Vinho Português Cartuxa EA Tinto Blend safra 2015
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Cartuxa EA Tinto Blend 2015

Ref.: 228 Compra Segura

Vinho Português Cartuxa EA Tinto Blend safra 2015
Vinho português regional alentejano produzido pela Fundação Eugênio de Almeida, a renomada Adega Cartuxa.
Blend de uvas Trincadeira, Aragonez, Alicante Bouschet, Castelão e Syrah

R$ 69,90 R$ 59,40 Em até 3x de R$ 19,80 sem juros

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Vinho Português Cartuxa EA Tinto Blend safra 2015

Vinho EA Cartuxa é uma mistura de Trincadeira, Aragonez, Alicante Bouschet, Castelão e Syrah, plantadas nas vinhas da Fundação Eugénio de Almeida. Prontos para o consumo imediato e diversão todos os dias. Coloração rubi leve, discretas frutas vermelhas acompanham uma nota dominante de especiarias como orégano e louro. Em boca é calmo, discreto e fácil de beber. Harmoniza bem com carnes vermelhas.

País: Portugal

Região: Regional Alentejano

Safra: 2015

Tipo: Tinto

Uva: Blend (Aragonez, Trincadeira, Alicante Bouschet, Castelão e Syrah)

Volume: 750 ml

Teor alcoólico: 13.5000%

Temperatura de serviço: 16,0ºC a 18,0ºC

Harmonização: Carnes vermelhas.

Validade: Validade indeterminada desde que conservado com a sua vedação original em local seco e fresco ao abrigo da luz, sem trepidações, com temperatura constante, sem odores fortes e preferencialmente na posição horizontal.

Vinícola: Fundação Eugénio de Almeida - Adega Cartuxa

Família: Vinho de Mesa Fino

Estilo: Seco

Coloração: Tinto

Aroma: intenso de frutos vermelhos, apresenta uma excelente untuosidade e frescura terminando com taninos muito suaves.

Tinto

Blend

Alicante Bouschet

Alicante Bouschet O palco da uva tinta Alicante Bouschet é, sem dúvidas, a região de Alentejo, em Portugal, onde esse tipo de uva faz grande sucesso.

A variedade é utilizada para adicionar corpo e estrutura aos rótulos produzidos na região, bem como dar mais volume aos vinhos.

Criada em laboratório pelo Francês Henri Bouschet, no final de 1800, na região de Languedoc-Roussillon, a uva Alicante Bouschet é a união das castas Petit Bouschet e Grenache.

Apesar de ter sido criada na França, esse tipo de uva é majoritariamente cultivada em Portugal e os vinhos tintos que usam a Alicante Bouschet são rótulos frutados de bom equilíbrio.

A casta proporciona enorme capacidade de envelhecimento para os exemplares, de forma que os vinhos se tornem profundos, aromáticos e que se assemelhem a canela e pimenta. Muito utilizada em vinhos de corte, a Alicante Bouschet dá origem a vinhos excelentes que harmonizam de forma notável com pratos que levam carnes vermelhas.

Isso se deve à sua tanicidade, que contrasta muito bem com a gordura, criando sensações memoráveis no paladar.

A uva Alicante Bouschet também é bastante utilizada na elaboração de vinhos na Espanha e Croácia, regiões nas quais recebe diferentes nomes.

Na Croácia, por exemplo, a uva é conhecida como Dalmatinka ou Kambusa, enquanto na Espanha é popularmente nomeada como Garnacha Tintorera, ainda que a Organização da Vinha e do Vinho (OIV) não reconheça o sinônimo espanhol.

Sua polpa possui coloração intensa e avermelhada, e seus bagos, dispostos em grandes cachos, são redondos de cor negra.

Essas características naturais fazem da uva Alicante Bouschet uma variedade de grande relevância na intensificação da coloração de vinhos tintos.

A uva, apesar de não aparecer muito nos vinhedos da região americana da Califórnia, já foi bastante representativa e de grande relevância para a região.

O maior destaque da uva Alicante Bouschet no país, entretanto, deu-se na época da Lei Seca, em 1920, quando a fruta era utilizada para a produção de suco de uva, uma vez que o governo norte americano havia proibido e criminalizado o transporte, comercialização e consumo de bebidas alcoólicas.

Aragonez

Uva da variedade Aragonez

Aragonez é a mesma casta que a espanhola Tempranillo.

Também chamada de Tinta Roriz, é muito fina e de extraordinária qualidade.

Em bons anos produz vinhos encorpados, escuros e muito aromáticos.

Esta casta possui casca grossa, bagos pequenos e escuros, que sinalizam o seu potencial para vinhos com bons níveis de taninos, e sabores complexos.

Os vinhos produzidos à base de Tempranillo apresentam uma cor vermelha rubi intensa, principalmente quando jovens.

É casta precoce (originariamente o nome desta casta é Tempranillo por sua maturação precoce – temprano significa ‘‘cedo’’), muito vigorosa e produtiva, facilmente adaptável a diferentes climas e solos, tendo-se estendido rapidamente para as regiões do Dão, Tejo e Lisboa.

Se o vigor for controlado, oferece vinhos que concertam elegância e robustez, fruta e especiarias, num registo profundo e vivo.

Prefere climas quentes e secos, temperados por solos arenosos ou argilo-calcários.

Os aromas mais comuns em vinhos produzidos com esta casta frutos vermelhos, ameixa, mirtilo, framboesa, tabaco e condimentos.

Castelão

Castelão é uma das variedades mais cultivadas em Portugal, e embora se desenvolva melhor em climas quentes e solos secos e arenosos, é uma casta bastante adaptável. Essa é uma cepa versátil, capaz de produzir vinhos tintos e rosés fáceis de beber, podendo resultar também em vinhos tintos mais complexos. Uma característica dos vinhedos de Castelão são os pequenos cachos com bagos escuros também pequenos, proporcionando uma alta quantidade de casca em relação à polpa. Dessa maneira, é uma uva rica em taninos, na sua origem. E seu vinho pode ser um pouco áspero. Mas como Portugal não costuma ser uma terra de varietais, essa regra vale inclusive para a Castelão. Raramente encontrada em varietais, é bastante comum vê-la cortada com outras uvas nativas portuguesas, como Trincadeira e Aragonês, que a suavizam e a tornam mais acessível em sua juventude. O vinho produzido a partir da Castelão apresenta aromas de groselha, ameixa em calda, frutos silvestres, flores azuis e notas de caça. Os melhores vinhos da Castelão são estruturados e frutados, têm taninos proeminentes mas não fortes, intensa acidez, e boa capacidade de envelhecimento.

Syrah

Vinho tinto variedade syrah

A casta Syrah certamente origina alguns dos mais cultuados e apreciados vinhos do planeta.

Os vinhos produzidos com a Syrah são profundos e encorpados, repletos de notas de especiarias e frutas negras maduras.

É uma casta que pode originar vinhos com perfis aromáticos distintos, dependendo do tipo de clima onde é cultivada.

Nas regiões de clima quente, os vinhos são encorpados, com notas que lembram ameixa e chocolate.

Em regiões mais frias, são famosos os Syrahs com notas de pimenta-do-reino e couro. Incrivelmente longevos, os melhores exemplos de vinhospodem evoluir por décadas na adega.

Historicamente, os vinhos elaborados com a Syrah eram clandestinamente adicionados aos vinhos de Bordeaux para deixá-los mais encorpados e potentes.

A origem da casta Syrah era controversa até 1998, quando testes de DNA comprovaram que esta variedade originou-se de um cruzamento entre as uvas Dureza e Mondeuse Blanche.

O cruzamento ocorreu naturalmente há centenas de anos, na região dos Alpes do Rhône – até hoje uma referência para os mais aclamados e disputados vinhos elaborados com esta casta.

No Norte do Rhône, os cultuados Hermitage e Côte-Rôtie são os mais aristocráticos exemplos de vinhos elaborados com a uva Syrah.

Verdadeiros clássicos, esses vinhos geralmente demandam vários anos em garrafa para mostrar todas as suas qualidades.

Os Saint-Joseph e os mais populares Crozes-Hermitage são alternativas mais baratas e geralmente menos longevas de vinhos, mas que conseguem mostrar o caráter da uva Syrah cultivada no Norte do Rhône.

Fora da sua região de origem, a Austrália é o país mais famoso pelos vinhos elaborados com a Syrah.

Ali, ela é chamada de Shiraz e os mais famosos exemplos são bastante concentrados e cheios de fruta.

Os melhores vinhos são realmente excelentes, mas o grande sucesso fez surgir alguns rótulos mais comerciais – geralmente um pouco enjoativos, com fruta muito doce e notas exageradas de carvalho.

Esses vinhos prejudicaram um pouco a imagem que o vinho australiano gozava até há pouco tempo.

Mesmo assim, os melhores Syrahs da Austrália estão entre os grandes vinhos clássicos do Novo Mundo e merecem ser provados.

Recentemente diversos países têm produzido vinhos tintos de classe mundial com a Syrah, atestando o grande potencial da casta.

Além da França e Austrália, podemos certamente citar Itália, Portugal, Chile, África do Sul, Estados Unidos e Argentina. Os vinhos produzidos com a casta

Trincadeira

Uma casta negra-azulada e lusitana por natureza, assim é conhecida a Trincadeira, muito prestigiada em todo território português por seu povo que culturalmente tem em suas vinhas o mesmo cuidado, dedicação e importância de seus familiares.

Seus vinhos estão entre os melhores no panorama português. Sua vasta tradição e méritos fez com que esta cepa ganhasse os solos de norte a sul, produzindo belos vinhos que quando jovem demonstram a cor granada, assumindo tons de rubi com o passar do tempo. 

Equilíbrio, boa estrutura e elegância também são adjetivos ligados aos vinhos da Trincadeira, além de bom corpo, saboroso e aromático em frutos vermelhos como framboesa, frutas negras como ameixa preta, compota de amora negra, com toque picante de especiarias, vegetais. Demonstram acidez notável e fresca, taninos consideravelmente abundantes e destacados, mas que se tornam agradáveis e macios.

Português

2015

Colheita das uvas e produção do vinho na safra 2015

750 ml

Tamanho da garrafa 750 ml - Padrão

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