Vinho Italiano Piccini Memoro Tinto Blend | Enoteca Brasil
Vinho Italiano Piccini Memoro Tinto Blend

Piccini Memoro Tinto Blend

Ref.: 532 Compra Segura

Vinho italiano da região de Chianti, produzido com as uvas primitivo, montepulciano, nero d'avila e merlot, pela vinícola Tenute Piccini.

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O vinho tinto Piccini Memoro combina quatro variedades: Primitivo da Puglia, Montepulciano de Abruzzo, Nero D';Avola da Sicília e Merlot do Vêneto. O resultado é um vinho tinto macio e cheio de fruta, em um estilo exuberante, fácil de gostar e de combinar com comida.

País: Itália

Região: Chianti

Tipo: Tinto

Uva: Blend (40% Primitivo, 30% Montepulciano, 20% Nero D'Avola e 10% Merlot)

Volume: 750 ml

Teor alcoólico: 14.0000%

Temperatura de serviço: 16,0ºC a 18,0ºC

Combinações enogastronômicas: Boa pedida para combinar com carnes vermelhas e de caça. Também fica ótimo com pizzas e petiscos.

Validade: Validade indeterminada desde que conservado com a sua vedação original em local seco e fresco ao abrigo da luz, sem trepidações, com temperatura constante, sem odores fortes e preferencialmente na posição horizontal.

Vinícola: Tenute Piccini

Vinificação: Fermentação tradicional em tanques de aço inoxidável.

Família: Vinho de Mesa Fino

Estilo: Meio Seco

Coloração: Tinto

Tinto

Merlot

Uva da variedade Merlot

A palavra “merlot” significa “pequeno merle”, ou melro, em francês, um pequeno pássaro preto comum na Europa.

A origem do nome talvez esteja na comparação da cor preto-azulada das uvas maduras com a cor dessa ave, ou na forma como os melros gostam de comer essas uvas antes da colheita.

Na realidade, os melros são considerados pelos enólogos como uma das pragas da vinha.

Originária da região de Bordeaux, na França, a Merlot é descendente da Cabernet Franc e meia irmã da Carménère e da Cabernet Sauvignon

. Os primeiros registros oficiais são recentes, de 1784 em Bordeaux (Cotes de Libournais).

Na Itália (Vêneto), ela é mencionada apenas em 1855, com o nome de “Bordò”.

Hoje é a uva mais cultivada em Bordeaux e a terceira na França (atrás da Carignan e da Grenache).

Na margem direita de Bordeaux (Saint-Émilion e Pomerol), ela domina amplamente, enquanto na margem oposta ela corresponde no máximo a 25%, com maior destaque na sub-região de Saint-Estephe.

Hoje em dia, é uma das uvas tintas mais cultivadas no mundo, competindo somente com a Cabernet Sauvignon entre as mais conhecidas.

Em Bordeaux, soma 101 mil hectares, contra os 53 mil hectares de Cabernet Sauvignon.

No mundo, já existem mais de 250 mil hectares de vinhedos plantados com esta casta.

Montepulciano

A uva tinta Montepulciano é cultivada em regiões da Itália banhadas pelo mar Adriático como Abruzzo, Molise e Marches. Além dos excelentes vinhos varietais que elabora, a Montepulciano dá origem a bons vinhos de corte, especialmente quando é combinada às uvas Sangiovese e Syrah.  Os vinhos à base dessa variedade de uva apresentam sabor leve, baixa acidez, taninos suaves e coloração escura e densa. Os aromas mais frequentemente encontrados nesses rótulos são os de cereja, amora preta, notas de cacau e tabaco.  Podendo ser consumidos ainda jovens, os vinhos elaborados a partir da uva Montepulciano também são excelentes exemplares de guarda, com a capacidade de envelhecer por décadas. Suas melhores harmonizações se dão com pratos mais encorpados como guisados, carnes de cordeiro ou de porco. Massas que apresentem molhos vermelhos e temperos fortes são ótimas escolhas para acompanhar os vinhos Montepulciano.  Com elevados rendimentos e frequente uso na elaboração de vinhos acessíveis, a Montepulciano é a segunda uva mais cultivada da Itália, atrás apenas da prestigiada Sangiovese. As grandes performances da uva Montepulciano estão nos vinhos tintos, como o “Villa Gemma Montepulciano d'Abruzzo 2005”, do reputado produtor italiano Masciarelli. Um vinho rico e imponente, repleto de notas de frutas pretas, especiarias e taninos marcantes.  A uva Montepulciano está presente em mais de 50 denominações italianas, dentre as quais a mais famosa é a Montepulciano d’Abruzzo, que reúne reputados vinhos com ao menos 85% dessa variedade de uva em sua composição. O cultivo da Montepulciano se faz presente em vinhedos de diversas partes do mundo, da Nova Zelândia aos Estados Unidos e Austrália, onde a variedade está ainda em fase experimental. 

 

Nero D'Avora

A uva tinta Nero D’Avola é a “uva negra da cidade de Avola”, região italiana localizada na costa sudeste da Sicília. Os vinhos aos quais essa variedade de uva dá origem são encorpados e possuem coloração escura. A Nero D’Avola é utilizada com grande frequência em blend com as uvas como Cabernet Sauvignon, Syrah, Frappata e Merlot, garantindo maior complexidade de aromas e paladar aos vinhos. Áreas de cultivo da uva Nero D’Avola podem ser encontradas na Austrália, na Califórnia e nos Estados Unidos, importante região vitivinicola do Novo Mundo, mas a região de maior expressão dessa casta é, sem dúvidas, na região da Sicília, província responsável pela produção de premiados e elogiados vinhos com estilo intenso e frutado, que resguardam o caráter de vinhos tipicamente italianos. Na produção siciliana, a uva Nero D’Avola costuma aparecer em dois estilos vitivinícolas diferentes. No primeiro, os vinhos apresentam caráter rico e sabores que referenciam café e chocolate, provenientes do envelhecimento prolongado em barris de carvalho. Já o segundo estilo, mais elegante, sugere sabores como frutas vermelhas e ervas, uma vez que têm curto período de envelhecimento. Conhecida também como uva Calabrese, a fruta apresenta elevados níveis de taninos e acentuada acidez, acompanhados de aromas intensos que fazem da casta uma variedade interessante e intrigante. Os vinhos Nero D’Avola têm teor alcoólico que varia entre 13,5 e 14,5%. Esse tipo de uva dá origem a vinhos que acompanham muito bem pratos com o uso de especiarias, como cascas de laranja, folhas de louro e sálvia. Os exemplares que possuem a Nero D’Avola em sua composição podem apresentar algumas características semelhantes aos vinhos produzidos com a uva Syrah, tanto pela tonalidade escura quanto pelo excelente equilíbrio. Considerado um dos grandes vinhos tintos de corte da Sicília, o vinho “Rosso del Conte 2008” do produtor Tasca d’Almerita, apresenta 85% da casta Nero D’Avola em sua composição, junto com uma seleção de ótimas uvas, como a Perricone, Syrah e Merlot. Tendo sido muito bem recebido pela crítica, o vinho recebeu 92 pontos do prestigiado enólogo Robert Parker. Refinado e elegante, o Rosso del Conte 2008 é um vinho rico com toques de taninos aveludados que garantem uma experiência singular aos amantes de vinhos. O exemplar acompanha com maestria refeições a base de carnes, bem como pratos com sabores marcantes.

Primitivo

A Primitivo é uma uva muito comum no sul da Itália, mais precisamente na região de Puglia, também conhecida como o salto da bota. Ali, principalmente no IGP de Salento, e especialidade das regiões de Manduria e Gioia del Colle, ela passou de uma casta considerada secundária a uma das mais importantes variedades da região, dando origem a vinhos perfumados e encorpados que estão ganhando o mundo.

Esta uva é perfeita para quem gosta de vinhos de estilo mais carnudo, concentrados e com bastante fruta, mas com acidez mais baixa e taninos leves. Enquanto em climas mais quentes os sabores predominantes são de frutas vermelhas, em regiões de climas mais frios se sobrepõem as frutas pretas e uva passa. Em Manduria, onde os vinhos de Primitivo são mais concentrados, também é comum encontrar a uva em corte com outra cepa regional, a Negroamaro.

Seu nome é uma referência à sua época de colheita. A Primitivo é uma uva precoce, o que significa que é a primeira casta tinta a ser colhida, em meados de agosto, enquanto as outras são colhidas em outubro. E, por isso, costumam ter bastante açúcar residual, o que significa um potencial de produzir vinhos com alto teor alcoólico.

Embora tenham sido encontradas rastros da cepa na Itália pelo menos desde o século XVIII, existem evidências que o vinho Primitivo tenha sido comercializado em Veneza nos anos 1400. No entanto, um estudo genético mostrou que suas raízes são, na verdade, croatas, onde ela é chamada de Tribidrag. E, para a surpresa de muitos enólogos, ela é geneticamente idêntica à outra uva, a Zinfandel, considerada por muito tempo como uma cepa originalmente californiana.

 

 

Italiano

Vinho Italiano

Ficando atrás apenas da França, os vinhos italianos ficam em segundo lugar como os mais produzidos no mundo todo.

Os principais vinhos italianos são conhecidos como cinco b's: Brunello, Brabaresco, Bholgueri, Barbera e Barolo.

Na verdade, os vinhos italianos são muito mais que isso. Possue muitas regiões vinícolas, bem como diversos blend de castas que se traduzem num dos melhores vinhos do mundo.

Não safrado

750 ml

Tamanho da garrafa 750 ml - Padrão

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