Vinho Chileno Clos Des Fous Cauquenina Tinto Blend safra 2012

Clos Des Fous Cauquenina Tinto Blend 2012

Ref.: 1005 Compra Segura

Vinho Chileno Clos Des Fous Cauquenina Tinto Blend safra 2012
Produzido a partir de vinhas muito velhas cultivadas em torno da cidade de Cauquenes, Maule.

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Vinho Chileno Clos Des Fous Cauquenina Tinto Blend safra 2012

Cauquenina, que na tradução literal significa garota de Cauquenes é um blend elaborado a partir de vinhas muito velhas, sem irrigação, plantadas em antigas pistas de granito vermelho.

Carignan, País, Carmenere, Syrah, Malbec e Touriga Nacional são cultivadas em torno da cidade de Cauquenes (Maule), no fundo de um terroir ainda desconhecido na cultura chilena.

Uma descoberta da equipe de Clos des Fous.

Uva: Carignan, Syrah, Malbec, País, Carmenere e Touriga Nacional

Teor Alcoólico: 13,5%

Temperatura de serviço: 16 a 18ºC

Aroma: Frutas vermelhas como groselha e cereja com toques minerais

Harmonização: Carnes vermelhas, assados e queijos meia cura

Tinto

Carménère

A uva Carménère é outra variedade originária de Bordeaux.

No século XVIII era uma casta comum nos vinhedos do Médoc, mas se tornou uma raridade por lá. Levada para o Chile no século XIX, durante muito tempo a uva Carménère foi confundida com a casta Merlot.

Somente em 1994, nos vinhedos da Viña Carmen na região do Chile, ela foi corretamente identificada pelo ampelógrafo Jean-Michel- Boursiquot (profissional que estuda, identifica e classifica os tipos de uva).

Nos últimos anos tem dado origem a vinhos tintos chilenos interessantes, concentrados, cheios de fruta e com mais estrutura e taninos do que a casta Merlot, transformando-se numa uva emblemática nesse país.

A uva Carménère também pode ser encontrada em cortes do norte da Itália.

Os vinhos tintos produzidos com a casta Carménère possuem coloração rubi violácea acentuada.

A casta Carménère é muito utilizada na elaboração de vinhos varietais de ótima qualidade, extraindo todo sabor e características marcantes da casta em cada detalhe da confecção dos tintos.

A escolha do seu nome está associada a cor da sua pele, um rubi tão forte, que lembra o carmim.

Para explorar e exaltar mais o sabor e a potencialidade dos vinhos tintos produzidos com a uva Carménère no paladar, harmonize com carnes vermelhas com pouca gordura e assados no geral.

É essencial evitar que o vinho tinto elaborado com a uva Carménère acompanhe pratos que levem molho de tomate.

Cuidado ao comparar a casta Carménère com a uva Merlot, apesar de serem parecidas visualmente, as duas não tem nada a ver.

A uva Carménère faz parte da família dos carmene

Carignan

Também conhecida por Cariñena no nordeste da Espanha e Carignano na Sardenha, a Carignan é uma casta de uva de origem espanhola, especificamente da região de Aragón, onde seu nome mais comum é Mazuelo.

Trata-se de uma casta bastante antiga, que foi se espalhando pela Europa ao longo de muitos anos.

A uva possui mais de 60 derivações, sendo conhecida por diferentes nomes em todo o mundo e apresentando características diferenciadas de acordo com a região em que é cultivada.

A uva possui resistência a solos com falta de água, amadurecendo e produzindo em larga escala mesmo em condições rigorosas.

A casta Carignan possui casca grossa e profunda cor escura, sendo uma uva com amadurecimento tardio e de produção elevada.

Mesmo com sua origem espanhola, a uva Carignan hoje é muito mais plantada no sul da França do que no país ibérico, o que explica o nome Carignan ser mais famoso que Mazuelo.

A casta da uva é bastante produtiva, demandando que os rendimentos sejam controlados para dar vinhos tintos de qualidade.

É uma casta que pede bastante sol para ficar madura e por isso se adaptou bem na região do Mediterrâneo, sendo cultivada também na Itália.

A uva da casta Carignan (Mazuelo) vem ganhando muitos adeptos e espaço no Novo Mundo do vinho, sendo muito utilizada também no Chile, onde cada vez mais é empregada na produção de vinhos tintos de qualidade e com grande reconhecimento mundial.

Os vinhos tintos elaborados com a casta Carignan mostram boa acidez e taninos potentes, que podem conferir um leve e característico amargor, além de um toque de rusticidade, típico de alguns vinhos do Languedoc-Roussillon.

Os melhores exemplos de vinhos tintos, geralmente elaborados com uvas de vinhas antigas, plantadas em arbustos (goglet), podem ser complexos e longevos.

Malbec

Uva da variedade Malbec

Também conhecida como Auxerrois ou Côt Noir em sua terra natal, Cahors (região quente localizada no sudoeste da França), a uva Malbec é ainda hoje a grande estrela da região fazendo vinhos tintos interessantes, austeros, escuros, aromáticos e muito agradáveis, normalmente produzidos com corte de sua casta (mínimo 70%), sua prima Tannat e Merlot.

A uva Malbec possui cacho de tamanho médio com bagos em formato de esfera.

A casta apresenta polpa macia e cor preta azulada.

Os vinhos produzidos com a casta Malbec apresentam cor vermelho púrpura, sendo essa extremamente intensa.

A casta foi amplamente utilizada em Bordeaux, onde recebeu o nome de Malbec, até meados do século 20 (perdendo espaço para Merlot e Cabernet Franc).

Hoje, entra em proporções minoritárias em alguns cortes dessa região.

A casta Malbec alcançou sua grande consagração na Argentina, onde produz alguns vinhos tintos excelentes, muito ricos e concentrados, com um caráter macio e cheio de fruta.

Os grandes Malbec argentinos são criação de Nicolás Catena Zapata (produtor da região de Mendonza), que realizou a seleção clonal científica desta variedade nos anos 90, dando origem a exemplares bem mais finos, macios, concentrados, de qualidade muito superior aos rústicos vinhos que antes eram elaborados com ela.

A uva Malbec também pode ser encontrada na Itália, Chile, Austrália e outros países do Novo Mundo.

Os vinhos produzidos com a casta Malbec na Argentina são excelentes para harmonização com cogumelos, carré de cordeiro com crosta de ervas e pato confit.

Já os que contam com produção na terra natal da casta Malbec, Cahors, são ideais para serem degustados e apreciados na companhia de um cassoulet.

País

Syrah

Vinho tinto variedade syrah

A casta Syrah certamente origina alguns dos mais cultuados e apreciados vinhos do planeta.

Os vinhos produzidos com a Syrah são profundos e encorpados, repletos de notas de especiarias e frutas negras maduras.

É uma casta que pode originar vinhos com perfis aromáticos distintos, dependendo do tipo de clima onde é cultivada.

Nas regiões de clima quente, os vinhos são encorpados, com notas que lembram ameixa e chocolate.

Em regiões mais frias, são famosos os Syrahs com notas de pimenta-do-reino e couro. Incrivelmente longevos, os melhores exemplos de vinhospodem evoluir por décadas na adega.

Historicamente, os vinhos elaborados com a Syrah eram clandestinamente adicionados aos vinhos de Bordeaux para deixá-los mais encorpados e potentes.

A origem da casta Syrah era controversa até 1998, quando testes de DNA comprovaram que esta variedade originou-se de um cruzamento entre as uvas Dureza e Mondeuse Blanche.

O cruzamento ocorreu naturalmente há centenas de anos, na região dos Alpes do Rhône – até hoje uma referência para os mais aclamados e disputados vinhos elaborados com esta casta.

No Norte do Rhône, os cultuados Hermitage e Côte-Rôtie são os mais aristocráticos exemplos de vinhos elaborados com a uva Syrah.

Verdadeiros clássicos, esses vinhos geralmente demandam vários anos em garrafa para mostrar todas as suas qualidades.

Os Saint-Joseph e os mais populares Crozes-Hermitage são alternativas mais baratas e geralmente menos longevas de vinhos, mas que conseguem mostrar o caráter da uva Syrah cultivada no Norte do Rhône.

Fora da sua região de origem, a Austrália é o país mais famoso pelos vinhos elaborados com a Syrah.

Ali, ela é chamada de Shiraz e os mais famosos exemplos são bastante concentrados e cheios de fruta.

Os melhores vinhos são realmente excelentes, mas o grande sucesso fez surgir alguns rótulos mais comerciais – geralmente um pouco enjoativos, com fruta muito doce e notas exageradas de carvalho.

Esses vinhos prejudicaram um pouco a imagem que o vinho australiano gozava até há pouco tempo.

Mesmo assim, os melhores Syrahs da Austrália estão entre os grandes vinhos clássicos do Novo Mundo e merecem ser provados.

Recentemente diversos países têm produzido vinhos tintos de classe mundial com a Syrah, atestando o grande potencial da casta.

Além da França e Austrália, podemos certamente citar Itália, Portugal, Chile, África do Sul, Estados Unidos e Argentina. Os vinhos produzidos com a casta

Touriga Nacional

Uva da variedade Touriga Nacional

Originária da região do Dão, esta casta é a mais célebre uva portuguesa da atualidade.

A Touriga Nacional também é bastante comum no Douro, onde aparece em vinhas velhas.

Apesar de existirem mais de 20 cepas utilizadas no corte dos exuberantes Vinhos do Porto, pode-se dizer que a Touriga Nacional é a de maior destaque, sendo a principal casta utilizada atualmente nos irreverentes e conhecidos tintos portugueses.

Por possuir baixa produtividade, a casta não era muito utilizada na elaboração de vinhos no começo do século XX, sendo preterida por outras uvas portuguesas com maior índice de produção.

Após alguns anos, especificamente no início da década de 80, a uva passou a ser reconhecida nacionalmente e internacionalmente, graças a exigência de conhecedores do mundo do vinho que começaram a observar a nobreza existente na casta, passando então a aumentar a qualidade da produção da Touriga Nacional, um dos maiores tesouros de Portugal.

Os bagos da Touriga Nacional são pequenos, ligeiramente achatados e possuem uma coloração forte, ficando entre os tons de azul escuro e o preto.

Graças a pele, de excelente espessura, os vinhos elaborados a partir da uva Touriga Nacional possuem cor bastante intensa e aromas bastante profundos.

A uva de baixa produtividade se adapta bem a diversas áreas, entretanto por possuir elevado vigor fisiológico, possui maturação intermediária e exige alguns cuidados específicos no processo de cultivo.

A casta Touriga Nacional é utilizada na elaboração de vinhos elegantes e com elevada complexidade, sendo excelentes opções de harmonização com carnes que possuam maior presença de gordura, já que a acidez presente nos tintos elaborados a partir da casta promove um equilíbrio e sensação extremamente agradável no paladar.

Possuindo aromas complexos e bastante notáveis, os tintos da casta podem ser apreciados e degustados também na companhia de pratos da culinária indiana, bastante famosos por levarem diversas especiarias e possuírem presença de coco, propiciando leveza e explosão de sabores no paladar.

Esta excelente cepa está no auge de sua fama e já se espalhou para as mais diversas regiões portuguesas e também para outros países, como Argentina, Austrália, Chile e África do Sul.

Seus vinhos são ricos e concentrados, de aromas muito característicos, com grande personalidade, muita estrutura tânica e coloração profunda.

Chileno

2012

Colheita das uvas durante o ano de 2012

750 ml

Tamanho da garrafa 750 ml - Padrão

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