Vinho Português Cortes de Cima Dois Terroirs Tinto 2014

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Este lote de Aragonez, Syrah e Pinot Noir resulta da fusão de dois terroirs distintos, onde o clima mediterrânico do interior alentejano se cruza com o clima marítimo fresco da costa atlântica alentejana. Vindima 2014 Condições quase perfeitas terminaram mais cedo devido às chuvas no final de Setembro. O Verão foi ameno, permitindo uma maturação lenta e elevados níveis de acidez natural nas uvas.
  • País: Portugal
  • Região: Regional Alentejano
  • Safra: 2014
  • Tipo: Tinto
  • Uva: Blend (50% Aragonez, 25% Syrah, 25% Pinot Noir)
  • Volume: 750 ml
  • Teor alcoólico: 13.5000%
  • Validade: Validade indeterminada desde que conservado com a sua vedação original em local seco e fresco ao abrigo da luz, sem trepidações, com temperatura constante, sem odores fortes e preferencialmente na posição horizontal.
  • Vinícola: Cortes de Cima S.A
  • Vinificação: Este lote de Aragonez, Syrah e Pinot Noir resulta da combinação de dois terroirs Alentejanos distintos. Pinot Noir, plantada nas areias da fresca costa atlântica, contribui com frescura e elegância, que equilibra a abundante fruta do Aragonez e da Syrah, plantadas nos solos argilosos sobre calcário no interior da região. Vinhas sob Viticultura sustentável.
  • Maturação: 25% do lote estagiou 8 meses em Carvalho Francês.
  • Família: Vinho de Mesa Fino
  • Estilo: Seco
  • Coloração: Tinto
  • Sommelier: Notas de Prova - Vinho Português Cortes de Cima Dois Terroirs : Aromas a frutos de bago vermelho, especiarias e baunilha. Firme e fresco no palato, sumarento com fruta intensa, persistente no final.
  • Acidez total: 5.40
  • PH: 3.66
  • Açúcar residual: 0.9

Cortes de Cima S.A

Em 1988, um casal americano-dinamarquês partiu num veleiro para encontrar um lugar onde constituir uma família e plantar uma vinha. Chegaram ao Alentejo, e numa terra de castas brancas plantaram variedades tintas. E assim começa a história dos vinhos Cortes de Cima. Gazelle la Goelette” era o nome do veleiro que trouxera Hans e Carrie Jorgensen numa longa viagem desde o outro lado do mundo, pela Baía da Biscaia e em redor da Finisterra. 

 

Começaram a trabalhar o campo, e Hans, um engenheiro, construiu uma barragem. Enquanto a vinha crescia, plantaram girassóis, tomates e melões para pagar as contas. As crianças nasceram – Thomas em 1991 e Anna em 1993.

 

Em 1988 Hans e Carrie atracaram em Portugal e, no coração do Alentejo, descobriram “Cortes de Cima”. Era apenas terra improdutiva e algumas construções abandonadas, mas lembravam Carrie da sua terra natal: a Califórnia. Hans, que nascera na Dinamarca, ficou simplesmente encantado pelo sol mediterrânico.  

Por fim, as primeiras uvas chegaram. Em 1998, nascia um Syrah ímpar no Alentejo: escuro, com um equilíbrio fantástico e um final sumptuoso.  

 

Por fim, as primeiras uvas chegaram. Em 1998, nascia um Syrah ímpar no Alentejo: escuro, com um equilíbrio fantástico e um final sumptuoso.  

Era o lugar perfeito para assentar,  formar uma família e plantar uma vinha. Vidigueira era a terra das castas brancas mas eles acharam que era o clima ideal para a Syrah, uma variedade do Ródano. Mas a Syrah não era aprovada pelas regras da Denominação de Origem. Hans e Carrie não quiseram saber - eles tinham um sonho. 

 

Mas este vinho guardava um segredo. As regras de denominação de origem não permitiam rotular o seu vinho de Syrah. E, assim, eles chamaram-lhe «Incógnito» e apresentaram-no ao mundo. “Incógnito” e Cortes de Cima tornaram-se um sucesso. Um Syrah do Alentejo não voltaria a ser considerado “ilegal”!

Blend (50% Aragonez, 25% Syrah, 25% Pinot Noir)

Regional Alentejano

O vasto e diferenciado território do Alentejo encontra-se dividido administrativamente em três distritos, Portalegre, Évora e Beja que, juntos, perfazem as fronteiras naturais do Vinho Regional Alentejano. Apesar das diferenças regionais vincadas, apesar da multiplicidade de castas presentes nos encepamentos, apesar da evidente heterogeneidade de solos que caracteriza o Alentejo, com afloramentos dispersos de barros, xisto, granito, calhau rolado, calcários e argilas, existem inúmeros traços comuns nos vinhos da grande planície alentejana.

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