Vinho Português Herdade do Esporão AB Tinto 2010

216

Por: R$ 239,90

R$ 239,90 (com 0% no boleto à vista)

em até 2x de R$ 119,95 sem juros no cartão

Frete
Compartilhe:
Vinha das Palmeiras foi plantada em 1996, na Herdade dos Perdigões, propriedade do Esporão. Instalada numa colina, com solos profundos, de cor escura, com origem calcária e textura argilosa. A colina favorece a exposição solar e a boa drenagem desta vinha, o que permite que a casta Alicante Bouschet obtenha uma maturação consistente, originando vinhos concentrados e intensos.
  • País: Portugal
  • Região: DOC Alentejo
  • Safra: 2010
  • Tipo: Tinto
  • Uva: Alicante Bouschet
  • Volume: 750 ml
  • Teor alcoólico: 14.5000%
  • Temperatura de serviço: 16,0ºC a 18,0ºC
  • Validade: Validade indeterminada desde que mantido em local seco e fresco ao abrigo da luz, Validade indeterminada desde que conservado com a sua vedação original em local seco e fresco ao abrigo da luz, sem trepidações, com temperatura constante, sem odores fo
  • Vinícola: Herdade do Esporão
  • Vinificação: Fermentação com temperaturas controladas (28 ºC) em cubas de inox de pequena capacidade.
  • Maturação: Estagiou durante 12 meses em barricas de carvalho americano, seguidos de mais 12 meses em garrafa antes de ir para o mercado.
  • Família: Vinho Fino
  • Estilo: Seco
  • Coloração: Tinto
  • Sommelier: Notas de Prova - Herdade do Esporão AB: Cor profunda e concentrada. Aroma complexo da casta que lhe deu origem, sugerindo aromas de frutos pretos e ligeiro couro. A boca é encorpada, com taninos firmes que lhe conferem grande estrutura. Termina de uma forma longa e persistente.
  • Acidez total: 6,56 gr/l
  • PH: 3,61
  • Açúcar residual: 2,1 gr/l

Herdade do Esporão

Situada no coração do Alentejo e integrada na DOC Reguengos de Monsaraz, a Herdade apresenta condições únicas para a agricultura – grandes amplitudes térmicas, solos pobres e variados e uma extraordinária biodiversidade que nos ajuda a produzir em equilíbrio com o meio ambiente. Com cerca de 702 ha de vinhas, olivais e outras culturas potenciadas pelo Modo de Produção Biológico. Neste território estão plantadas cerca de 40 castas, 4 variedades de azeitona, pomares e hortas.

Alicante Bouschet

O palco da uva tinta Alicante Bouschet é, sem dúvidas, a região de Alentejo, em Portugal, onde esse tipo de uva faz grande sucesso. A variedade é utilizada para adicionar corpo e estrutura aos rótulos produzidos na região, bem como dar mais volume aos vinhos.  Criada em laboratório pelo Francês Henri Bouschet, no final de 1800, na região de Languedoc-Roussillon, a uva Alicante Bouschet é a união das castas Petit Bouschet e Grenache. Apesar de ter sido criada na França, esse tipo de uva é majoritariamente cultivada em Portugal e os vinhos tintos que usam a Alicante Bouschet são rótulos frutados de bom equilíbrio. A casta proporciona enorme capacidade de envelhecimento para os exemplares, de forma que os vinhos se tornem profundos, aromáticos e que se assemelhem a canela e pimenta.  Muito utilizada em vinhos de corte, a Alicante Bouschet dá origem a vinhos excelentes que harmonizam de forma notável com pratos que levam carnes vermelhas. Isso se deve à sua tanicidade, que contrasta muito bem com a gordura, criando sensações memoráveis no paladar.  A uva Alicante Bouschet também é bastante utilizada na elaboração de vinhos na Espanha e Croácia, regiões nas quais recebe diferentes nomes. Na Croácia, por exemplo, a uva é conhecida como Dalmatinka ou Kambusa, enquanto na Espanha é popularmente nomeada como Garnacha Tintorera, ainda que a Organização da Vinha e do Vinho (OIV) não reconheça o sinônimo espanhol.  Sua polpa possui coloração intensa e avermelhada, e seus bagos, dispostos em grandes cachos, são redondos de cor negra. Essas características naturais fazem da uva Alicante Bouschet uma variedade de grande relevância na intensificação da coloração de vinhos tintos.  A uva, apesar de não aparecer muito nos vinhedos da região americana da Califórnia, já foi bastante representativa e de grande relevância para a região. O maior destaque da uva Alicante Bouschet no país, entretanto, deu-se na época da Lei Seca, em 1920, quando a fruta era utilizada para a produção de suco de uva, uma vez que o governo norte americano havia proibido e criminalizado o transporte, comercialização e consumo de bebidas alcoólicas. 

DOC Alentejo

A região portuguesa de Alentejo apresenta um clima caracterizado pela baixa incidência de chuvas, verões intensos e o inverno pouco rigoroso, que é um dos maiores responsáveis pela qualidade dos vinhos lá produzidos, em geral degustados enquanto jovens.

A tradição vinícola da região de Alentejo existe desde a época do Império Romano. Os solos da região de Alentejo possuem diferentes composições de acordo com o extremo em que se localizam. A maioria apresenta xisto, enquanto outros solos caracterizam-se pela presença de areia.

Outro ponto importante é a baixa altitude em que os vinhedos encontram-se, variando entre 50 e 200 m, característica que cria condições ideais para o cultivo das castas autóctones Trincadeira, Aragonês e Alicante Bouchet. Com mais de 22 mil hectares de vinhedos plantados, a região de Alentejo produz, anualmente, cerca de 88 milhões de litros de vinho, sendo responsável pela maior parte da produção de vinhos de Portugal.

Com mais de três mil horas de sol por ano, solos pobres e apenas 600mm de chuvas anuais, o Alentejo produz vinhos que adquirem harmonia e elegância já no primeiro ano de vida. As diferentes safras mantém um padrão alto e constante dos vinhos ano após ano. Os vinhos alentejanos são muitos sedutores e conquistam os enófilos logo no primeiro gole.

A capital, Évora, é Patrimônio Histórico da Humanidade, tomada pela UNESCO. Do Alentejo também vêm os tapetes de Arraiolos e os belos mármores de Estremoz.

0 AVALIAÇÕES - 0.00 DE 5 ESTRELAS

  • Ótimo:

    0.0%

  • Muito bom:

    0.0%

  • Bom:

    0.0%

  • Não gostei:

    0.0%

  • Péssimo:

    0.0%

Avalie este produto:

Avaliar