem-sucedidas uvas tintas do mundo, originária da região francesa de Bordeaux (como indicam documentos do século XVIII). Ela compõe vinhos tintos encorpados e concentrados, muitas vezes envelhecidos em carvalho. Alguns exemplares podem durar muito tempo, e podem também ser elegantes e complexos, enquanto outros são mais intensos e exuberantes. Hoje, a onipresente uva Cabernet Sauvignon produz ótimos vinhos nas regiões mais diversas: Bordeaux, Itália, Portugal, Espanha, Austrália, Califórnia, Chile, Argentina, Nova Zelândia e África do Sul, entre outras. Cada uma com seu estilo próprio e suas peculiaridades. Uma das mais famosas uvas tintas do mundo, a Cabernet Sauvignon resulta do cruzamento entre as uvas Cabernet Franc e Sauvignon Blanc. É originária da região francesa de Bordeaux – as primeiras indicações sobre sua existência remontam ao século XVIII –, e está presente em quase todas as regiões produtoras de vinho, o que demonstra sua incrível habilidade de adaptar-se aos terroirs mais distintos. Por ser o componente principal de todos os cinco Premier Grand Cru Classés de Bordeaux, a variedade foi plantada nos quatro cantos do planeta e diversos dos melhores tintos do mundo são elaborados com ela. Hoje, a onipresente uva Cabernet Sauvignon produz ótimos vinhos nas mais diversas regiões: Bordeaux, Itália, Portugal, Espanha, Austrália, Califórnia, Chile, Argentina, Nova Zelândia e África do Sul, entre outras. Cada um com seu estilo próprio e suas peculiaridades. A Cabernet Sauvignon é uma uva relativamente fácil de ser cultivada, mas que demanda uma grande insolação para alcançar o pleno amadurecimento. Essa é uma das razões do porquê na sua região de origem – Bordeaux, na França – ela aparece em quantidade menor que sua companheira Merlot, que por sua vez necessita de menos sol para amadurecer. Apesar de ser comumente associada aos tintos de Bordeaux, a uva Cabernet Sauvignon se desenvolve particularmente bem apenas na região de Médoc e em alguns outros poucos terroirs de Bordeaux. Por outro lado, o sol abundante do Novo Mundo, em lugares como a Califórnia e o Chile, permite que a uva Cabernet fique completamente madura e acumule bastante açúcar. Os cachos são pequenos e os bagos miúdos e de casca espessa. Os vinhos tintos elaborados com ela são encorpados e concentrados, com taninos potentes e muitas vezes envelhecidos em carvalho, para que o vinho fique mais complexo e macio. Alguns de seus vinhos podem durar muito tempo, e podem também ser elegantes e complexos, enquanto outros são mais intensos e exuberantes.   A palavra “merlot” significa “pequeno merle”, ou melro, em francês, um pequeno pássaro preto comum na Europa. A origem do nome talvez esteja na comparação da cor preto-azulada das uvas maduras com a cor dessa ave, ou na forma como os melros gostam de comer essas uvas antes da colheita. Na realidade, os melros são considerados pelos enólogos como uma das pragas da vinha. Originária da região de Bordeaux, na França, a Merlot é descendente da Cabernet Franc e meia irmã da Carménère e da Cabernet Sauvignon. Os primeiros registros oficiais são recentes, de 1784 em Bordeaux (Cotes de Libournais). Na Itália (Vêneto), ela é mencionada apenas em 1855, com o nome de “Bordò”.  Hoje é a uva mais cultivada em Bordeaux e a terceira na França (atrás da Carignan e da Grenache). Na margem direita de Bordeaux (Saint-Émilion e Pomerol), ela domina amplamente, enquanto na margem oposta ela corresponde no máximo a 25%, com maior destaque na sub-região de Saint-Estephe. Hoje em dia, é uma das uvas tintas mais cultivadas no mundo, competindo somente com a Cabernet Sauvignon entre as mais conhecidas. Em Bordeaux, soma 101 mil hectares, contra os 53 mil hectares de Cabernet Sauvignon. No mundo, já existem mais de 250 mil hectares de vinhedos plantados com esta casta.   A Syrah certamente origina alguns dos mais cultuados e apreciados vinhos do planeta. Os vinhos produzidos com a Syrah são profundos e encorpados, repletos de notas de especiarias e frutas negras maduras. É uma casta que pode originar vinhos com perfis aromáticos distintos, dependendo do tipo de clima onde é cultivada. Nas regiões de clima quente, os vinhos são encorpados, com notas que lembram ameixa e chocolate. Em regiões mais frias, são famosos os Syrahs com notas de pimenta-do-reino e couro. Incrivelmente longevos, os melhores exemplos de vinhospodem evoluir por décadas  na adega. Historicamente, os vinhos elaborados com a Syrah eram clandestinamente adicionados aos vinhos de Bordeaux para deixá-los mais encorpados e potentes. A origem da casta Syrah era controversa até 1998, quando testes de DNA comprovaram que esta variedade originou-se de um cruzamento entre as uvas Dureza e Mondeuse Blanche. O cruzamento ocorreu naturalmente há centenas de anos, na região dos Alpes do Rhône – até hoje uma referência para os mais aclamados e disputados vinhos elaborados com esta casta. No Norte do Rhône, os cultuados Hermitage e Côte-Rôtie são os mais aristocráticos exemplos de vinhos elaborados com a uva Syrah. Verdadeiros clássicos, esses vinhos geralmente demandam vários anos em garrafa para mostrar todas as suas qualidades. Os Saint-Joseph e os mais populares Crozes-Hermitage são alternativas mais baratas e geralmente menos longevas de vinhos, mas que conseguem mostrar o caráter da uva Syrah cultivada no Norte do Rhône. Fora da sua região de origem, a Austrália é o país mais famoso pelos vinhos elaborados com a Syrah. Ali, ela é chamada de Shiraz e os mais famosos exemplos são bastante concentrados e cheios de fruta. Os melhores vinhos são realmente excelentes, mas o grande sucesso fez surgir alguns rótulos mais comerciais – geralmente um pouco enjoativos, com fruta muito doce e notas exageradas de carvalho. Esses vinhos prejudicaram um pouco a imagem que o vinho australiano gozava até há pouco tempo. Mesmo assim, os melhores Syrahs da Austrália estão entre os grandes vinhos clássicos do Novo Mundo e merecem ser provados. Recentemente diversos países têm produzido vinhos tintos de classe mundial com a Syrah, atestando o grande potencial da casta. Além da França e Austrália, podemos certamente citar Itália, Chile, África do Sul, Estados Unidos e Argentina. Os vinhos produzidos com a casta Syrah são uma excelente opção para acompanhar carne de aves e queijos amarelos, sendo a bebida ideal para ser degustada junto com fondues e soufflés.

Toscana

Toscana ou Toscânia é uma região da Itália central com cerca de 3,7 milhões de habitantes e 22 997 km², cuja capital é Florença.[1] Tem limites a noroeste com a Ligúria, ao norte com a Emília-Romagna, a leste com as Marcas e a Úmbria e ao sul com o Lácio. A oeste seus 397 km de litoral são banhados pelo Mar Lígure e o Mar Tirreno.[2] A Toscana administra ainda as ilhas do Arquipélago Toscano, a principal das quais é a Ilha de Elba. A Toscana é uma das maiores regiões italianas em território e número de habitantes.

0 AVALIAÇÕES - 0.00 DE 5 ESTRELAS

  • Ótimo:

    0.0%

  • Muito bom:

    0.0%

  • Bom:

    0.0%

  • Não gostei:

    0.0%

  • Péssimo:

    0.0%

Avalie este produto:

Avaliar