Vinho Português Escultor Tinto Blend 2014

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Arte e paixão em um vinho distinto, vinificado em anos excepcionais, onde a Trincadeira, Aragonez e Petit Verdot mostram as formas deslumbrantes dos seus aromas e sabores.  Da colheita de 2014, foram produzidas 3333 garrafas numeradas.
  • País: Portugal
  • Região: Regional Alentejano
  • Safra: 2014
  • Tipo: Tinto
  • Uva: Blend (Aragonez, Petit Verdot e Trincadeira)
  • Volume: 750 ml
  • Teor alcoólico: 15.0000%
  • Temperatura de serviço: 14,0ºC a 16,0ºC
  • Sugestão de guarda: Até 09 anos
  • Combinações enogastronômicas: Carnes de caça, carnes vermelhas
  • Vinícola: Monte do Pintor - Sociedade Agrícola da Sossega
  • Família: Vinho de Mesa Fino
  • Estilo: Seco
  • Coloração: Tinto
  • Sommelier: Notas de Prova - Escultor Tinto Blend 2014: Cor vermelho granada. O aroma é complexo e requintado, com notas de ameixa, especiarias e discretos fumados da madeira. No paladar, impressiona pelos excelentes taninos, maduros e sedosos. Ao mesmo tempo potente e elegante, este grande tinto alentejano termina longo, equilibrado e prazeroso.

Monte do Pintor - Sociedade Agrícola da Sossega

A Sociedade Agrícola da Sossega, Lda. - proprietária do Monte do Pintor - foi constituída em 1991 e tem como objetivo principal a produção e comercialização de vinhos. O primeiro vinho produzido por esta sociedade data de 1993. Em 1995 iniciou-se a comercialização de um vinho regional alentejano com a marca MONTE DO PINTOR. O Monte do Pintor situado perto da Igrejinha, no conselho de Arraiolos, tem uma área aproximada de 200 hectares dos quais 30 hectares são de vinha, 80 hectares de montado de sobreiros e os restantes de culturas diversas. O clima desta região é Ibero Mediterrânico. Caracterizado por verões quentes e secos, com elevadas amplitudes térmicas e uma insolação de aproximadamente 3.000 horas / ano. A precipitação, concentrada nos meses de Inverno, é da ordem dos 600 mm /ano. Pertence à região vitivinícola de Évora. A vinha está instalada em encostas suaves expostas a Sul em solos definidores de um distinto “Terroir”. No encepamento predominam as tradicionais castas tintas alentejanas Trincadeira e Aragonez bem como Castelão, Alfrocheiro, Tinta Caiada, Alicante, Moreto e e nas castas brancas Verdelho, Arinto e Antão-Vaz. Até à colheita de 1999 só trabalhavam com a produção de 4 hectares de vinha (os primeiros que foram plantados) para que o favorável desenvolvimento vegetativo das videiras novas fosse possível. A data das vindimas é uma decisão criteriosamente tomada pelo enólogo da vinícola, que, diariamente, faz análises à maturação das uvas, casta por casta, controlando assim a acidez, o açúcar, a cor e a riqueza dos taninos. A vindima é feita exclusivamente à mão sendo os cachos recolhidos em pequenas caixas individuais (para que não haja esmagamento antecipado das uvas antes da chegada à Adega). No Monte do Pintor, a Adega - dimensionada para os 30 hectares de vinha - é moderna e tecnologicamente bem apetrechada, trabalhando apenas com uvas de produção própria. Dispõe das melhores condições de laboração e envelhecimento. As instalações são subterrâneas por forma a manter uma baixa amplitude térmica. O Engº. David Patrício é o Enólogo do Monte do Pintor.

Blend (Aragonez, Petit Verdot e Trincadeira)

Aragonez é a mesma casta que a espanhola Tempranillo. Também chamada de Tinta Roriz, é muito fina e de extraordinária qualidade. Em bons anos produz vinhos encorpados, escuros e muito aromáticos. Esta casta  possui casca grossa, bagos pequenos e escuros, que sinalizam o seu potencial para vinhos com bons níveis de taninos, e sabores complexos. Os vinhos produzidos à base de Tempranillo apresentam uma cor vermelha rubi intensa, principalmente quando jovens. É casta precoce (originariamente o nome desta casta é Tempranillo por sua maturação precoce – temprano significa ‘‘cedo’’), muito vigorosa e produtiva, facilmente adaptável a diferentes climas e solos, tendo-se estendido rapidamente para as regiões do Dão, Tejo e Lisboa. Se o vigor for controlado, oferece vinhos que concertam elegância e robustez, fruta e especiarias, num registo profundo e vivo. Prefere climas quentes e secos, temperados por solos arenosos ou argilo-calcários. Os aromas mais comuns em vinhos produzidos com esta casta frutos vermelhos, ameixa, mirtilo, framboesa, tabaco e condimentos.   A uva Petit Verdot é mais uma das castas que compõem o corte bordalês. Sua origem, embora incerta, é atribuída à região de Bordeaux na França, mas há indícios de que foi trazida pelos romanos do Mediterrâneo. Normalmente, é utilizada em pequenas doses nos cortes com a uva Cabernet Sauvignon para dar cor e corpo aos vinhos tintos (na região de Médoc se utiliza em torno de 1% a 5%). Dentre todas as uvas cultivadas na região de Bordeaux, a casta bordalesa Petit Verdot é uma das que mais demora para chegar a fase de maturação, contribuindo com a elaboração de vinhos tintos densos e bastante escuros.  O nome Petit Verdot foi atribuído a casta por conta do pequeno tamanho de seu cacho e por existir em seus bagos frutos de cor escura e outros com tom esverdeado, graças a uma característica bastante predominante da cepa, o amadurecimento tardio.  Os tintos elaborados com a cepa francesa Petit Verdot vêm ganhando o mundo, sendo bastante apreciados na Austrália, Argentina, Espanha, Portugal, Itália e na região da Califórnia. A casta Petit Verdot também pode aparecer em vinhos varietais, principalmente australianos e espanhóis da região de Jumilla, originando tintos intensos e vigorosos. Quando jovens, os vinhos tintos revelam aromas de bananas e madeira, e quando amadurecem, apresentam toques animais.   Uma casta negra-azulada e lusitana por natureza, assim é conhecida a Trincadeira, muito prestigiada em todo território português por seu povo que culturalmente tem em suas vinhas o mesmo cuidado, dedicação e importância de seus familiares. Seus vinhos estão entre os melhores no panorama português. Sua vasta tradição e méritos fez com que esta cepa ganhasse os solos de norte a sul, produzindo belos vinhos que quando jovem demonstram a cor granada, assumindo tons de rubi com o passar do tempo. Equilíbrio, boa estrutura e elegância também são adjetivos ligados aos vinhos da Trincadeira, além de bom corpo, saboroso e aromático em frutos vermelhos como framboesa, frutas negras como ameixa preta, compota de amora negra, com toque picante de especiarias, vegetais. Demonstram acidez notável e fresca, taninos consideravelmente abundantes e destacados, mas que se tornam agradáveis e macios.

Regional Alentejano

O vasto e diferenciado território do Alentejo encontra-se dividido administrativamente em três distritos, Portalegre, Évora e Beja que, juntos, perfazem as fronteiras naturais do Vinho Regional Alentejano. Apesar das diferenças regionais vincadas, apesar da multiplicidade de castas presentes nos encepamentos, apesar da evidente heterogeneidade de solos que caracteriza o Alentejo, com afloramentos dispersos de barros, xisto, granito, calhau rolado, calcários e argilas, existem inúmeros traços comuns nos vinhos da grande planície alentejana.

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