Vinho Português Terras de Monforte Colheita Selecionada Branco Blend 2015

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Os vinhos da linha Terras de Monforte buscam expressar o caráter do terroir dessa zona privilegiada do Alentejo. Estamos no Alto Alentejo, no distrito de Monforte, onde a presença da Serra de São Mamede proteje os vinedos da Herdade do Perdigão dos calorosos ventos que na primavera-verão sopram da Espanha. Assim, os Terras de Monforte mostram a face elegante, fresca, complexa e super gastronômica que os vinhos do norte alentejano.
  • País: Portugal
  • Região: Regional Alentejano
  • Safra: 2015
  • Tipo: Branco
  • Uva: Blend (Antão Vaz, Arinto e Verdelho)
  • Volume: 750 ml
  • Teor alcoólico: 13.0000%
  • Temperatura de serviço: 10,0ºC a 12,0ºC
  • Combinações enogastronômicas: Versátil, pode ser bebido como um aperitivo para animar um bate-papo ou acompanhar pratos leves, como saladas, massas e risotos com vegetais, peixes e frutos do mar grelhados (sardinhas!!), sushis e
  • Validade: Validade indeterminada desde que mantido em local seco e fresco ao abrigo da luz, Validade indeterminada desde que conservado com a sua vedação original em local seco e fresco ao abrigo da luz, sem trepidações, com temperatura constante, sem odores fo
  • Vinícola: Herdade do Perdigão
  • Vinificação: Em tanques de aço de inox, sob temperatura controlada
  • Maturação: 3 meses sur-lie (sobre as borras) em tanques de aço de inox, sob temperatura controlada.
  • Família: Vinho de Mesa Fino
  • Estilo: Seco
  • Coloração: Branco
  • Sommelier: Notas de Prova - Terras de Monforte Branco: Cor cítrica. Apresenta aromas de fruta tropical, flores e carácter mineral. Na boca é macio, envolvente e com acidez perfeita.

Herdade do Perdigão

O cultivo da vinha, a produção de vinho e a sua comercialização começou no território, hoje conhecido como Portugal, cerca de 2000 a.c. O caminho outrora trilhado permitiu que, passados tantos séculos, exista um projeto bem estruturado e encaminhado para um futuro de sucesso. A Herdade do Perdigão, propriedade de Carlos Gonçalves desde 2003, tem vindo a ser edificada no sentido de produzir vinhos distintos, arrojados, de onde resultam sabores que dão vida ao mais puro dos néctares. O sonho deste empresário, apaixonado por estes vinhos e pelas planícies Alentejanas, resulta num produto que nos oferece em cada trago, cheiros, sabores e sensações únicas, montes de prazer.

Blend (Antão Vaz, Arinto e Verdelho)

Antão Vaz é a alma dos melhores vinhos brancos do Alentejo. E é tão única, que é das poucas uvas para as quais não se encontram sinônimos. Essa é uma variedade que tem origem na Vidigueira, no sul do Alentejo, e, até bem pouco tempo atrás, estava restrita a essa região. Consistente e produtiva, a vinha da Antão Vaz é bastante resistente à seca e a doenças, e é ideal para o cultivo em clima quente. É uma uva que amadurece de maneira homogênea, facilitando o trabalho do viticultor. Os bagos da Antão Vaz têm casca grossa e são verde amarelados, tornando-se amarelos quando maduros. Os cachos são volumosos e relativamente compactos. Os aromas da Antão Vaz remetem a frutas tropicais maduras, maçã, pera, cascas de tangerina, e minerais. Seus vinhos costumam ser bem estruturados, encorpados, persistentes, e de alta qualidade. Há uma semelhança entre a Antão Vaz, e a Chardonnay: quando as uvas são colhidas no início da estação, os vinhos produzidos costumam ser aromaticamente vibrantes e agradavelmente ácidos, mas se deixada um pouco mais na vinha, atinge altos teores alcoólicos, e pode produzir excelentes vinhos envelhecidos em madeira.   Arinto: uma das mais clássicas castas brancas portuguesas, a Arinto é originária da região de Bucelas, mas seu cultivo se expandiu para diversas áreas, como a Bairrada e Vinho Verde. Dona de ótima acidez, a uva branca Arinto produz vinhos muito frescos, com atraentes aromas de frutas cítricas. Os melhores exemplos de vinhos elaborados com a casta ostentam mineralidade e possuem fermentação realizada em baixas temperaturas, o que garante a alta qualidade dos vinhos da uva. Última moda em Portugal, a uva Arinto é combinada com outra cepa, a Sauvignon Blanc, originando excelentes vinhos. Sendo considerada uma das melhores variedades portuguesas, a uva Arinto é utilizada na elaboração de rótulos nobres, inclusive os com maior grau de envelhecimento. Possuindo maturação tardia, a uva é facilmente reconhecida no vinhedo por suas características estruturais. Com bagos pequenos e cor verde amarelada, a uva Arinto possui difícil vinificação, além de possuir sensibilidade a falta de umidade em solos de cultivo. Seus vinhos possuem ótima acidez e podem ser achados vinificados no estilo varietal e em corte, com as uvas Chardonnay e a casta Verdelho. Com complexidade e elegância, acredita-se que a uva Arinto foi levada para a região de Bucelas na época das cruzadas, após o retorno de alguns cavalheiros para a região próxima de Lisboa. Com folhas grandes e cachos bem compactos, as videiras da casta Arinto não suportam temperaturas muito elevadas, sendo cultivada em áreas onde o calor predomina na parte da tarde, com noites bem frescas e manhãs com leve presença de nevoeiros. Com excelentes rótulos elaborados e produzidos a partir da sua casta, a uva Arinto possui grande popularidade no mundo do vinho, sendo bastante cultuada e apreciada por admiradores. A uva Verdelho, originária de Portugal, foi a variedade mais plantada na região da Ilha da Madeira durante o século XIX. No entanto, apesar do amplo cultivo desta casta, que chegou a ocupar cerca de dois terços dos vinhedos da área, a uva Verdelho só foi reconhecida como uma casta nobre no início dos anos 1900. Fora das regiões portuguesas, é possível encontrar a casta Verdelho em áreas da Europa e em países do Novo Mundo, como na Austrália, Estados Unidos e África do Sul. Apresentando cachos pequenos e compactos, a uva Verdelho possui bagos miúdos e características como notável acidez, níveis consideráveis de açúcar natural e coloração verde amarelada. Os vinhos brancos elaborados a partir dessa variedade de uva tem bom corpo e boa estrutura, além de excelente sabor e equilíbrio. Herbáceos e fortificados, os vinhos secos originados a partir da uva Verdelho são exemplares com feixes de acidez e possuem aromas, geralmente, associados a damascos, pimentas brancas, peras, frutas tropicais e cítricas.  

Regional Alentejano

O vasto e diferenciado território do Alentejo encontra-se dividido administrativamente em três distritos, Portalegre, Évora e Beja que, juntos, perfazem as fronteiras naturais do Vinho Regional Alentejano. Apesar das diferenças regionais vincadas, apesar da multiplicidade de castas presentes nos encepamentos, apesar da evidente heterogeneidade de solos que caracteriza o Alentejo, com afloramentos dispersos de barros, xisto, granito, calhau rolado, calcários e argilas, existem inúmeros traços comuns nos vinhos da grande planície alentejana.

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