Vinho Português Reguengos Tinto 2014

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  • País: Portugal
  • Região: DOC Alentejo
  • Safra: 2014
  • Tipo: Tinto
  • Uva: Blend (Trincadeira, Aragonez e Castelão)
  • Volume: 750 ml
  • Teor alcoólico: 14.5000%
  • Temperatura de serviço: 16,0ºC a 16,0ºC
  • Combinações enogastronômicas: Acompanha com vários pratos de carnes vermelhas, enchidos e queijos de cura ou meia cura.
  • Validade: Validade indeterminada desde que conservado com a sua vedação original em local seco e fresco ao abrigo da luz, sem trepidações, com temperatura constante, sem odores fortes e preferencialmente na posição horizontal.
  • Vinícola: Carmim - Cooperativa Agrícola de Reguengos de Monsaraz
  • Vinificação: As uvas DOC, provenientes da vindima manual dos nossos associados, são descarregadas e imediatamente desengaçadas e esmagadas. Com a adição de leveduras selecionadas inicia-se a fermentação a temperatura controlada (28ºC). Durante este período é feita a maceração, pelo processo de remontagem temporizada, a qual dura todo o período de fermentação (cerca de 8 dias).
  • Maturação: O vinho estagia por curto tempo em depósitos, sendo estabilizado, filtrado e engarrafado no período de 1 ano.
  • Família: Vinho de Mesa Fino
  • Estilo: Seco
  • Coloração: Tinto
  • Sommelier: Notas de Prova - Reguengos Tinto: Vinho de aspeto cristalino, cor granada, aroma a frutos vermelhos silvestres, macio e encorpado, com suaves taninos e um bom fim de prova.
  • Acidez total: Acidez total: 5,7 g/l | Acidez volátil: 0,6 g/l
  • PH: 3,65
  • Açúcar residual: 2 g/l

Carmim - Cooperativa Agrícola de Reguengos de Monsaraz

CARMIM – Cooperativa Agrícola de Reguengos de Monsaraz – foi criada em 1971 por um grupo de 60 viticultores com o objetivo de produzir e comercializar vinho, a partir da uva de um grupo de viticultores da região.

Contando hoje com cerca de 900 associados e com 3.600 hectares de vinha, a CARMIM tem construído, ao longo destes anos de história, vinhos e azeites de qualidade CARMIM, os quais passaram a ser sinónimo de excelência. A empresa lidera o mercado nacional no segmento dos vinhos de qualidade.

Produz 74 referências de vinhos: dos brancos aos tintos, dos jovens aos reservas, passando pelos licorosos, rosé e espumantes. A CARMIM também produz aguardente e azeites de reconhecida qualidade.

Os vinhos da CARMIM têm sido distinguidos com mais de 600 prémios em vários concursos nacionais e internacionais.

Blend (Trincadeira, Aragonez e Castelão)

Uma casta negra-azulada e lusitana por natureza, assim é conhecida a Trincadeira, muito prestigiada em todo território português por seu povo que culturalmente tem em suas vinhas o mesmo cuidado, dedicação e importância de seus familiares. Seus vinhos estão entre os melhores no panorama português. Sua vasta tradição e méritos fez com que esta cepa ganhasse os solos de norte a sul, produzindo belos vinhos que quando jovem demonstram a cor granada, assumindo tons de rubi com o passar do tempo. Equilíbrio, boa estrutura e elegância também são adjetivos ligados aos vinhos da Trincadeira, além de bom corpo, saboroso e aromático em frutos vermelhos como framboesa, frutas negras como ameixa preta, compota de amora negra, com toque picante de especiarias, vegetais. Demonstram acidez notável e fresca, taninos consideravelmente abundantes e destacados, mas que se tornam agradáveis e macios.


Aragonez é a mesma casta que a espanhola Tempranillo. Também chamada de Tinta Roriz, é muito fina e de extraordinária qualidade. Em bons anos produz vinhos encorpados, escuros e muito aromáticos. Esta casta  possui casca grossa, bagos pequenos e escuros, que sinalizam o seu potencial para vinhos com bons níveis de taninos, e sabores complexos. Os vinhos produzidos à base de Tempranillo apresentam uma cor vermelha rubi intensa, principalmente quando jovens. É casta precoce (originariamente o nome desta casta é Tempranillo por sua maturação precoce – temprano significa ‘‘cedo’’), muito vigorosa e produtiva, facilmente adaptável a diferentes climas e solos, tendo-se estendido rapidamente para as regiões do Dão, Tejo e Lisboa. Se o vigor for controlado, oferece vinhos que concertam elegância e robustez, fruta e especiarias, num registo profundo e vivo. Prefere climas quentes e secos, temperados por solos arenosos ou argilo-calcários. Os aromas mais comuns em vinhos produzidos com esta casta frutos vermelhos, ameixa, mirtilo, framboesa, tabaco e condimentos.

 

Castelão é uma das variedades mais cultivadas em Portugal, e embora se desenvolva melhor em climas quentes e solos secos e arenosos, é uma casta bastante adaptável. Essa é uma cepa versátil, capaz de produzir vinhos tintos e rosés fáceis de beber, podendo resultar também em vinhos tintos mais complexos. Uma característica dos vinhedos de Castelão são os pequenos cachos com bagos escuros também pequenos, proporcionando uma alta quantidade de casca em relação à polpa. Dessa maneira, é uma uva rica em taninos, na sua origem. E seu vinho pode ser um pouco áspero. Mas como Portugal não costuma ser uma terra de varietais, essa regra vale inclusive para a Castelão. Raramente encontrada em varietais, é bastante comum vê-la cortada com outras uvas nativas portuguesas, como Trincadeira e Aragonês, que a suavizam e a tornam mais acessível em sua juventude. O vinho produzido a partir da Castelão apresenta aromas de groselha, ameixa em calda, frutos silvestres, flores azuis e notas de caça. Os melhores vinhos da Castelão são estruturados e frutados, têm taninos proeminentes mas não fortes, intensa acidez, e boa capacidade de envelhecimento.

 

DOC Alentejo

A região portuguesa de Alentejo apresenta um clima caracterizado pela baixa incidência de chuvas, verões intensos e o inverno pouco rigoroso, que é um dos maiores responsáveis pela qualidade dos vinhos lá produzidos, em geral degustados enquanto jovens.

A tradição vinícola da região de Alentejo existe desde a época do Império Romano. Os solos da região de Alentejo possuem diferentes composições de acordo com o extremo em que se localizam. A maioria apresenta xisto, enquanto outros solos caracterizam-se pela presença de areia.

Outro ponto importante é a baixa altitude em que os vinhedos encontram-se, variando entre 50 e 200 m, característica que cria condições ideais para o cultivo das castas autóctones Trincadeira, Aragonês e Alicante Bouchet. Com mais de 22 mil hectares de vinhedos plantados, a região de Alentejo produz, anualmente, cerca de 88 milhões de litros de vinho, sendo responsável pela maior parte da produção de vinhos de Portugal.

Com mais de três mil horas de sol por ano, solos pobres e apenas 600mm de chuvas anuais, o Alentejo produz vinhos que adquirem harmonia e elegância já no primeiro ano de vida. As diferentes safras mantém um padrão alto e constante dos vinhos ano após ano. Os vinhos alentejanos são muitos sedutores e conquistam os enófilos logo no primeiro gole.

A capital, Évora, é Patrimônio Histórico da Humanidade, tomada pela UNESCO. Do Alentejo também vêm os tapetes de Arraiolos e os belos mármores de Estremoz.

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