Vinho Português Cariz Dão Tinto Blend 2010

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O Cariz é um vinho elaborado para exibir a tipicidade do Dão em um perfil moderno. Trata-se de um assemblage entre castas exclusivamente locais: a Touriga Nacional, responsável pela estrutura e por outras características necessárias para uma boa longevidade; Alfrocheiro Preto, que agrega cor e frescor; e Tinta Roriz (nome local para a Tempranillo), que colabora com o aporte de fruta necessário para o equilíbrio deste gostoso tinto. É um vinho que amadureceu muito bem, com uma paleta aromática que mescla cerejas e framboesas, cacau, azeitona e um leve toque de especiarias. Na boca exibe bom balanço entre fruta e madeira, com taninos suaves e um final elegante. Ótima relação entre preço e qualidade!
  • País: Portugal
  • Região: Dão
  • Safra: 2010
  • Tipo: Tinto
  • Uva: Blend (Touriga Nacional, Alfrocheiro, Tinta Roriz)
  • Volume: 750 ml
  • Teor alcoólico: 13.5000%
  • Temperatura de serviço: 16,0ºC a 18,0ºC
  • Sugestão de guarda: até 2018.
  • Combinações enogastronômicas: Carnes vermelhas, queijos e cozinha italiana.
  • Validade: Validade indeterminada desde que conservado com a sua vedação original em local seco e fresco ao abrigo da luz, sem trepidações, com temperatura constante, sem odores fortes e preferencialmente na posição horizontal.
  • Vinícola: LusoVini
  • Maturação: 6 meses em barricas de carvalho.
  • Família: Vinho de Mesa Fino
  • Estilo: Seco
  • Coloração: Tinto
  • Sommelier: Notas de Prova - Cariz Dão: A coloração é de um rubi intenso com halos granada. Os aromas mostram cereja, framboesa, amora, cacau, azeitona e um leve toque de especiarias. Na boca apresenta um corpo médio, repetindo as sensações do olfato, com taninos suaves e acidez pontual. Bom final, com o cacau se mostrando.

LusoVini

A história de uma empresa de vinhos começa muitas vezes antes da sua constituição formal: foi o caso da Lusovini. Este projeto assenta em muitas gerações ligadas ao setor, as quais, através dos seus descendentes, veem hoje continuada a sua paixão pelo vinho. Os sócios Lusovini estão recriando essa herança requalificando vinhas velhas, plantando novas vinhas, construindo novas adegas e tentando ser inovadores no turismo do vinho – o enoturismo. O Desafio é colocar dentro das garrafas toda a riqueza de Portugal, um país vitícola extraordinário.

Portugal tem regiões vinícolas tão diferentes que a Lusovini, tendo partido do Dão, rapidamente se expandiu para as regiões da Bairrada, do Douro, do Alentejo e do Vinho Verde. A verdade é que o conjunto superou a soma das partes, o todo fez a diferença. A empresa celebrou isso mesmo adotando uma nova marca: Lusovini – Vinhos de Portugal, a sua designação atual.

No decurso do seu processo de transformar o potencial vinícola de Portugal em marcas de vinho, a Lusovini internacionalizou-se, criando empresas na Europa, em África, na América do Sul, na América do Norte e na Ásia. Nas geografias deste quatro continentes montou operações de apoio aos seus clientes, garantindo-lhes que os vinhos são bem armazenados, servidos e bebidos nas condições ideais.

A Lusovini empenha-se muito em prestar um serviço integrado ao retalho e à hotelaria e restauração locais. Mas também se dirige aos diferentes grupos de consumidores finais, mostrando-lhes como os vinhos se podem encaixar no seu quotidiano e dar-lhe a graça que não existiria sem eles

Blend (Touriga Nacional, Alfrocheiro, Tinta Roriz)

Dão

A região vinícola do Dão, em Portugal, sempre foi um área nobre dos vinhos portugueses. Durante certo tempo, perdeu seu lugar para o Douro e Alentejo, amargando um segundo plano no mundo dos vinhos, mas está retornando com todo o orgulho que seus vinhos merecem pelas suas peculiaridades. 

Atualmente, a Rota dos Vinhos do Dão está levando visitantes e turistas aos espaços oferecidos para apreciação da produção vinícola da região com cinco roteiros diferentes: Terras de Viseu, Silgueiros e Senhorim; Terras de Azurara e Castendo; Terras de Besteiros; Terras de Alva e Terras de Serra da Estrela. 

Para os apreciadores de bons vinhos, há alojamentos, restaurantes e festas típicas, além das vinhas e adegas, com degustação e prova de vinhos.

 

A Região Demarcada do Dão foi a uma das primeiras regiões oficiais produtoras de vinhos de Portugal. 

 

O retorno da fama da região do Dão vem lembrar que esta foi uma das primeiras regiões demarcadas de vinhos de mesa em Portugal, sendo ela a fornecedora de vinhos para o país todo, exportando para inúmeros outros. 

Sua decadência ocorreu na década de 1960, quando houve um grande aumento na produção, com o surgimento de uma rede de adegas cooperativas. A quantidade de vinho produzida com intenção apenas de venda, fez a qualidade cair. Ao mesmo tempo, e aproveitando a baixa qualidade na época, as áreas do Alentejo e do Douro passaram a melhorar sua própria produção, mantendo a qualidade e atraindo a atenção dos enólogos e dos consumidores de bons vinhos portugueses. 

 

O Dão, região demarcada de Portugal 

 

Situada no centro de Portugal, na província de Beira Alta, a Região Demarcada do Dão foi instituída em 1908, tornando-se a uma das primeiras regiões demarcadas de vinhos não licorosos da Península Ibérica.

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