Vinho Português Cortes de Cima Tinto Blend 2012

71

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  • Medalha
  • Prata
  • País
  • Portugal
  • Vinícola
  • Cortes de Cima S.A
  • Safra
  • 2012
  • Reconhecimento
  • -
  • Concurso
  • Mundus Vini
  • Ano
  • 2016
  • Medalha
  • Prata
  • País
  • Portugal
  • Vinícola
  • Cortes de Cima S.A
  • Safra
  • 2012
  • Reconhecimento
  • -
  • Concurso
  • Concours Mondial Bruxelles
  • Ano
  • 2015
O vinho emblemático! Um lote  encorpado de Aragonez, Syrah e outras variedades portuguesas, envelhecido em barricas até 12 meses. A 17º vindima. Depois de um inverno frio e seco e de uma primavera também fria e seca, chegou um verão excepcional. Todos conduziram a uma apanha de qualidade! Viticultura Sustentável: Protecção Integrada. Colheita, produção e engarrafamento na propriedade familiar.
  • País: Portugal
  • Região: Regional Alentejano
  • Safra: 2012
  • Tipo: Tinto
  • Uva: Blend (Aragonez, Syrah, Petit Verdot, Touriga Nacional)
  • Volume: 750 ml
  • Teor alcoólico: 14.0000%
  • Validade: Validade indeterminada desde que conservado com a sua vedação original em local seco e fresco ao abrigo da luz, sem trepidações, com temperatura constante, sem odores fortes e preferencialmente na posição horizontal.
  • Vinícola: Cortes de Cima S.A
  • Vinificação: As uvas que deram origem a este vinho crescem nas nossas vinhas, onde seguimos um programa de viticultura sustentada. Fermentado sem engaço, a temperaturas controladas, com remontagens frequentes. Envelhecido durante 12 meses em barricas de carvalho francês (70%) e americano (30%), e em seguida loteado para equilibrar a fruta varietal e a complexidade do carvalho. Engarrafado sem colagem e com filtração.
  • Maturação: 12 meses em barricas de Carvalho Francês (70%) e Carvalho Americano (30%)
  • Família: Vinho de Mesa Fino
  • Estilo: Seco
  • Coloração: Tinto
  • Sommelier: Notas de Prova - Cortes de Cima Blend 2012 : Maduro, fruta saborosa, com notas de especiarias e baunilha. Macio e elegante no palato, com fruta intensa.
  • Acidez total: 6.0
  • PH: 3.64
  • Açúcar residual: 4.4

Cortes de Cima S.A

Em 1988, um casal americano-dinamarquês partiu num veleiro para encontrar um lugar onde constituir uma família e plantar uma vinha. Chegaram ao Alentejo, e numa terra de castas brancas plantaram variedades tintas. E assim começa a história dos vinhos Cortes de Cima. Gazelle la Goelette” era o nome do veleiro que trouxera Hans e Carrie Jorgensen numa longa viagem desde o outro lado do mundo, pela Baía da Biscaia e em redor da Finisterra. 

 

Começaram a trabalhar o campo, e Hans, um engenheiro, construiu uma barragem. Enquanto a vinha crescia, plantaram girassóis, tomates e melões para pagar as contas. As crianças nasceram – Thomas em 1991 e Anna em 1993.

 

Em 1988 Hans e Carrie atracaram em Portugal e, no coração do Alentejo, descobriram “Cortes de Cima”. Era apenas terra improdutiva e algumas construções abandonadas, mas lembravam Carrie da sua terra natal: a Califórnia. Hans, que nascera na Dinamarca, ficou simplesmente encantado pelo sol mediterrânico.  

Por fim, as primeiras uvas chegaram. Em 1998, nascia um Syrah ímpar no Alentejo: escuro, com um equilíbrio fantástico e um final sumptuoso.  

 

Por fim, as primeiras uvas chegaram. Em 1998, nascia um Syrah ímpar no Alentejo: escuro, com um equilíbrio fantástico e um final sumptuoso.  

Era o lugar perfeito para assentar,  formar uma família e plantar uma vinha. Vidigueira era a terra das castas brancas mas eles acharam que era o clima ideal para a Syrah, uma variedade do Ródano. Mas a Syrah não era aprovada pelas regras da Denominação de Origem. Hans e Carrie não quiseram saber - eles tinham um sonho. 

 

Mas este vinho guardava um segredo. As regras de denominação de origem não permitiam rotular o seu vinho de Syrah. E, assim, eles chamaram-lhe «Incógnito» e apresentaram-no ao mundo. “Incógnito” e Cortes de Cima tornaram-se um sucesso. Um Syrah do Alentejo não voltaria a ser considerado “ilegal”!

Blend (Aragonez, Syrah, Petit Verdot, Touriga Nacional)

Aragonez é a mesma casta que a espanhola Tempranillo. Também chamada de Tinta Roriz, é muito fina e de extraordinária qualidade. Em bons anos produz vinhos encorpados, escuros e muito aromáticos. Esta casta  possui casca grossa, bagos pequenos e escuros, que sinalizam o seu potencial para vinhos com bons níveis de taninos, e sabores complexos. Os vinhos produzidos à base de Tempranillo apresentam uma cor vermelha rubi intensa, principalmente quando jovens. É casta precoce (originariamente o nome desta casta é Tempranillo por sua maturação precoce – temprano significa ‘‘cedo’’), muito vigorosa e produtiva, facilmente adaptável a diferentes climas e solos, tendo-se estendido rapidamente para as regiões do Dão, Tejo e Lisboa. Se o vigor for controlado, oferece vinhos que concertam elegância e robustez, fruta e especiarias, num registo profundo e vivo. Prefere climas quentes e secos, temperados por solos arenosos ou argilo-calcários. Os aromas mais comuns em vinhos produzidos com esta casta frutos vermelhos, ameixa, mirtilo, framboesa, tabaco e condimentos.   A Syrah certamente origina um dos mais cultuados e apreciados vinhos do planeta. Os vinhos produzidos com a Syrah são profundos e encorpados, repleto de notas de especiarias e frutas negras maduras. É uma casta que pode originar vinhos com perfis aromáticos distintos, dependendo do tipo de clima onde é cultivada. Nas regiões de clima quente, os vinhos são encorpados, com notas que lembram ameixa e chocolate. Em regiões mais frias, são famosos os Syrahs com notas de pimenta-do-reino e couro.   A uva Petit Verdot é mais uma das castas que compõem o corte bordalês. Sua origem, embora incerta, é atribuída à região de Bordeaux na França, mas há indícios de que foi trazida pelos romanos do Mediterrâneo. Normalmente, é utilizada em pequenas doses nos cortes com a uva Cabernet Sauvignon para dar cor e corpo aos vinhos tintos (na região de Médoc se utiliza em torno de 1% a 5%). Dentre todas as uvas cultivadas na região de Bordeaux, a casta bordalesa Petit Verdot é uma das que mais demora para chegar a fase de maturação, contribuindo com a elaboração de vinhos tintos densos e bastante escuros.  O nome Petit Verdot foi atribuído a casta por conta do pequeno tamanho de seu cacho e por existir em seus bagos frutos de cor escura e outros com tom esverdeado, graças a uma característica bastante predominante da cepa, o amadurecimento tardio.  Os tintos elaborados com a cepa francesa Petit Verdot vêm ganhando o mundo, sendo bastante apreciados na Austrália, Argentina, Espanha, Portugal, Itália e na região da Califórnia. A casta Petit Verdot também pode aparecer em vinhos varietais, principalmente australianos e espanhóis da região de Jumilla, originando tintos intensos e vigorosos. Quando jovens, os vinhos tintos revelam aromas de bananas e madeira, e quando amadurecem, apresentam toques animais.   Originária da região do Dão, esta casta é a mais célebre uva portuguesa da atualidade. A Touriga Nacional também é bastante comum no Douro, onde aparece em vinhas velhas. Apesar de existirem mais de 20 cepas utilizadas no corte dos exuberantes Vinhos do Porto, pode-se dizer que a Touriga Nacional é a de maior destaque, sendo a principal casta utilizada atualmente nos irreverentes e conhecidos tintos portugueses.  Por possuir baixa produtividade, a casta não era muito utilizada na elaboração de vinhos no começo do século XX, sendo preterida por outras uvas portuguesas com maior índice de produção. Após alguns anos, especificamente no início da década de 80, a uva passou a ser reconhecida nacionalmente e internacionalmente, graças a exigência de conhecedores do mundo do vinho que começaram a observar a nobreza existente na casta, passando então a aumentar a qualidade da produção da Touriga Nacional, um dos maiores tesouros de Portugal.  Os bagos da Touriga Nacional são pequenos, ligeiramente achatados e possuem uma coloração forte, ficando entre os tons de azul escuro e o preto. Graças a pele, de excelente espessura, os vinhos elaborados a partir da uva Touriga Nacional possuem cor bastante intensa e aromas bastante profundos.  A uva de baixa produtividade se adapta bem a diversas áreas, entretanto por possuir elevado vigor fisiológico, possui maturação intermediária e exige alguns cuidados específicos no processo de cultivo. A casta Touriga Nacional é utilizada na elaboração de vinhos elegantes e com elevada complexidade, sendo excelentes opções de harmonização com carnes que possuam maior presença de gordura, já que a acidez presente nos tintos elaborados a partir da casta promove um equilíbrio e sensação extremamente agradável no paladar.    Possuindo aromas complexos e bastante notáveis, os tintos da casta podem ser apreciados e degustados também na companhia de pratos da culinária indiana, bastante famosos por levarem diversas especiarias e possuírem presença de coco, propiciando leveza e explosão de sabores no paladar. Esta excelente cepa está no auge de sua fama e já se espalhou para as mais diversas regiões portuguesas e também para outros países, como Argentina, Austrália, Chile e África do Sul. Seus vinhos são ricos e concentrados, de aromas muito característicos, com grande personalidade, muita estrutura tânica e coloração profunda. Alguns podem ser realmente maravilhosos.

Regional Alentejano

O vasto e diferenciado território do Alentejo encontra-se dividido administrativamente em três distritos, Portalegre, Évora e Beja que, juntos, perfazem as fronteiras naturais do Vinho Regional Alentejano. Apesar das diferenças regionais vincadas, apesar da multiplicidade de castas presentes nos encepamentos, apesar da evidente heterogeneidade de solos que caracteriza o Alentejo, com afloramentos dispersos de barros, xisto, granito, calhau rolado, calcários e argilas, existem inúmeros traços comuns nos vinhos da grande planície alentejana.

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